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      <title>O gênero crônica by Luciana Fernandes Cimetta</title>
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      <description>Análise de crônicas disponibilizadas em aula.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-02 15:56:17 UTC</pubDate>
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         <title>A Última Crônica - Fernando Sabino</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Em A última Crônica, a história se passa a partir de um bar, onde o narrador observa uma família negra, que está reunida para comemorar o aniversário da filha.<br><br></div><div>O narrador passa a observar essa família e a partir dos posicionamentos e atitudes de cada personagem – que parecem obedecer a um “discreto ritual”.</div><div><br></div><div>Ao longo da crônica , por meio do diálogo com o leitor, o narrador-autor justifica sua motivação e objetivo. Ele esboça seu próprio conceito de crônica, que para ele, são vários os assuntos que mereceriam ser crônicas: “quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico”.&nbsp;<br><br>Sabino parece ter a intenção de criticar um triste fato da realidade brasileira que não mudou desde 1965 até hoje: a cor da pele está relaciona à condição social. A família retratada na crônica é formada por pessoas negras e pobres. Ainda hoje, a maioria da população pobre do país é formada por negros e é a parcela da sociedade que mais sobre com discriminação, falta de oportunidades, violência, entre outros problemas.<br><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:04:00 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Medo da Eternidade&quot; - Clarice Lispector</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Yasmin Amadio, Júlia Nishi e&nbsp;Livia Bollito<br>Medo da Eternidade é uma crônica escrita por <a href="https://www.infoescola.com/literatura/clarice-lispector/">Clarice Lispector</a>, e pode-se dizer que é uma reflexão a respeito de um dos maiores medos humanos, que é a morte, a eternidade. Muitas pessoas não gostam de conversar a respeito ou sentem medo por não saberem ao certo o que lhes espera após esta vida. Clarice faz com que o leitor reflita a respeito da eternidade, algo incompreensível para a mentalidade finita do ser humano.</div><div><br>A crônica trata a eternidade de uma maneira bem simples, talvez até simplória, comparando-a a um “chicle”, uma bala que, segundo a história, não acaba nunca. O encanto da história se dá no fato de que é contada sob o olhar de uma criança, que descreve seus pensamentos e sentimentos ao experimentar aquele chicle que não acaba nunca. A inocência e pequenez da criança diante de um mistério tão grande como este é uma alusão à pequenez e ingenuidade do ser humano diante do mistério da eternidade, incompreensível a mentes tão limitadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:21:52 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o amor - Ferreira Gullar</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br><br>A crônica "Sobre o amor" de Ferreira Gullar aborda questões sobre o amor, como por exemplo a intensidade emocional e a busca por um amor genuíno, uma conexão real.<br>Ela também aborda o lado negativo desse tal sentimento, como frustrações, arrependimentos e dores que esse sentimento pode trazer à tona. Um bom exemplo disso é o ciúmes, possessividade, "condenar" alguém.<br>Gullar também relaciona o amor ao tempo, como uma forma de compreender que esse sentimento pode mudar ao decorrer do tempo, como se existissem "fases" e "estágios" ao longo de uma vida amorosa, além de mostrar que traumas e problemas de relacionamentos passados podem interferir diretamente em um relacionamento atual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:23:02 UTC</pubDate>
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         <title>Então, adeus! - Lygia Fagundes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>- A crônica narra experiências de despedida e "pontos finais", explorando temas de amor, perda e identidade, podendo referir-se às relações efêmeras entre a nossa sociedade e o meio que ela se encontra.<br>- Elementos de crônica: narrativa curta e simples, personagens (mulher e padre), passagem de tempo linear e foco da vida cotidiano.<br><br>Fabiana, Júlia Muniz, Marina e Nathalia</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:24:43 UTC</pubDate>
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         <title>A bola - Luís Fernando Veríssimo</title>
         <author>pedroruiz15</author>
         <link>https://padlet.com/lucianacimetta/179ojmo46cyhp504/wish/2575457024</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.escrevendoofuturo.org.br/caderno_virtual/texto/a-bola/index.html<br><br>Grupo: Daniel Anjos , Joaquim Canto , João Anjos e Pedro Ruiz.<br><br>- É uma história curta que aborda o tema do poder e da corrupção. A história é contada do ponto de vista de um garoto que ganha uma bola de presente de seu pai. A bola é muito especial, pois foi autografada por um famoso jogador de futebol. O conto é uma crítica ao poder e à corrupção presentes em nossa sociedade. O garoto representa a inocência e a integridade, enquanto o político representa a ganância e a corrupção. A bola autografada é um símbolo do poder, e o garoto descobre que o verdadeiro valor da bola não está no dinheiro que poderia ganhar com ela, mas sim na alegria que ela lhe dá ao jogar com seus amigos.<br><br></div><div>- A crônica é escrita na 3 pessoa, quando a fala é do narrador, e possui trechos de conversa, além de ter uma crítica na qual mostra o garoto dizendo "legal" à bola, e deixando-a de lado para jogar vídeo-game </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 16:28:07 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;O nascimento da Crônica&quot; - Machado de Assis </title>
         <author>sarahvito</author>
         <link>https://padlet.com/lucianacimetta/179ojmo46cyhp504/wish/2575666077</link>
         <description><![CDATA[<div>Honorio Turra e Sarah Vito<br><br>A crônica machadiana conta sobre o surgimento de uma crônica, que se inicia em certamente em acontecimentos cotidianos, mas ao mesmo tempo, deixando a ideia em aberto, mostrando que, em sua opinião, o surgimento de uma crônica depende somente da ideia do autor.&nbsp;<br>É uma história curta, alternando entre primeira e terceira pessoa e usando escrita da norma culta portuguesa (o que pode levar a leitura a ser mais complicada), onde não segue uma ordem cronológica mas que gira em torno do calor excessivo, usando muitos elementos da fé cristã (como os personagens Adão e Eva, a criação das estações do ano se conectando com o início da crônica) e que podemos fazer uma relação à sociedade da época, onde a Igreja era extremamente forte e ditava nas crenças da população (de como o mundo começou, como as coisas foram criadas e de como tudo terminará) e elementos do nosso cotidiano, aproximando o leitor em sua leitura.&nbsp;<br><br>Docs:<br>https://docs.google.com/document/d/18RLCdTBF4APjyIg4z5qm_KuGhIJd4YKCrsGbiLDdj0Q/edit?usp=sharing<br><br>Crônica:&nbsp;<br>https://drive.google.com/file/d/17NFBN1f7HuYyQ-oxH6hrtKbgIVfpbi0Z/view?userstoinvite=%22%22<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-02 19:07:39 UTC</pubDate>
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         <title>A bolsa &amp; a vida - Carlos Drummond de Andrade </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Luan Correia, Victor Fernandes e Beatriz Vilela<br><br>https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/13278.pdf<br><br><strong><em>A BOLSA &amp; A VIDA</em></strong></div><div>Na primeira frase do texto, Drummond, revela a sua pedra, o nunca encontrar nada, nem um botão. Logo depois, ele fala que encontrou a bolsa de uma senhora, fazendo com que ficasse espantado com o acontecimento.</div><div><br>“Jamais em minha vida<strong> achei na rua ou em qualquer parte do globo um objeto qualquer.</strong> Há pessoas que acham carteiras, jóias, promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um piano na praia do Leblon, inspirando o conto célebre de Aníbal Machado. <strong>Mas este escriba, nada: nem um botão</strong>.</div><div>Por isso, grande foi a <strong>minha emoção ao deparar, no assento do coletivo, com uma bolsa preta de senhora. </strong>O destino me prestava esse pequeno favor: completava minha identificação com o resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o que lhe faria falta”.</div><div><br>O texto faz uma certa ligação com os acontecimentos hoje em dia, mesmo sendo feita em 1962, a crônica tem uma linguagem que usamos no dia a dia e entendemos com facilidade. Essa crônica é leve e bem-humorada, mas ao mesmo tempo trata de temas importantes e faz&nbsp; reflexões sobre a condição humana.&nbsp;</div><div>O fato dele ter achado uma bolsa preta, acaba fazendo alusão ao “qual o sentido da vida?”, fazendo também refletirmos, como achamos um sentido para nossas vidas hoje em dia.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 22:54:18 UTC</pubDate>
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         <title>Essa mocidade de hoje... - Marcos Rey</title>
         <author>rafaelneves7</author>
         <link>https://padlet.com/lucianacimetta/179ojmo46cyhp504/wish/2584033850</link>
         <description><![CDATA[<div>A crônica <em>narra o relato de um pai quanto aos hábitos de seus três filhos. Ao longo do texto é trabalhado certo conflito entre as gerações, onde o pai, o narrador, demonstra não entender e condenar as práticas de seus filhos, desde os vícios aos produtos de entretenimento que consomem. É interessante salientar que a crônica fora escrita na década de 1990 e procura expressar a visão de alguém do século passado, algo notável quando muito do que é abordado são elementos - ou mesmo o vocabulário - da época, como o rapé ou a lanterna mágica, essa que se trata de um projetor de cinema. A proposta do texto é evidenciar o tal conflito de gerações mostrando-o como algo presente desde muito tempo.<br><br>Crônica:<br>http://professormarconildoviegas.blogspot.com/2014/06/interpretacao-de-texto_22.html<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 15:44:44 UTC</pubDate>
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