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      <title>As Formas de Alienação Moral by ISABELA CAROLINA LOFFI</title>
      <link>https://padlet.com/701451718/17nau57qd8jxh5fs</link>
      <description>Criado por Gabriela Schubart de Oliveira, Isabela Carolina Loffi e Kisllen Cenzi.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-06-20 17:11:16 UTC</pubDate>
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         <title>Arte do assedio moral</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cartilha sobre assedio moral e sexual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 17:44:36 UTC</pubDate>
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         <title>Pontos mais relevantes da cartilha: </title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>  O assédio moral no trabalho são  atos estúpidos e sem ética que resultam em atitudes violentas. Os agressores dentro do ambiente de trabalho, diminuem os seus subordinados, xingando-os, destruindo seu psicológico e fazendo se sentir inferior.  <br>   Os principais alvos do assédio moral são mulheres e homens por motivo de sua raça ou etnia, orientação sexual, crença religiosa e competência profissional. <br>   O assedio moral é todo comportamento abusivo, como gestos, palavras e atitudes que ameaça outra pessoa.<br>   Alguns exemplos de assedio moral no trabalho são:  <br>• Ameaçar constantemente de demissão; <br>• Dar ordens desnecessárias ou sobrecarregar o trabalhador;<br>• Ignorar sua presença; <br>• Mandar executar tarefas acima ou abaixo do conhecimento da vítima;<br>• Obrigar as trabalhadoras a montarem uma escala de quando ficarão gestantes.<br>   Toda pessoa que sofre um assédio, pode ter consequenciais  com a sua saúde. Como dor, tristeza e sofrimento, podendo levar a causas piores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 17:50:28 UTC</pubDate>
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         <title>Conheço alguém que sofre assédio moral ou sexual no trabalho, o que devo fazer?</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>   Converse com esta pessoa, seja calmo e solidário,  depois tome as devidas providencias para ajula-la.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 18:41:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eu estou sofrendo assédio moral ou sexual, quais providencias devo tomar?</title>
         <author>701451718</author>
         <link>https://padlet.com/701451718/17nau57qd8jxh5fs/wish/634550405</link>
         <description><![CDATA[<div><br>   A primeira coisa que deve ser feita é resistir ao medo, anote tudo que o agressor fez com você<br>   O mais importante é resistir, pois o medo só reforça o comportamento do agressor.<br>   Procure ajuda de seus colegas e de quem testemunhou os fatos.    Procure o seu sindicato, as Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego, o Ministério Público, a Justiça do Trabalho e o Ministério do Trabalho e Emprego, que tem dois números para ligação gratuita: 0800 61 0101 (para a Região Sul e Centro-Oeste, Estados do Acre, Rondônia e Tocantins) e 0800 285 0101 (para as demais localidades). Relate os acontecimentos, pois eles o ajudaram a se proteger dessa situação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 18:47:46 UTC</pubDate>
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         <title>Cosmologia</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div>Filosofia<br><br>   A cosmologia é o estudo do Universo, de sua origem e de sua organização, de como este se formou, de como se organiza e dos elementos que o compõem.<br>   Atualmente, a cosmologia é uma vertente de estudos da Astronomia que lida diretamente com a origem do Universo por meio do uso de aparelhos tecnológicos e de cálculos físicos avançados.<br>   Os filósofos pré-socráticos são considerados cosmólogos por buscarem a origem racional do Universo.<br>   A tarefa do cosmólogo é determinar qual é a origem do Universo, de maneira científica e racional. </div>]]></description>
         <pubDate>2020-06-20 19:19:10 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito de alienação moral:</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>   Alienação moral é uma atuação manipulada do pensamento que ocorre na mente das pessoas que não conseguem mais pensar por si próprias, mas sim pelo o que os outros ou a mídia dita.<br>   Isto significa que o indivíduo perde a capacidade de raciocinar criticamente. Uma pessoa alienada moralmente é aquela que age sem saber dos seus direitos e aceita tudo passivamente sem questionar. Seus valores morais são aqueles que são transmitidos em novelas, isto porque essas pessoas estão tão dominadas que perderam o senso crítico.<br>   Um alienado moralmente é uma pessoa que vive mas não dá importância para o que se passa no mundo. Algumas pessoas são tão alienadas moralmente que não sabem nem mesmo a situação que nosso país está vivendo. O governo e a mídia são os principais agentes da alienação moral de massa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 16:30:49 UTC</pubDate>
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         <title>A alienação social:</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>   Na qual os humanos não se reconhecem como produtores das instituições sociopolíticas e oscilam entre duas atitudes: ou aceitam passivamente tudo o que existe, por ser tido como natural, divino ou racional, ou se rebelam individualmente, julgando que, por sua própria vontade e inteligência, podem mais do que a realidade que os condiciona. Nos dois casos, a sociedade é o outro, algo externo a nós, separado de nós, diferente de nós e com poder total ou nenhum poder sobre nós. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 16:33:24 UTC</pubDate>
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         <title>Assédio sexual:</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div>   O assédio sexual no ambiente de trabalho consiste em constranger colegas por meio de cantadas e insinuações constantes, com o objetivo de obter vantagens ou favorecimento sexual. Essa atitude pode ser clara ou sutil.     Pode ser falada ou apenas insinuada; pode ser escrita ou explicitada em gestos; pode vir em forma de coação - quando alguém promete promoção para a mulher, desde que ela ceda; ou, ainda, em forma de chantagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 16:52:59 UTC</pubDate>
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         <title>Alienação social:</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 17:03:26 UTC</pubDate>
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         <title>Alienação cultural:</title>
         <author>701451718</author>
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         <pubDate>2020-06-21 17:16:26 UTC</pubDate>
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         <title>Alienação no trabalho: </title>
         <author>701451718</author>
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         <pubDate>2020-06-21 17:16:49 UTC</pubDate>
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         <title>Alienação política</title>
         <author>701451718</author>
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         <pubDate>2020-06-21 17:17:29 UTC</pubDate>
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         <title>Alienação religiosa</title>
         <author>701451718</author>
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         <pubDate>2020-06-21 17:18:04 UTC</pubDate>
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         <title>Alienação moral na filosofia:</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>   Hegel (1770-1830), um dos mais importantes filósofos alemães, foi o primeiro a utilizar o termo “alienação”. Segundo ele, a alienação do espírito humano está relacionada com as potencialidades dos indivíduos e dos objetos que ele cria.<br>   Na filosofia, desde então, o conceito de alienação está associado a uma espécie de vazio existencial. Relaciona-se, assim, com a falta de consciência própria, de modo que o sujeito perde sua identidade, seu valor, seus interesses e sua vitalidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 17:43:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 17:45:41 UTC</pubDate>
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         <title>Alienação cultural:</title>
         <author>701451718</author>
         <link>https://padlet.com/701451718/17nau57qd8jxh5fs/wish/635196507</link>
         <description><![CDATA[<div><br>   Alienação cultural é a alienação (diminuição da capacidade dos indivíduos em pensar em agir por si próprios) através da cultura de massa que é a TV, os programas, revistas, jornais, rádios, panfletos e entre outros meios que faz com que as pessoas fiquem alienadas recebendo apenas a informação para que elas fiquem cada vez mais consumistas em vez de receber e ganhar conhecimentos culturais. Além disso as pessoas se tornam menos cultas por só receberem informações “selecionadas” .                      <br>   Essa alienação foi criada através do capitalismo onde a burguesia utiliza da cultura de massa para se beneficiar e dominar toda a população que vive e sustenta essa sociedade consumista.           </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 17:46:28 UTC</pubDate>
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         <title>Alienação no trabalho:</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>   O trabalho é o contexto que foi pensado por Marx. Em geral, um indivíduo pode estar alienado, ou seja, não ter plena consciência do que produz ou das condições de trabalho em que ele é submetido.<br>   A alienação torna o trabalho estranhado, o trabalhador não se apropria do que é produzido. O indivíduo não se reconhece no trabalho, se desumaniza, o trabalho longe de ser sua realização enquanto indivíduo é sua escravidão. Alienação da nossa própria vontade, de nossos sentidos utilizados pelo capitalista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 17:46:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Alienação política:</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>   Alienação Política é a incapacidade de um povo em se orientar politicamente conforme seus próprios interesses. É o desinteresse total pelos fatos políticos.<br>   Há quem a defina como a perda da própria identidade, dependência, falta de autonomia, ocasionando a apatia, a indiferença, a passividade, a falta de interesse. O homem cria instituições, leis, direitos etc., porém, não se sente criador e sim, criatura. Tomamos como exemplo a questão política.</div><div>   De acordo com os pensadores Platão e Aristóteles, o homem é um animal político e esta concepção parte do pressuposto de que o verdadeiro cidadão é aquele que efetivamente participa da vida em sociedade; um ser social é um ser político, pois a política nada mais é que condição do bem comum. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 18:14:56 UTC</pubDate>
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         <title>Alienação religiosa: </title>
         <author>701451718</author>
         <link>https://padlet.com/701451718/17nau57qd8jxh5fs/wish/635220633</link>
         <description><![CDATA[<div><br>   Karl Marx define a religião pura e simplesmente como uma projeção de nossa realidade terrena para um plano superior metafísico. A religião consiste para ele em um mundo fantástico, criado pela mente humana que tenta dar a certos fenômenos naturais um ar sobrenatural, isto significa que religião com o seu Deus não passa de uma mera ilusão, algo a que não se deve dar crédito.<br>   Karl Marx é contra a religião e um dos fatores que provavelmente o influenciou  contra a religião foi a sua história de vida. Ele viveu em um ambiente em que os cidadãos não podiam exercer as profissões se não fossem cristãos. A família de Marx era de origem judaica, seu pai aceitou o batismo na igreja luterana, simplesmente para exercer sua profissão. “A imposição externa de um credo religioso certamente contribuiu para orientar religiosamente o espírito de Marx, que, com toda a probabilidade, foi ateu desde a mocidade” (ROVIGHI, 1990, p. 78).<br>   Para Marx, a religião não passa de uma “quimera”, ilusão, e aqueles que aderem a tal alucinação, são fracos e incapazes de enfrentar suas dificuldades. “A religião é o ópio do povo, porque engana o homem, induzindo-o a pensar que deve aceitar com mansidão o seu presente estado de vida” (FADDEN, 1963, p. 154). Por isso, para Marx, somente quando a religião for destruída é que o homem recuperará a sua liberdade e dignidade.<br>   </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 18:21:14 UTC</pubDate>
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         <title>Cosmologia e cosmogonias</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>   Antes do surgimento da Filosofia, quem apresentava a origem do Universo eram as mitologias, por meio de narrativas cosmogônicas.<br>   Os primeiros deuses, Zeus, Hades e Poseidon, foram os que libertaram o Universo da crueldade de Chronos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 18:46:45 UTC</pubDate>
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         <title>Cosmologia grega</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>   Tales foi o primeiro cosmólogo da tradição grega. Sua especulação pode parecer-nos absurda hoje, mas também pode ser considerada o primeiro pilar da cosmologia grega, porque Tales não buscou um elemento sobrenatural para explicar o Universo e sim postulou que a origem estava dentro da natureza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 18:47:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 18:49:52 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução:</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>   <a href="https://www.todamateria.com.br/santo-agostinho/">Santo Agostinho</a> (354-430) foi teólogo, bispo, filósofo e o principal expoente da Patrística. Seus estudos estiveram voltados para a luta do bem e do mal (maniqueísmo), bem como do neoplatonismo.<br><br></div><div>  Além disso, ele focou no desenvolvimento do conceito de “pecado original” e do “livre arbítrio” como forma de livrar do mal. A “predestinação divina”, associada à salvação dos homens pela graça divina, também foi um dos temas explorados por Agostinho.<br><br></div><div>  Acreditava na fusão da fé (representada pela Igreja) e da razão (representada pela Filosofia) para encontrar a verdade. Ou seja, as duas poderiam trabalhar juntas, cuja razão auxiliaria a busca da fé, que por sua vez, não poderia ser atingida sem o pensamento racional.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-25 23:31:35 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento:</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div>   Diante de seu pensamento cristão, Agostinho reinterpreta toda a filosofia moral grega, em especial a platônica. Na primeira parte do livro, A Cidade de Deus, possui um capitulo no qual praticamente resume a visão de Agostinho sobre a Ética como um todo. Agostinho, depois de esclarecer, no Capítulo VIII do Livro VIII, que “a moral, chamada em grego ethiké, trata do bem supremo” (ênfase acrescentada) escreve sobre o bem supremo onde ele cita a relação entre o corpo, a alma e o espirito. Segundo Agostinho, a alma foi criada por Deus para ter o poder sobre o corpo, e que  o corpo é inferior ao espírito pois diante de seus pensamentos o corpo é o lugar onde possui se os pecados e os erros, já o espírito é o lugar onde possui a graça e a percepção por meio da fé.<br><br></div><div>   Agostinho é o primeiro pensador a tentar combinar a razão grega com a fé hebraica. Suas reflexões sobre a liberdade de escolha, como do pecado de Adão, dão origem a um novo conceito, a saber, a vontade. A livre escolha de Agostinho inclui tanto elementos emotivos quanto cognitivos, ao contrário da divisão simplista entre paixões e razão. Nas Confissões, Agostinho reinventa o livre arbítrio, já presente em Paulo e em outros pensadores. Agostinho, entretanto, marca mais profundamente a noção de livre arbítrio, ou seja, que é o “eu que queria e o eu que não queria; eu era eu.” Ou seja, mostrar alguém livre, avaliando suas escolhas e consequências. <br><br></div><div>   Este tema favorece ao indivíduo a opção da escolha de suas ações, pois o indivíduo, segundo Agostinho, age de acordo com a sua intenção. Ele também fala que o mal e o bem não são essências ontológicas, em que o bem liga-se com a instância “espiritual” e o mal à materialidade, mas, na verdade, todas as coisas são boas, como a influência das sagradas escrituras da tradição judaico-cristã, o que qualificaria o mal, na verdade, seria a intenção do ser humano que estaria em desacordo com um querer universal. <br><br></div><div>   No livre arbítrio, o homem tem a liberdade de escolha de todas suas ações, sejam elas boas ou más. Desta forma, é necessária a abordagem por meio dos juízos de valores, dizer se algo é bom ou ruim. Essas ações dependem da vontade e intenção do ser humano. <br><br></div><div>   Ou seja, no pensamento agostiniano, a vontade humana tem o seguinte papel, o exercício do livre arbítrio. Deus dá a liberdade para o homem, tomar as decisões de todas as suas ações, escolhendo agir de acordo com o bem ou o mau. <br><br></div><div>   Procurando conciliar a fé e razão, Agostinho interpreta novamente o lugar das virtudes na vida moral. A maior contribuição de Agostinho, é a de mostrar que a verdadeira virtude é contraria da ética pagã grega, a fé em Deus somente será alcançada na vida pós-morte, na cidade de Deus. Agostinho pode ser considerado um dos primeiros pensadores ocidentais, se por “filosofia ocidental” entendermos a união entre a razão grega e a fé judaico-cristã. As virtudes cardeais só terão valor moral se baseadas na fé cristã e no amor agostiniano. As virtudes pagãs são, para Agostinho, vícios, pois carecem da fé. <br><br></div><div>   Agostinho reinterpreta, em Sobre a Moral da Igreja Católica, as virtudes dessa forma:<br><br></div><div>´´Sustento que a virtude é nada senão amor perfeito a Deus... A temperança é amor doado inteiramente àquilo que é amado; a fortaleza é o amor disponível a todas as coisas com vistas ao objeto amado; a justiça é amor servindo somente o objeto amado e, portanto, governando corretamente; a prudência é o amor sábio escolhendo aquilo que favorece e rejeitando o contrário. O objeto desse amor é nada, senão Deus, o bem supremo, a mais alta sabedoria, a perfeita harmonia``. (1948: 331-2)<br><br></div><div>   A diferença entre a ética de Platão e Agostinho está no fato de Plantão usar da razão para se chegar a verdade última, utilizando de pensamento crítico e lógico, ao contrário de Agostinho usa como ferramenta a fé, como ponte de ligação para o conhecimento metafísico Santo Agostinho, levou esse pensamento para igreja, como se no mundo das idéias ficasse Deus e no mundo sensível fosse a terra e ficassem os homens, porque os homens são cópias de Deus.<br> <br>    Agostinho, ética o amor é entendida como aquilo que caminha toda a ordem moral. O amor tem como finalidade a caridade. Esse amor será orientado pela vontade, que leva à liberdade, tendo como fim a ordem da caridade. O amor será visto como o íntimo da vontade dos humanos. Se o ser humano, diferentemente dos animais, pode ser caracterizado como um ser de vontade, afirma-se que ele é movido por amor. Deus será visto como a fonte do verdadeiro amor.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-25 23:32:59 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão:</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div>   Diante dos textos, concluímos que Agostinho possui um pensamento cristão, já Platão, tinha como pensamento o mundo das ideias e o mundo sensível. Santo Agostinho, levou esse pensamento para igreja, como se no mundo das ideias ficasse Deus, e no mundo sensível fosse a terra onde ficariam os homens, pois são cópias de Deus. <br><br></div><div>   Agostinho e Platão, foram dois grandes filósofos que possuíam muito conhecimento diante a filosofia moderna e antiga.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-25 23:47:38 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento da filosofia helenista:</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>   O período helenístico refere-se ao período da história da Grécia e de parte do Oriente Médio compreendido entre a morte de Alexandre o Grande em 323 a.C. e a anexação da península grega e ilhas por Roma em 146 a.C.<br>    Entre os séculos II e I a.C., os reinos helenísticos foram aos poucos sendo conquistados pelos romanos.<br> <br> <strong>Império Macedônico.</strong><br> <br> Os macedônios habitavam a região situada no norte da Grécia. Durante muito tempo esses povos eram chamados de bárbaros pelos habitantes da Hélade, região entre a Grécia central e a do norte – cujos habitantes eram chamados de Helenos – ainda que, como eles, fossem de origem indo-europeia.<br> Em 338 a.C. os gregos foram derrotados na Batalha de Queroneia, pela forças macedônicas, que em pouco tempo dominaram toda a Grécia.<br> Em 336 a.C., o imperador Felipe II é assassinado, assumindo o trono, seu filho, Alexandre Magno que, durante dez anos de seu reinado (333-323 a.C.), conquistou extensa região, formando o maior império até então conhecido.<br> Depois da morte de Alexandre, sem deixar herdeiros, o império foi dividido entre seus generais, formando três grandes reinos:<br> <br> Ptolomeu (Egito, Fenícia e Palestina);<br> <br> Cassandro (Macedônia e a Grécia);<br> <br> Seleuco (Pérsia, Mesopotâmia, Síria e Ásia Menor).<br> <br> Assim, surgiram dinastias de soberanos absolutistas que enfraqueceram a unidade mantida nos tempos de Alexandre e aos poucos foram caindo sob o domínio romano.<br> <br> <strong>A Civilização Helenística.</strong><br> <br> A civilização helenística foi o resultado da fusão de diversas sociedades, principalmente grega, persa e egípcia.<br> <br> <strong>Cultura Helenística.</strong><br> <br> Nesse contexto, elementos gregos acabaram-se fundindo com as culturas locais. Esse processo foi chamado de Helenismo e a cultura grega mesclada a elementos orientais deu origem à Cultura Helenística, numa referência ao nome como os gregos chamavam a si mesmos – Helenos.<br> Os Helenos desenvolveram a pintura e a escultura, onde retratavam com perfeição a natureza e o movimento dos corpos. Um exemplo é a escultura de mármore, "Laocoonte e seus filhos".<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-01 00:03:33 UTC</pubDate>
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         <title>Escolas do helenismo:</title>
         <author>701451718</author>
         <link>https://padlet.com/701451718/17nau57qd8jxh5fs/wish/710379075</link>
         <description><![CDATA[<div><br>   As escolas helenísticas têm em comum a atividade filosófica, como amor e investigação da sabedoria. Todas elas definiam a sabedoria como um estado de perfeita tranquilidade da alma. <br><br>Todas as escolas helenísticas trazem certa herança socrática ao admitir que os homens estão submersos na miséria, na angústia e no mal.<br><br></div><div>   As principais escolas filosóficas do Período Helenístico foram o cinismo, o ceticismo, o epicurismo e o estoicismo.</div><div><br>Todas procuravam, basicamente, estabelecer um conjunto de preceitos racionais para dirigir a vida de cada um e, através da ausência do sofrimento, chegar à felicidade e ao bem-estar.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-01 00:04:04 UTC</pubDate>
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         <title>Epicurismo:</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>   Epicurismo é um sistema criado por um filósofo ateniense chamado <strong>Epicuro de Samos </strong>(341-271 a.C.), conhecido como o "Profeta do Prazer e da amizade". Epicuro propunha a ideia de que o ser humano deve buscar o prazer da vida e também que o supremo prazer seria de natureza intelectual e obtido mediante o domínio das paixões. </div><div> </div><div>   O epicurismo prega a procura dos prazeres moderados para atingir um estado de tranquilidade e de libertação do medo, com a ausência de sofrimento corporal pelo conhecimento do funcionamento do mundo e da limitação dos desejos. Quando os desejos são muito intensos, podem causar perturbações frequentes, assim se tornando difícil encontrar a felicidade e manter a saúde de corpo e espirito.</div><div>Existem vários fundamentos básicos do Epicurismo, mas o que mais se destaca é o desejo para encontrar a felicidade, buscar a saúde da alma, lembrando que o sentido da vida é o prazer.</div><div> </div><div>   Os seguidores do epicurismo são chamados de epicuristas e, de acordo com o sistema filosófico, devem procurar evitar a dor e as perturbações, levar uma vida longe das multidões, mas não solitário, longe dos luxos excessivos, se colocando em harmonia com a natureza e desfrutando da paz.<br><br></div><div>   Outro valor defendido pelo epicurismo e seus defensores é a amizade. A amizade traz uma grande felicidade para as pessoas, a convivência pode ocasionar uma troca saudável de pensamentos e opiniões enriquecedoras.<br><br></div><div>   Segundo Epicuro, o criador do epicurismo, as pessoas não podem viver de forma agradável se não forem prudentes, gentis com os outros e justas em suas atitudes e pensamentos sem viver prazerosamente. As virtudes então devem ser praticadas como garantia dos prazeres.<br><br></div><div>   O epicurismo, serviu de   base   ao   hedonismo, filosofia que também defende a busca do prazer, mas que não diferencia os tipos de prazeres, tal como faz Epicuro, que defendia que o prazer é o princípio e o fim de uma vida feliz.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-01 00:05:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estoicismo: </title>
         <author>701451718</author>
         <link>https://padlet.com/701451718/17nau57qd8jxh5fs/wish/710383953</link>
         <description><![CDATA[<div><br>   O Estoicismo ou Escola Estoica<strong> </strong>foi uma das correntes filosóficas do helenismo mais influentes na antiguidade. É uma doutrina filosófica fundamentada nas leis da natureza, que surgiu na Grécia.    Foi fundada pelo filósofo grego <strong>Zenão de Cítio</strong> (333 a.C.- 263 a.C.), e vigorou durante séculos, tanto na Grécia, quanto em Roma. A doutrina ficou efetivamente conhecida ao chegar em Roma. O seu tema central defendia que todo o universo seria governado por uma lei natural divina e racional.</div><div>   O estoicismo, corrente que enfatizava a paz de espírito e considerava a autossuficiência seu maior objetivo, baseou-se na filosofia de influência platônica (referente aos ideais do filósofo grego Platão) e no “Cinismo”. <br><br></div><div>   Ou seja, uma corrente filosófica onde a "virtude" é considerada suficiente para atingir a felicidade. Além disso, a escola estoica influenciou o desenvolvimento do Cristianismo.<br><br></div><div>   O ESTOICISMO preza a fidelidade ao conhecimento e o foco em tudo aquilo que pode ser controlado somente pela própria pessoa, desprezando todos os tipos de sentimentos externos, como a paixão e os desejos extremos.<br><br></div><div>   Sendo assim, para o ser humano alcançar a verdadeira felicidade, deveria depender apenas das suas “virtudes”, ou seja, os seus conhecimentos e valores, abdicando totalmente o “vício”, que é considerado pelos estoicos um mal absoluto.<br><br></div><div>   O estoicismo também ensina a manter uma mente calma e racional, independente do que aconteça. Ensina que isso ajuda o ser humano a reconhecer e se concentrar naquilo que pode controlar e a não se preocupar e aceitar o que não pode controlar.<br><br></div><div>Os princípios da filosofia estoica, que norteiam os seguidores da doutrina, são:<br><br></div><div>·        A virtude é o único bem e caminho para a felicidade;<br><br></div><div>·        A pessoa deve sempre priorizar o conhecimento e o agir com a razão;<br><br></div><div>·        O prazer é um inimigo do homem sábio;<br><br></div><div>·        O universo é governado por uma razão universal natural e divina;<br><br></div><div>·        As atitudes têm mais valor que as palavras, ou seja, o que é feito tem mais importância do que é dito;<br><br></div><div>·        Os sentimentos externos tornam o homem um ser irracional e não imparcial;<br><br></div><div>·        Não se deve perguntar porque algo aconteceu na sua vida e sim, aceitar sem reclamar, focando apenas no que pode ser modificado e controlado naquela situação;<br><br></div><div>·        Agir de forma prudente e assumir a responsabilidade sobre os seus atos;<br><br></div><div>·        Tudo ao nosso redor acontece de acordo com uma lei de causa e efeito;<br><br></div><div>·        A vida e as circunstâncias não são idealizadas. O indivíduo precisa conviver e aceitar a sua vida da forma que ela é.<br><br></div><div>   A partir desses princípios é possível entender que uma pessoa estoica é aquela que não se deixa levar por crenças, paixões e sentimentos que são capazes de tirar a racionalidade de uma pessoa na hora de agir, como desejos, dor, medo e prazer. A pessoa estoica busca agir de forma racional. Não que o estoico seja um indivíduo sem sentimentos, mas ele não é prisioneiro deles.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-01 00:07:27 UTC</pubDate>
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         <title>Ceticismo:</title>
         <author>701451718</author>
         <link>https://padlet.com/701451718/17nau57qd8jxh5fs/wish/710389690</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>   <br>   Ceticismo</strong> é uma corrente filosófica fundada pelo filósofo grego <strong>Pirro de Élis</strong> (318-272 a.C.), caracterizada, essencialmente, por duvidar de todos os fenômenos que rodeiam o ser humano. É qualquer atitude de questionamento para com o conhecimento, fatos, opiniões ou crenças estabelecidas, é a doutrina da qual a mente humana pode não atingir certeza alguma a respeito da verdade.</div><div>  <br>   Ceticismo é um estado de quem duvida de tudo, de quem é descrente. Um indivíduo cético, que não confia, que tem por base a afirmação de que o homem não tem capacidade de atingir a certeza absoluta sobre uma verdade ou conhecimento específico. No extremo oposto ao ceticismo como corrente filosófica encontra-se o dogmatismo.<br><br></div><div>   O cético questiona tudo o que lhe é apresentado como verdade e não admite a existência de dogmas, fenômenos religiosos ou metafísicos. Também pode usar o pensamento crítico e o método científico (ceticismo científico) como tentativa de comprovar a veracidade de alguma tese. No entanto, o recurso ao método científico não é uma necessidade imperiosa para o cético, podendo muitas vezes preferir a evidência empírica para atestar a validade das suas ideias.<br><br></div><div>   Segundo Pirro, suas teorias, nenhum conhecimento são seguros, tudo é incerto. Ele defendia que se deve contentar com as aparências das coisas, desfrutar o imediato captado pelos sentidos e viver feliz e em paz, em vez de se lançar à busca de uma verdade plena, pois seria impossível ao homem saber se as coisas são efetivamente como aparecem. </div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-01 00:11:25 UTC</pubDate>
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         <title>Cinismo: </title>
         <author>701451718</author>
         <link>https://padlet.com/701451718/17nau57qd8jxh5fs/wish/710391741</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O Cinismo foi uma escola filosófica grega criada por <strong>Antístenes</strong>, seguidor de <strong>Sócrates</strong>, aproximadamente no ano 400 a.C., mas seu nome de maior destaque foi <strong>Diógenes de Sinope</strong>. Estes filósofos menosprezavam os pactos sociais, defendiam o desprendimento dos bens materiais e a existência nômade que levavam.<br> </div><div>   O grupo de filósofos associados ao cinismo tornou-se conhecido por seu comportamento, estabelecendo, assim, uma perspectiva ética. Acreditavam que a felicidade estaria relacionada a uma vida simples<strong> </strong>e sem as complexidades das regras e valores sociais. Os cínicos eram, então, pessoas que desprezavam os ordenamentos sociais e viviam em circunstâncias consideradas degradantes para um grego, assemelhando-se a animais.</div><div>   <br>   Conduzir a própria vida de acordo com o que se acreditava era um posicionamento valorizado na cultura grega da antiguidade, e o comportamento dos filósofos cínicos apontava para uma distinção filosófica entre os aspectos naturais e os costumes humanos.</div><div> <br>  Levavam ao extremo a filosofia de Sócrates, segundo a qual o homem deve procurar conhecer a si mesmo e desprezar todos os bens materiais. Por isso Diógenes, o pensador mais destacado dessa escola, é conhecido como o “Sócrates demente”, ou o “Sócrates louco”, pois questionava os valores e as tradições sociais e procurava viver estritamente conforme os princípios que</div><div>considerava moralmente corretos. </div><div>   <br>   Os cínicos foram filósofos que repudiaram costumes e valores da Grécia Antiga, acreditavam que a virtude estaria em aceitar as consequências de uma vida sem posses e despretensiosa. Eles demonstravam seus ideais nas ações e depreciavam o conhecimento teórico, eram criticados por seu comportamento 🤬 e descomedido em locais públicos. <br><br>   A palavra “cínico” origina-se de uma palavra grega que remete à “cachorro”, pois eles diziam que a vida destes animais, seria igual à pregada pelos cínicos.<br><br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-01 00:12:50 UTC</pubDate>
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         <title>Principais conceitos:</title>
         <author>701451718</author>
         <link>https://padlet.com/701451718/17nau57qd8jxh5fs/wish/710417404</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Ética de Aristóteles:</strong><br><br>    É a felicidade, o que as pessoas buscam, não é algo passageiro ou momentâneo, não é prazeres, se entende como algo de longa duração e estável, acontece pelas ações da excelência.<br>   A virtude excelência está no meio do excesso e a carência. É alcançada por meio da reflexão das nossas atitudes, da prática das ações feitas racionalmente. Hábito das boas ações.<br><br><strong> Ética de Epicuro:</strong><br> <br> O objetivo de tudo é a felicidade que pode ser conquistada pelas ausência de perturbação, não ter dores, ter prazer, precisa ter amizades, se alto conhecer e dominar .<br> <br><strong> Ética do Estoicismo: <br></strong><br> Aqui o objetivo central é também a Felicidade e para ser feliz você precisa ser forte, correto.<br> A felicidade e obtida por ausência de incômodo, não ter dores, ter razão, virtude , se alto dominar</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-01 00:29:14 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução:</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div>   <br>   Tomás de Aquino sempre esteve presente no assunto da existência de Deus, no qual diante disso, no seu primeiro livro na questão 2 esteve apresentando esse assunto em cinco vias. Tomás de Aquino logo de cara se depara em responder sobre a existência de Deus no qual esclareceu o próprio Tomás (Suma Teológica I, q.2, a.1. RESP.) afirma que “como não conhecemos a essência de Deus, esta proposição não é evidente para nós”. Diante de sua fala vemos que para quem não conhece a Deus passa a ser complicado em mostrar que realmente ele exista, com isso como Tomás queria trazer a existência de Deus para aqueles que não vejam a sua essência e que não conseguem afirmar a sua existência. Tomás de Aquino no seu livro, separou cinco vias para mostrar a existência de Deus de uma maneira na qual possa ser compreendida. <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-23 01:57:43 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento:</title>
         <author>701451718</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>   Filho do conde Landolfo de Aquino e de Teodora, Tomás nasceu no castelo de Aquino, em Roccasecca, entre o ano de 1224/1225. De 1230 a 1239, foi educado no mosteiro de Monte Cassino. De 1239 a 1244, ele estudou artes liberais na Universidade de Nápoles. Em 1244, Tomás juntou-se à cruel ordem monástica dos monges dominicanos em Nápoles (embora a família se opusesse). Foi para a Universidade de Paris, trabalhou como mestre em Alberto Magno, foi nomeado sacerdote em 1250/1251 e foi para a Universidade de Paris em busca de inovação. Ele começou a escrever Summa Teológica em 1268 e terminou em 1273. </div><div>   De acordo com o pensamento de Tomé na Suma Teológica, a questão central da filosofia é responder a perguntas sobre Deus, por exemplo, se Deus existe. De ​​acordo com Tomás, a própria estrutura do ser humano exige que o conhecimento comece pelos seus sentidos, elevando-se a partir deles ao mundo suprassensível, a Deus. A Suma Teológica retoma a metafísica aristotélica através de uma interpretação cristã afim de poder fundamentar as provas para a existência de Deus.</div><div>   A segunda questão no primeiro livro de Sama envolve a seguinte questão filosófica: Deus existe? Para Tomás de Aquino, sim. Tomás expõe inicialmente desta questão, dois argumentos contra a existência de Deus, o primeiro argumento apresentado, por exemplo, é sobre o problema do mal, mostrando neles sua falta de coerência. </div><div>   Tomás cristianizou o pensador grego Aristóteles ao tomar seus principais conceitos e pô-los a serviço da fé. As quatro causas aristotélicas, o princípio de não contradição, as noções de substância, ato e potência foram fundamentais para a fundamentação da prova racional da existência de Deus. Algumas “correções” são feitas por Tomás de Aquino ao cristianizar o pensamento aristotélico. Por exemplo, o vir a ser, passagem do Ato para a Potência, mesmo em seres da natureza, não é autodeterminado, pois quem define essa mudança é Deus. Tomás também cria uma distinção entre a coisa e a essência (antes profundamente associadas, já que sem sua essência, uma coisa não existe). Deus é o único ser que existe em plenitude, ou seja, que sua existência coincide com sua essência. Para um ser humano, existir é o ato de ser sua essência, mas o ser humano está exposto a possibilidade de deixar de existir, deixando de participar de sua essência. Como Deus é o ser pleno, Ele existe sempre e permite que outras essências se realizem em seres existentes.</div><div>   Para Tomás de Aquino é possível provar a existência de Deus através de “cinco vias”, cinco argumentos. Todas as cinco vias necessitam de uma causa transcendente, pois sem tal ela não poderia existir. <strong>As cinco vias são as seguintes:</strong></div><div> </div><div>·       <strong>Via do movimento/primeiro motor:</strong> A primeira via fala de um fato do mundo: o movimento. Conseguimos facilmente perceber o movimento das coisas através de nossos sentidos. No mundo, algumas coisas são movidas, tudo o que é movido é movido por outro, não se pode preceder até ao infinito nos moventes e movidos, logo é necessário um primeiro motor, que é Deus. Tudo que se move precisa ser movido por alguém, mas quem moveu esse alguém? Isso iria ao infinito se não houvesse um motor imóvel, ou seja, algo que dê origem a todo movimento, mas que não se move. Tomás de Aquino diz que esse motor é Deus.</div><div>·       <strong>Via da causa eficiente: </strong>Na segunda via é defendida a existência de uma causa primeira para conseguir explicar a cadeia de causas que acontecem no mundo. No mundo todas as coisas tem uma causa eficiente, nada pode ser a causa eficiente de si mesmo, não é possível que se proceda até o infinito nas causas eficientes. Logo, existe uma causa primeira eficiente, que é Deus. Tudo que existe precisa ter sido criado, não é possível que tudo tenha em si mesmo sua origem, mas se uma coisa dá origem à outra é preciso que haja uma causa que tenha causado a sucessão dos efeitos, essa primeira causa é Deus.</div><div>·       <strong>Via do contingente e do necessário:</strong> Na terceira via é defendida a existência de um ser necessário na qual dependem todos os seres contingentes.  No mundo, há coisas contingentes que existem, mas poderiam não existir, é preciso que algo seja necessário entre as coisas, não é possível que se proceda ao infinito nas coisas necessárias. Logo, existe um primeiro necessário, que é Deus. Tudo que existe um dia não existiu e pode se extinguir, mas se tudo é contingente nada poderia existir. Já vimos que para que algo exista é preciso que alguma coisa anterior dê origem, logo, há um ser que sempre existiu sem ter sido gerado por nada, um ser necessário, que é gerador de todos os seres</div><div>·       <strong>Via dos graus de perfeição:</strong> A quarta via fala sobre a existência de um ser máximo na qual todos os seres presentes no mundo participam no mesmo com Ele em diferentes graus de perfeição. No mundo, as coisas têm diferentes graus de perfeição, os graus de perfeição atribuem-se em relação à proximidade do grau máximo, o grau máximo de um gênero é a causa de todas as coisas desse gênero. Logo, há algo que é a causa da existência para todas as coisas, que é Deus. Todas as coisas são melhores ou piores quando relacionadas a outras, precisa haver um paradigma de comparação. Se uma coisa é mais ou menos quando comparada com outras, é preciso admitir que há um ser que contém em si todas as perfeições em seu máximo grau, esse ser é Deus.</div><div>·       <strong>Via do governo das coisas/da finalidade ser: </strong>Na quinta e última via Tomás de Aquino argumenta sobre a existência de arquiteto inteligente que governa, coordena ou dá uma finalidade a todas as coisas no mundo. No mundo, algumas coisas operam por causa de um fim, estas coisas não atingem o fim por acaso, estas coisas não tendem para um fim a não ser que estejam sendo dirigidas por algo inteligente. Logo, existe algo inteligente, que é Deus, que dirige as coisas a um fim. Todas as coisas na natureza obedecem a uma ordem e se orientam a um fim, como a flecha orientada pelo arqueiro. Assim existe um ser que ordena todas as coisas e faz com que tudo chegue a seu fim, esse ser é Deus.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-23 01:59:13 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão:</title>
         <author>701451718</author>
         <link>https://padlet.com/701451718/17nau57qd8jxh5fs/wish/770594339</link>
         <description><![CDATA[<div><br>   Para Tomas Deus é o ser e não um ente por participação. Caso Deus fosse um ente por participação ele não seria um ente por essência. “se [Deus] não fosse seu próprio ser, Ele seria um ente por participação, e não por essência. Não seria então o primeiro ente, o que é um absurdo para ele. Logo, Deus é o seu ser, e não apenas sua essência”.<br><br></div><div>   Tomás de Aquino tem um esforço racional em resolver de forma satisfatória o problema da existência Deus. O modo como Tomás responde a esse problema é um modo bastante coerente com todo o seu pensamento. Além disso, a riqueza do pensamento de Tomás contribui para pensar Deus também no período posterior ao “doutor angélico”, muito por causa da profundidade da reflexão Tomista.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-23 02:01:29 UTC</pubDate>
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