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      <title>Educação inclusiva  by </title>
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      <description>Inclusão e suas barreiras</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-14 21:04:51 UTC</pubDate>
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         <title>Barreiras da educação inclusiva.</title>
         <author>patimortoza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Minha contribuição para com a educação inclusiva, iniciou-se no ano de 2012, no mês de setembro.&nbsp;</div><div>Quando me surgiu o que na época me pareceu um desafio, que seria trabalhar em um Centro Educacional Especializado em transtorno do espectro autista , como minha primeira oportunidade após formada em Pedagogia.&nbsp;</div><div>Como durante o curso, não tivemos nenhum tipo de orientação sobre educação inclusiva, pois em 2009 não era um assunto explorado, então em um primeiro momento usei a única ferramenta que tinha, o amor e comecei meus atendimentos.&nbsp;</div><div>E desde então, fui buscando informações, cursos, aperfeiçoando meus conhecimentos sobre o tema, que eu já sabia que seria para vida, e não somente uma passagem.&nbsp; Pois todo amor que dei recebi em dobro, quebrei tabus, e pré - conceitos, paradigmas e ou convenções pré estabelecidas, e tento todos dias ser melhor que ontem.</div><div>Foram muitas histórias crescimento profissional e pessoal e muito aprendizado. Mas farei o relato de um aluno que me cativou muito e que temos contato toda semana.</div><div>No ano de 2019, tive um aluno com síndrome de Down, que mesmo não sendo meu primeiro contato com o mundo inclusivo, me chamou muito atenção e tivemos uma conexão imediata.&nbsp; Assumi um contrato em uma escola do município de 🤬 no mês de agosto, turma&nbsp; do 4º ano, pequena com 17 alunos.<br>Turma muito desorganizada, (sem limites porém com um potencial muito inspirador) palavras da vice diretora . Eu era a quinta professora, as outras desistiram, por ser uma turma com sérios problemas comportamentais.&nbsp;<br>Quando fiquei sabendo da situação, pensei... vou embora! Mas, no mesmo momento lembrei que a adulta da situação era eu, e que também acredito que sempre estamos no lugar&nbsp; que nos fazemos necessários. Conheci a turminha que Deus havia reservado para que eu não só ensinasse mas aprendesse muito e descobri que eram apenas crianças cheias de curiosidades, tentando&nbsp; proteger-se de rótulos, com imenso potencial e muito amor a dar.<br>Entre esses alunos estava aquele ser maravilhoso, que chegava com uma flor&nbsp; e se ajoelhava para beijar a minha mão.<br>Em pouco tempo me chamava de mãe e o meu coração enchia-se de alegria ao ouvi-lo.<br>João (nome fictício) é espontâneo, educado, alegre, interage com todos, popular. Porém na época com 14 anos só fazia bolinhas no caderno e quando pintava alguma atividade, após concluída rasgava e jogava na lixeira.<br>Fazia seu lanche antes do horário pois a cuidadora alegava que não podia ir ao refeitório porque perturbava os demais alunos.<br>Na hora do recreio a mesma cuidadora fazia uma roda com alunos cuidados por ela e só se socializavam entre eles. Na sala ela era totalmente dispensável, entregava as atividades para ele e ela dizia , ele não faz. Então perguntei&nbsp; a ela, como te sentirias? Se alguém te oferecesse algo de comer e eu dissesse. Ela não gosta, mesmo sem nunca teres provado?<br>Nossa relação desde então só piorou. Fui conversar com a psicopedagoga da sala de recursos, profissional essa que só vi no dia da apresentação das colegas, nunca me chamou para saber se haviam ,avanços ou para dividirmos dúvidas então nesse momento vi que a caminhada seria minha. Fui adiante peguei orientação na sala de recursos da escola do meu filho, elaborei as atividades e&nbsp; para minha surpresa em 2 semanas ela fazia todas com entusiasmo com vontade de ir a frente. Comecei a levá-lo ao refeitório onde fazia o lanche com os demais alunos e na hora do recreio acompanhava para brincar com todos os colegas, fiz muitos trabalhos direcionados a inclusão com a turma, transformando pensamentos e condutas. Com o passar dos meses João escreveu seu nome, conheceu as letras, diferenciava quantidades, batia meu ponto em todos os términos do turno, começou a ser respeitado e cuidado pela turma, quem terminava as tarefas ajudava o João, pois abri mão da cuidadora, enquanto eu orientava o João todos permaneciam em silêncio, a turma toda teve grande avanço cognitivo , emocional e social. Foi um ano muito proveitoso para todos de muitas lições e grandes aprendizagens. Encerramos o ano com a grande maioria da turma aprovada com nosso pupilo mimado, respeitado, com seus direitos preservados, organizado, usando caderno, juntando algumas palavras e muito feliz. Convivo com João, visito trago para minha casa, levo ao cinema é o irmão que meu filho sempre pediu, e me sinto muita grata por ele ter surgido em minha vida e permanecido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 21:20:34 UTC</pubDate>
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         <title>A solidão das mães especiais</title>
         <author>patimortoza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vídeo que relata experiências vividas por uma mãe.<br>Assisti esse relato, durante curso de Deficiência intelectual oferecido pela UFPEL em 2020.<br>As angústias, descobertas, medo, barreiras, força, coragem e muito amor de uma mãe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 22:57:52 UTC</pubDate>
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         <title>Fatos impactantes</title>
         <author>patimortoza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alegria de poder participar de alguma forma na transformação de vidas e ter a minha transformada para melhor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-24 02:49:12 UTC</pubDate>
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         <title>Sentimentos aflorados</title>
         <author>patimortoza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Indignação, tristeza, alegria, empatia, solidariedade, felicidade e amor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-24 02:54:51 UTC</pubDate>
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         <title>Momento do fato</title>
         <author>patimortoza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ocorrido em agosto de 2019</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-24 02:55:46 UTC</pubDate>
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