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      <title>Perspectivas Epistemológicas Globalistas by Rayane Telles</title>
      <link>https://padlet.com/rayanetelles14/Grupo3</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-13 02:41:06 UTC</pubDate>
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         <title>Karl Popper</title>
         <author>rayanetelles14</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Falseacionismo foi um método científico defendido por Karl Popper no século  XX.  Esse método considera que para tornar uma teoria científica ela tem que passar por alguns testes, as teorias que não resistem aos testes são eliminadas e substituídas por novas teorias " O científico é  tudo aquilo que permite a refutação. Dessa forma o conhecimento é  tanto mais sólido quanto deve ser posto a prova." ( SIMÕES,2017) </p><p>Toda teoria pode ser falseável, a preocupação  maior não estava em ela ser verdadeira ou não, e sim em demonstrar fatos para confirma-la, ou não existir fatos que a contradigam. Nessa concepção ele também reforça a importância da observação contínua sobre determinado assunto (como podemos analisar na frase acima sobre os cines) nada pode ser dado como certo até que surja um problema para coloca-lo a prova.</p><p>Esse método tem as características do método dedutivo, pois parte de proposições conhecida com o intuito de confirmar o argumento por meio do raciocínio "Parte de princípios reconhecidos como verdadeiros e indiscutíveis e possibilita chegar a conclusões de maneira puramente formal, isto é, em virtude unicamente de sua lógica"(GIL,2008)    </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 03:16:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rayanetelles14</author>
         <link>https://padlet.com/rayanetelles14/Grupo3/wish/3258153367</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 03:19:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rayanetelles14</author>
         <link>https://padlet.com/rayanetelles14/Grupo3/wish/3258162559</link>
         <description><![CDATA[<p>Como todos os métodos científicos o falseacionismo também teve seus obstáculos. Pois nem sempre uma teoria pode ser falseável dependendo da sua complexidade. Mesmo ele acreditando que o erro é uma das características de se fazer ciência " Que erramos isso é patente em todas as manifestações não só do pensamento como do comportamento humano. ciência incluída (...) todos cometemos erros, o que podemos é aprender com eles." (K.Popper)  colocar uma teoria a prova abriria novos questionamentos fazendo assim o que tinha sobre ela ser perdido e algo novo ser criado. Por outro lado, aceitar que sua teoria está errada é algo complicado, então o teórico irá tentar modificar o que ele já tem acrescentando novas articulações sem descartar o que tinha, fazendo assim a teoria perder sentindo. seria interessante considerar que algumas teorias podem ser falseáveis e outras não, de certa forma não pode-se anular o falseacionismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 03:23:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>victoriasantos33</author>
         <link>https://padlet.com/rayanetelles14/Grupo3/wish/3259196282</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 10:27:09 UTC</pubDate>
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         <title>Bachelard</title>
         <author>victoriasantos33</author>
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         <description><![CDATA[<p>Gaston Bachelard (1884–1962) foi um filósofo e epistemólogo francês.</p><ul><li><p>Nasceu em Bar-sur-Aube, França.</p></li><li><p>Estudou Matemática e Filosofia e desenvolveu uma carreira marcada por sua abordagem inovadora sobre o conhecimento científico e a imaginação.</p></li><li><p>Viveu em um período de intensas mudanças científicas e culturais, o que influenciou suas reflexões.</p></li></ul><p>O conceito de <strong>ruptura epistemológica</strong>, elaborado por Gaston Bachelard, descreve momentos em que o avanço do conhecimento científico exige a superação de paradigmas e ideias preconcebidas. Na Química, essas rupturas marcam a transição de explicações baseadas no senso comum ou dogmas para teorias fundamentadas no método científico.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 10:35:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>victoriasantos33</author>
         <link>https://padlet.com/rayanetelles14/Grupo3/wish/3259210261</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Obstáculos Epistemológicos</em></strong></p><p>São barreiras internas ao pensamento científico, ligadas a preconceitos do senso comum, animismo ou ideias antropomórficas sobre a natureza, que dificultam o desenvolvimento do conhecimento. Exemplo: o conceito de flogisto como "substância do fogo".</p><p><strong><em>Validação na História da Ciência</em></strong></p><p>Bachelard destaca que a ciência progride pela validação empírica e pela superação de ideias prévias. O método científico moderno é uma ruptura com explicações intuitivas e dogmáticas, como a substituição da alquimia pela química experimental de Lavoisier.</p><p><strong><em>Obstáculo Pedagógico e Conhecimento Prévio</em></strong></p><p>Na educação, obstáculos pedagógicos surgem quando o ensino reforça visões errôneas ou dogmáticas. O construtivismo enfatiza a importância do conhecimento prévio dos alunos, que deve ser problematizado para superar ideias equivocadas e avançar no aprendizado.</p><p><strong><em>Perfil Epistemológico e Perfil Conceitual</em></strong></p><ul><li><p><strong>Perfil Epistemológico</strong>: Refere-se às características do pensamento científico, como objetividade e racionalidade, que precisam ser desenvolvidas para superar barreiras cognitivas.</p></li><li><p><strong>Perfil Conceitual</strong>: Relaciona-se à evolução de conceitos em estágios sucessivos, onde novos conceitos integram e superam os anteriores. Exemplo: a evolução dos modelos atômicos.</p></li></ul><p><strong><em>Ruptura Epistemológica</em></strong></p><p>É o processo central que rompe com as limitações dos obstáculos epistemológicos, introduzindo novas formas de compreender a realidade. Essas rupturas não acumulam conhecimento, mas constroem novos paradigmas, como a transição para a mecânica quântica na física e química.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 10:43:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>victoriasantos33</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 10:50:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>victoriasantos33</author>
         <link>https://padlet.com/rayanetelles14/Grupo3/wish/3259218028</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 10:51:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rayanetelles14</author>
         <link>https://padlet.com/rayanetelles14/Grupo3/wish/3259266156</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 11:44:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Referências </title>
         <author>rayanetelles14</author>
         <link>https://padlet.com/rayanetelles14/Grupo3/wish/3259277935</link>
         <description><![CDATA[<p>Gil, Antônio Carlos. Métodos de pesquisa social-6,ed,São Paulo: Atlas,2008.</p><p>&nbsp;</p><p>SIMÕES NETO, José Euzébio. Histórias da química.ed.-curitiba: Appris 2017.p12-13</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 11:57:40 UTC</pubDate>
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         <title>Thomas Kuhn</title>
         <author>stefanysantosferreira</author>
         <link>https://padlet.com/rayanetelles14/Grupo3/wish/3259288781</link>
         <description><![CDATA[<p>O Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência, foi congresso onde diversos debatedores sobre a natureza e as características da mudança na ciência expuseram seus pontos de concordâncias bem como as diferença. Kuhn e Popper possuem semelhanças em seus pontos de vista, ambos tratam sobre a história da ciência como uma revolução e não uma acumulação. Kuhn descreve que o seu avanço seria por meio de uma substituição de uma teoria antiga por uma nova, a qual seria incompatível com ela. Para Kuhn, um paradigma é válido enquanto possui o poder de coerção sobre os conceitos em vigor de uma comunidade académica; de contrário, o paradigma diz-se estar em crise e, nesse caso, vê-se a necessidade de uma reformulação ou adequação de princípios. Nasce, como resultado das reformulações, a denominada Ciência Normal. Kuhn introduz o termo paradigma em sua obra <em>A Estrutura das Revoluções Científicas</em>. Segundo Kuhn, este termo:</p><p>&nbsp;(...) de um lado indica toda a constelação de crenças, valores, técnicas, etc., partilhadas pelos membros de uma comunidade determinada. De outro, denota um tipo de elemento dessa constelação: as soluções concretas de quebra-cabeças que, empregadas como modelos ou exemplos, podem substituir regras explícitas como base para a solução dos restantes quebra-cabeças da ciência normal (Kuhn, 1962-218).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 12:10:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imre Lakatos </title>
         <author>franciscoosilva123</author>
         <link>https://padlet.com/rayanetelles14/Grupo3/wish/3259295714</link>
         <description><![CDATA[<p>Lakatos abordou a fundo um refinamento na teoria proposta por Popper, e alguns conceitos trazidos por Kuhn, sempre baseando-se em ideias do falsificacionismo </p><p>Tratando de hipóteses que são levantadas e rodeadas de hipóteses auxiliares que as compõe.</p><p>Ele baseava suas ideias em teorias da economia porque buscava defender boa parte do trabalho teórico e empírico, ideias abordadas na teoria da economia.</p><p>Além disso ele chegou a enfrentar duras críticas por conta de suas idéias relacionadas a teoria da economia.</p><p>Lakatos foi o principal nome da filosofia de ciência no século XX.</p><p>Sua obra buscou da um leve refinamento a teoria proposta pelo Thomas Kuhn.</p><p>Lakatos dizia que</p><blockquote><p>A melhor maneira de começar [o jogo de ciência] não é com uma hipótese falseavel( e, portanto, consiste), ma com UM PROGRAMA DE INVESTIGAÇÃO.</p><p>( Lakatos 1971 a, p.111)</p></blockquote><p><br/></p><p>" Programa de investigação científica (PIC) é constitúido de núcleo e heuristia."</p><blockquote><p>Núcleo é um conjunto de proposições metafísicas, a heuristia é um conjunto de regras metodológicas não testaveis.</p></blockquote><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 12:19:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>stefanysantosferreira</author>
         <link>https://padlet.com/rayanetelles14/Grupo3/wish/3259317693</link>
         <description><![CDATA[<p>O autor, Thomas Kuhn, considera que o dialogo entre visões diferentes é difícil e pode chegar a a esclarecer pontos, mas nuca consegue eliminar os mal-entendidos, os quais dependem da maneira como os problemas são enfrentados. Além de reconhecer que os paradigmas em geral são restritos a temas específicos e a grupos de cientistas , que o desenvolvimento da ciência pode ser descrito somente com referência á interação entre esses grupos.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 12:45:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>stefanysantosferreira</author>
         <link>https://padlet.com/rayanetelles14/Grupo3/wish/3259320549</link>
         <description><![CDATA[<p>1- CORA, E. A. N. Noção de crise de paradigma em Kuhn, seu significado para a modernidade. Webartigos, 2013. Acessado em: 13/12/2024, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.webartigos.com/artigos/nocao-de-crise-de-paradigma-em-kuhn-seu-significado-para-a-modernidade/111157"><strong>Noção de crise de paradigma em Kuhn, seu significado para a modernidade</strong></a>.</p><p>2- KUHN, T. A Estrutura das Revoluções Científicas. S. Paulo, Perspectiva, 1962, Col. Debates</p><p>3- KUHN, T. Lógica da descoberta ou da psicologia . In: I,Lakatos; A Musgrave (Org.). A critica e o desenvolvimento do conhecimento. São Paulo: Cultrix, EDUSP,p. 5-32. 1979.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 12:48:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paul Feyerabend</title>
         <author>rl08042001</author>
         <link>https://padlet.com/rayanetelles14/Grupo3/wish/3259326439</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra feyerabendiana é primordialmente reconhecida pela ruptura entre o racionalismo crítico e o irracionalismo anarquista, Sua crítica constante ao monismo, na fase inicial, e às questões metodológicas e epistemológicas na fase seguinte é um aspecto central de sua obra. Em ambos os períodos, Feyerabend expressa essa objeção ao perceber que o monismo pode resultar em uma forma de hegemonia, que, por sua natureza, busca se estabelecer como a Verdade absoluta, sufocando assim a variedade que é essencial ao potencial humano e o exercício da liberdade de escolha. Ademais, Feyerabend argumenta que a propensão de ideias dominantes a serem equivocadamente reconhecidas como Verdade ignora um ponto fundamental: a falibilidade da condição humana.</p><p>Prosseguindo nessa linha de pensamento sobre o racionalismo crítico, mesmo que este suporte uma diversidade teórica e uma fundamentação ética humanista para a epistemologia, ainda existem diversos ideais hegemônicos que permanecem interligados. Entre eles, destacam-se: a Honestidade do cientista, que o impulsiona a buscar de maneira desinteressada a Verdade (embora ele possa nunca alcançá-la e, caso o faça, não tenha como comprová-lo); a mesma Honestidade que o motiva a desenvolver apenas teorias que possam ser testadas empiricamente; e a constante aplicação da Razão, da Objetividade e do método científico, que desconsidera quaisquer outras abordagens ou formas alternativas em sua prática científica.</p><p>Sob essa ótica, o anarquismo aparece como uma opção ao racionalismo crítico, pois consegue incorporar toda a liberdade proposta pelo humanismo de Mill e a diversidade da perspectiva epistemológica de Feyerabend. No entanto, existe outra forma de entender por que a escolha anarquista se tornou tão radical. Segundo essa segunda visão, Feyerabend ainda apresentava vestígios de racionalismo crítico em sua epistemologia na fase posterior de seu pensamento, o que o conduziu a uma posição extrema, levando-o a defender o anarquismo.</p><p>Criticando as delimitações dos programas científicos, Feyerabend compreende a ciência pela pluralidade de métodos. </p><blockquote><p>"O anarquismo epistemológico, isto é, a ‘regra’ de que Tudo Vale, é uma crítica e um suporte aos princípios configurados pela ideia de fazer ciência na atualidade. Para Feyerabend (2011a), a ciência só terá algum proveito se, em algum momento, se utilizar de processos anárquicos. Neste caso, a ideia de aderir a fatos incompatíveis com a teoria irá direcionar o progresso. De outro modo, o debate sobre as hipóteses contrárias não terá o mesmo sucesso. Portanto, o processo mais adequado para se obter um melhor resultado é o aumento de fatos relevantes"</p></blockquote><p>                                                       (FEYERABEND, 2011).</p><p><br/></p><p>O princípio de Tudo Vale na filosofia feyerabendiana não tem por pretensão invalidar a ciência. A questão primordial é percebida dentro das estruturas gerais daquilo que Feyerabend chama de negócio da ciência. Desde que a ciência se tornou uma empresa centrada apenas em resultados e pesquisas objetivas, houve um rompimento com a tradição, visto que a história mostra que em algum momento o progresso da ciência decorreu de procedimentos considerados anárquicos.</p><blockquote><p>"Com efeito, um dos aspectos mais notáveis das recentes discussões na história e na filosofia da ciência é a compreensão de que eventos e desenvolvimentos como a invenção do atomismo na Antiguidade, a Revolução Copernicana, o surgimento do atomismo moderno (teoria cinética, teoria da dispersão, estereoquímica, teoria quântica) e a emergência gradual da teoria ondulatória da luz ocorreram apenas porque alguns pensadores decidiram não se deixar limitar por certas regras metodológicas “óbvias”, ou porque as violaram inadvertidamente"</p></blockquote><p>                                                  (FEYERABEND, 2011a, p. 37)</p><p>Ao direcionar a problemática diretamente ao campo da história da ciência, é notável a extrema dificuldade dos historiadores e/ou dos próprios cientistas em encontrar um consenso de quando a teoria foi descoberta ou por quem foi descoberta.</p><p>Um ponto que merece atenção referente ao conceito de “anarquismo epistemológico” é que Feyerabend não utiliza esse conceito para torná-lo uma nova metodologia. Ao contrário, ele acredita que os negócios científicos podem ser bem-sucedidos mesmo estruturados por metodologias atuais. Não obstante, é uma crítica à doutrinação que os negócios científicos apresentam, considerando apenas um único caminho como correto</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 12:55:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências </title>
         <author>rl08042001</author>
         <link>https://padlet.com/rayanetelles14/Grupo3/wish/3259336875</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>ARANHA, M. L. A,</strong> Filosofia da Educação, 2a . ed. Revista, São Paulo, Editora Moderna, 2000.</p><p><strong>FEYERABEND, P. K.</strong> Adeus à razão. Trad. Vera Joscelyne. 2ª Ed. São Paulo: Editora UNESP, 2010.</p><p><strong>KUHN, T. S.</strong> A estrutura das revoluções científicas. Trad. Beatriz Vianna Boeira; Nelson Boeira - 12ª Ed. São Paulo: Perspectiva, 2013.</p><p><strong>PRADO, Jeferson</strong>. História e método científico: O Anarquismo Epistemológico de Feyerabend. <strong>FIlogenese</strong>, [<em>S. l.</em>], p. 1-14, 14 dez. 2014. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.marilia.unesp.br/Home/RevistasEletronicas/FILOGENESE/historia-e-metodo-cientifico.pdf">https://www.marilia.unesp.br/Home/RevistasEletronicas/FILOGENESE/historia-e-metodo-cientifico.pdf</a>. Acesso em: 12 dez. 2024.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 13:04:23 UTC</pubDate>
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