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      <title>FERIDAS by Ana Carolina Miranda Mazzinghy</title>
      <link>https://padlet.com/anamazzinghy/Bookmarks</link>
      <description>Aluna: Ana Carolina Miranda Mazzinghy - 4º Período</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-12 17:02:07 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-04-09 13:50:00 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>1) Para que o profissional de enfermagem possa desenvolver os cuidados necessários referentes ao tratamento de feridas, torna-se necessário o conhecimento da fisiologia do processo de cicatrização. A cicatrização acontece em três fases distintas. Pesquise sobre elas.</title>
         <author>anamazzinghy</author>
         <link>https://padlet.com/anamazzinghy/Bookmarks/wish/1408644845</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A primeira fase é a <strong><em><mark>"Fase Inflamatória"</mark></em></strong>: inicia imediatamente após a lesão, com a liberação de substâncias vasoconstritoras (diminuição dos vasos), pelas membranas celulares. O endotélio lesado e as plaquetas estimulam a cascata da coagulação (barreira protetora para evitar entrada de microorganismos). Visando a hemostasia (diminuindo do fluxo sanguíneo), essa cascata é iniciada e grânulos são liberados das plaquetas, as quais contêm fator de crescimento de transformação. O coágulo é formado por colágeno, plaquetas e trombina, que servem de reservatório proteico para síntese de citocinas e fatores de crescimento, aumentando seus efeitos (formação de novas células protetoras). Desta forma, a resposta inflamatória se inicia com vasodilatação e aumento da permeabilidade vascular, promovendo a quimiotaxia (migração de neutrófilos para a ferida).</li></ul><div><br></div><ul><li>A segunda fase é a chamada <strong><em><mark>"Fase Proliferativa",</mark></em></strong> é constituída por quatro etapas fundamentais: epitelização, angiogênese, formação de tecido de granulação e deposição de colágeno. Esta fase tem início ao redor do 4º dia após a lesão e se estende aproximadamente até o término da segunda semana. A epitelização ocorre precocemente. Se a membrana basal estiver intacta, as células epiteliais migram em direção superior, e as camadas normais da epiderme são restauradas em três dias. Se a membrana basal for lesada, as células epiteliais das bordas da ferida começam a proliferar na tentativa de restabelecer a barreira protetora. A parte final da fase proliferativa é a formação de tecido de granulação. Os fibroblastos e as células endoteliais são as principais células da fase proliferativa. Os fibroblastos dos tecidos vizinhos migram para a ferida, porém precisam ser ativados para sair de seu estado de quiescência. O fator de crescimento mais importante na proliferação e ativação dos fibroblastos é o PDGF12. Em seguida é liberado o TGF-β, que estimula os fibroblastos a produzirem colágeno tipo I e a transformarem-se em miofibroblastos, que promovem a contração da ferida. Entre os fatores de crescimento envolvidos no processo cicatricial podem ser citados o PDGF, que induz a proliferação celular, a quimiotaxia e a síntese matricial; o fator epidérmico, que estimula a epitelização; o fator transformador alfa, responsável pela angiogênese e pela epitelização; o fator fibroblástico, que estimula a proliferação celular e angiogênese e o fator transformador beta, responsável pelo aumento da síntese matricial.</li></ul><div><br></div><ul><li>A última fase é a <strong><em><mark>"Fase de Maturação"</mark></em></strong>, a característica mais importante desta fase é a deposição de colágeno de maneira organizada, por isso é a mais importante clinicamente. O colágeno produzido inicialmente é mais fino do que o colágeno presente na pele normal, e tem orientação paralela à pele. Com o tempo, o colágeno inicial (colágeno tipo III) é reabsorvido e um colágeno mais espesso é produzido e organizado ao longo das linhas de tensão. Estas mudanças se refletem em aumento da força tênsil da ferida. A reorganização da nova matriz é um processo importante da cicatrização. Fibroblastos e leucócitos secretam colagenases que promovem a lise da matriz antiga. A cicatrização tem sucesso quando há equilíbrio entre a síntese da nova matriz e a lise da matriz antiga, havendo sucesso quando a deposição é maior. Mesmo após um ano a ferida apresentará um colágeno menos organizado do que o da pele sã, e a força tênsil jamais retornará a 100%, atingindo em torno de 80% após três meses.</li></ul><div><strong><em><br>FONTE:</em></strong> CAMPOS, A.C.L; BORGES-BRANCO, Alessanda; GROTH, Anne Karoline. Cicatrização de Feridas: Wound Healing. ACBD: Arquivos Brasileiros de Cirurgia Digestiva, São Paulo - SP. v. 20, n. 1, jan./2007. Disponível em: &lt;https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-67202007000100010#:~:text=O%20processo%20de%20cicatriza%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A9,da%20matriz%20extracelular%20dos%20tecidos.&gt;. Acesso em: 12 abr. 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 17:42:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anamazzinghy/Bookmarks/wish/1408644845</guid>
      </item>
      <item>
         <title>2) Vários instrumentos estão disponíveis para avaliar pacientes que estão em risco de desenvolver uma lesão por pressão. Escala de Braden contém seis sub-escalas: percepção sensorial, umidade, atividade, mobilidade, nutrição e atrito/cisalhamento. Pesquise.</title>
         <author>anamazzinghy</author>
         <link>https://padlet.com/anamazzinghy/Bookmarks/wish/1408861062</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o intuito de melhorar a atenção dos pacientes com risco em desenvolver lesão por pressão (LP) e reduzir sua ocorrência, alguns serviços de saúde elaboram protocolos, os quais aplicam medidas preventivas a serem adotadas conforme o risco do paciente, avaliado por escalas de predição padronizadas, sendo a mais utilizada a <strong><mark>Escala de Braden (EB)</mark></strong>. A escala de Braden, é composta por seis subescalas: <strong>percepção sensorial</strong> (habilidade de responder à pressão – relacionada ao desconforto); <strong>umidade </strong>(nível ao qual a pele é exposta à umidade); <strong>atividade </strong>(grau de atividade física); <strong>mobilidade </strong>(capacidade de controlar a posição do corpo); <strong>nutrição </strong>(padrão usual de consumo alimentar); <strong>atrito e cisalhamento</strong> (quando duas superfícies entram em atrito uma com a outra e o paciente desliza na cama - esqueleto e tecidos mais próximos se movimentam, mas a pele permanece imóvel).<br>As cinco primeiros subescalas recebem uma pontuação que varia de um a quatro, enquanto que atrito e cisalhamento, de um a três.<br>A soma de cada subescala resulta na estratificação em faixas, em que os menores valores indicam as piores condições. Assim, o risco para o desenvolvimento de LP dependerá do escore da EB, verificado por meio da avaliação do paciente, descrito da seguinte forma: sem risco – 19 a 23 pontos; baixo – 15 a 18 pontos; moderado – 13 a 14 pontos; alto – 10 a 12 pontos; ≤9 – muito elevado. Os pacientes sem risco (escore 19 a 23) e de risco baixo (escore de 15 a 18) deverão ser avaliados a cada 72 horas e aqueles com graus de moderado e alto (escore &lt;14), a cada 24 horas.<br><br><strong><em>FONTE:</em></strong> JÚNIOR, B.S.D.S. et al. A ESCALA DE BRADEN PARA ANÁLISE DOS RISCOS DE LESÕES POR PRESSÃO EM IDOSOS. p. 1-12, jan./2018. Disponível em: &lt;https://editorarealize.com.br/editora/anais/conbracis/2017/TRABALHO_EV071_MD1_SA4_ID429_15052017220507.pdf&gt;. Acesso em: 12 abr. 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 18:24:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3) Avaliação de feridas – sistema RYB.                  </title>
         <author>anamazzinghy</author>
         <link>https://padlet.com/anamazzinghy/Bookmarks/wish/1409002929</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong><mark>Sistema RYB</mark></strong> (red/yellow/black) avalia a quantidade de tecido viável e não-viável através da cor da base da ferida. Um leito da ferida vermelho (red) indica a presença de tecido de granulação. Deve-se&nbsp; ter bastante atenção na aparência e classificação do vermelho: vermelho escuro pode indicar infecção e o vermelho pálido com sangramento espontâneo pode ser um sinal de isquemia ou também de infecção.&nbsp; Nesse tipo de ferida o objetivo do tratamento é oferecer o ambiente úmido, proteger os tecidos neoformados e prevenir/tratar as infecções. Deve-se atentar para as áreas com muito tecido de granulação, pois podem indicar excesso de umidade no leito da ferida ou degeneração maligna no tecido epitelial. As feridas amarelas (yellow) indicam a presença de esfacelo ou tecido fibrinoso e seus tecidos moles são desvitalizados, podendo estar colonizados favorecendo assim a infecção. Nesse caso, o tratamento incluiria desbridamento dos tecidos desvitalizados e estancar a infecção através de terapia sistêmica. A coloração preta (black) no leito da ferida reflete a presença de tecido necrosado, devido a alteração local perfusão tecidual, podendo variar entre castanho, marrom ou preto e o tratamento é realizado por meio do desbridamento.<br><br><strong><em>FONTE</em></strong>: COSTA, Juliana Borges. Critérios do Enfermeiro Intensivista na Avaliação de Feridas. 2014. Disponível em: &lt;http://dspace.bc.uepb.edu.br/jspui/bitstream/123456789/8344/2/PDF%20-%20Juliana%20Borges%20Costa.pdf&gt;. Acesso em: 12 abr. 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 18:55:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3) Preparo e tratamento de feridas – sistema TIME.</title>
         <author>anamazzinghy</author>
         <link>https://padlet.com/anamazzinghy/Bookmarks/wish/1409079249</link>
         <description><![CDATA[<div>O termo<strong><mark> TIME</mark></strong> foi desenvolvido pela primeira vez há 10 anos por&nbsp; especialistas em tratamento de feridas, cujas letras referem-se às palavras inglesas tissue (tecido não viável), infection (infecção/inflamação), moisture (manutençãodo meio úmido) e edge (epitelização das bordas da lesão). São quatro componentes da cicatrização da ferida importantíssimos para o profissional de saúde observar e identificar qual o estágio e condições que esta ferida se encontra e assim, estabelecer sua conduta terapêutica. Com o objetivo de atingir ótimos resultados em termos de cicatrização, é preciso observar esses quatros princípios fundamentais, sendo que cada um deles apresentam um status adequado para que seja possível a progressão do processo cicatricial. A cicatrização de feridas é uma série complexa de eventos interligados. As feridas agudas geralmente seguem um processo bem definido, descrito como: Coagulação; Inflamação; Proliferação e reparação celular da matriz; Epitelização e remodelação do tecido cicatricial. As feridas crônicas tornam-se "presas" nos estágios inflamatórios e proliferativos, dificultando assim, sua evolução. A epiderme não consegue migrar em suas margens, o que prejudica a migração celular normal sobre o leito da ferida. <br>O ciclo de cuidados começa com o paciente em seu ambiente de cuidado &gt; Após, deve-se identificar a etiologia da ferida &gt; Execute a avalição TIME, estabelecendo metas &gt; Estabeleça intervenções do TIME, avaliar e tratar &gt; Esses pacientes que se curaram saem do ciclo para um "programa de prevenção" e os pacientes que não progrediram para a cura ou que sofrem feridas paliativas permanecem no ciclo e são reavaliados, usando TIME. <br> As preocupações individuais de pacientes precisam ser abordadas, bem como a qualidade de vida e questões para alcançar um programa de cuidados bem-sucedido . Torna-se necessário a orientação dos pacientes em relação a causa subjacente da ferida e a escolha dos tratamentos. A avaliação e o tratamento da condição subjacente são essenciais, uma vez que o tipo de preparação do leito da ferida implementada pode variar de acordo com o tipo de ferida. Por exemplo, o desbridamento acentuado é comum no manejo de pacientes com ulceração do pé diabético, enquanto a terapia de compressão é o tratamento recomendado para pacientes com úlceras venosas na perna. Os pacientes que obtiveram melhora saem do ciclo para um "programa de prevenção" e os pacientes que não progrediram ou que sofrem com feridas paliativas permanecem no ciclo e são reavaliados, usando TIME. Por isso, o TIME foi projetada para ajudar o clínico a fazer uma sistemática interpretação das características observáveis de uma ferida e para decidir sobre a intervenção mais adequada.<br><br><strong><em>FONTE</em></strong>: CANDATUVA.SP. Manual de Tratamento de Feridas. Disponível em: &lt;http://www.catanduva.sp.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/sms_resolucao_01_2019_manual_de_tratamento_de_feridas.pdf&gt;. Acesso em: 12 abr. 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 19:13:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3) Preparo e tratamento de feridas – sistema TIME.</title>
         <author>mariamenezes18</author>
         <link>https://padlet.com/anamazzinghy/Bookmarks/wish/1625826124</link>
         <description><![CDATA[<div>O termo<strong><mark> TIME</mark></strong> foi desenvolvido pela primeira vez há 10 anos por&nbsp; especialistas em tratamento de feridas, cujas letras referem-se às palavras inglesas tissue (tecido não viável), infection (infecção/inflamação), moisture (manutençãodo meio úmido) e edge (epitelização das bordas da lesão). São quatro componentes da cicatrização da ferida importantíssimos para o profissional de saúde observar e identificar qual o estágio e condições que esta ferida se encontra e assim, estabelecer sua conduta terapêutica. Com o objetivo de atingir ótimos resultados em termos de cicatrização, é preciso observar esses quatros princípios fundamentais, sendo que cada um deles apresentam um status adequado para que seja possível a progressão do processo cicatricial. A cicatrização de feridas é uma série complexa de eventos interligados. As feridas agudas geralmente seguem um processo bem definido, descrito como: Coagulação; Inflamação; Proliferação e reparação celular da matriz; Epitelização e remodelação do tecido cicatricial. As feridas crônicas tornam-se "presas" nos estágios inflamatórios e proliferativos, dificultando assim, sua evolução. A epiderme não consegue migrar em suas margens, o que prejudica a migração celular normal sobre o leito da ferida. <br>O ciclo de cuidados começa com o paciente em seu ambiente de cuidado &gt; Após, deve-se identificar a etiologia da ferida &gt; Execute a avalição TIME, estabelecendo metas &gt; Estabeleça intervenções do TIME, avaliar e tratar &gt; Esses pacientes que se curaram saem do ciclo para um "programa de prevenção" e os pacientes que não progrediram para a cura ou que sofrem feridas paliativas permanecem no ciclo e são reavaliados, usando TIME. <br> As preocupações individuais de pacientes precisam ser abordadas, bem como a qualidade de vida e questões para alcançar um programa de cuidados bem-sucedido . Torna-se necessário a orientação dos pacientes em relação a causa subjacente da ferida e a escolha dos tratamentos. A avaliação e o tratamento da condição subjacente são essenciais, uma vez que o tipo de preparação do leito da ferida implementada pode variar de acordo com o tipo de ferida. Por exemplo, o desbridamento acentuado é comum no manejo de pacientes com ulceração do pé diabético, enquanto a terapia de compressão é o tratamento recomendado para pacientes com úlceras venosas na perna. Os pacientes que obtiveram melhora saem do ciclo para um "programa de prevenção" e os pacientes que não progrediram ou que sofrem com feridas paliativas permanecem no ciclo e são reavaliados, usando TIME. Por isso, o TIME foi projetada para ajudar o clínico a fazer uma sistemática interpretação das características observáveis de uma ferida e para decidir sobre a intervenção mais adequada.<br><br><strong><em>FONTE</em></strong>: CANDATUVA.SP. Manual de Tratamento de Feridas. Disponível em: &lt;http://www.catanduva.sp.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/sms_resolucao_01_2019_manual_de_tratamento_de_feridas.pdf&gt;. Acesso em: 12 abr. 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 19:23:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3) Preparo e tratamento de feridas – sistema TIME.</title>
         <author>mariamenezes18</author>
         <link>https://padlet.com/anamazzinghy/Bookmarks/wish/1625826132</link>
         <description><![CDATA[<div>O termo<strong><mark> TIME</mark></strong> foi desenvolvido pela primeira vez há 10 anos por&nbsp; especialistas em tratamento de feridas, cujas letras referem-se às palavras inglesas tissue (tecido não viável), infection (infecção/inflamação), moisture (manutençãodo meio úmido) e edge (epitelização das bordas da lesão). São quatro componentes da cicatrização da ferida importantíssimos para o profissional de saúde observar e identificar qual o estágio e condições que esta ferida se encontra e assim, estabelecer sua conduta terapêutica. Com o objetivo de atingir ótimos resultados em termos de cicatrização, é preciso observar esses quatros princípios fundamentais, sendo que cada um deles apresentam um status adequado para que seja possível a progressão do processo cicatricial. A cicatrização de feridas é uma série complexa de eventos interligados. As feridas agudas geralmente seguem um processo bem definido, descrito como: Coagulação; Inflamação; Proliferação e reparação celular da matriz; Epitelização e remodelação do tecido cicatricial. As feridas crônicas tornam-se "presas" nos estágios inflamatórios e proliferativos, dificultando assim, sua evolução. A epiderme não consegue migrar em suas margens, o que prejudica a migração celular normal sobre o leito da ferida. <br>O ciclo de cuidados começa com o paciente em seu ambiente de cuidado &gt; Após, deve-se identificar a etiologia da ferida &gt; Execute a avalição TIME, estabelecendo metas &gt; Estabeleça intervenções do TIME, avaliar e tratar &gt; Esses pacientes que se curaram saem do ciclo para um "programa de prevenção" e os pacientes que não progrediram para a cura ou que sofrem feridas paliativas permanecem no ciclo e são reavaliados, usando TIME. <br> As preocupações individuais de pacientes precisam ser abordadas, bem como a qualidade de vida e questões para alcançar um programa de cuidados bem-sucedido . Torna-se necessário a orientação dos pacientes em relação a causa subjacente da ferida e a escolha dos tratamentos. A avaliação e o tratamento da condição subjacente são essenciais, uma vez que o tipo de preparação do leito da ferida implementada pode variar de acordo com o tipo de ferida. Por exemplo, o desbridamento acentuado é comum no manejo de pacientes com ulceração do pé diabético, enquanto a terapia de compressão é o tratamento recomendado para pacientes com úlceras venosas na perna. Os pacientes que obtiveram melhora saem do ciclo para um "programa de prevenção" e os pacientes que não progrediram ou que sofrem com feridas paliativas permanecem no ciclo e são reavaliados, usando TIME. Por isso, o TIME foi projetada para ajudar o clínico a fazer uma sistemática interpretação das características observáveis de uma ferida e para decidir sobre a intervenção mais adequada.<br><br><strong><em>FONTE</em></strong>: CANDATUVA.SP. Manual de Tratamento de Feridas. Disponível em: &lt;http://www.catanduva.sp.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/sms_resolucao_01_2019_manual_de_tratamento_de_feridas.pdf&gt;. Acesso em: 12 abr. 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 19:23:11 UTC</pubDate>
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