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      <title>Expansão Portuguesa by Biblioteca Escolar Centro de Recursos Educativos</title>
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      <description>BI dos Grandes Exploradores</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-01-03 16:16:53 UTC</pubDate>
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         <title>Onde Nasceu</title>
         <author>bibonlinespc</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br><br><br><br><br><br><br><strong>Diogo Cão</strong> foi um navegador português do século XV que possivelmente nasceu na Freguesia de Sá, concelho de Monção, ou na região de Vila Real, ou até em Évora, em data desconhecida, pois somente a realeza fazia registos concretos da data de nascimento e falecimento.<br><br>Escudeiro e depois Cavaleiro da Casa do Infante D. Henrique, realizou no reinado de D. João II duas viagens de descobrimento da costa sudoeste africana, entre 1482 e 1486. <br>  <br>Depois de várias vicissitudes seguiu até à ponta dos Farilhões (Serra Parda), a 22º 10', de latitude Sul, donde regressou ao Zaire, que subiu, a fim de visitar o Rei Congo com quem estabeleceu as primeiras relações, tendo deixado uma inscrição comprovando a sua chegada às cataratas de Ielala, perto de Matadi.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 19:16:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sandrabogalhoestrela</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 19:37:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>-Conhecido por Ultrapassar o Cabo Bojador</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>-<strong>Nascimento</strong> | Século XV Lagos, Portugal <br><br>-<strong>Nacionalidade</strong> | portuguesa<br>- <strong>Ocupação</strong> | Navegador  e explorador <br>- <strong>Patente</strong> | Cavaleiro, escudeiro </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 19:41:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nascimento 4 de março de 1394</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div> <strong>Morte</strong> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/13_de_novembro">13 de novembro</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1460">1460</a> (aos 66 anos)<br><strong> </strong> |  <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sagres_(Vila_do_Bispo)">Sagres (Vila do Bispo)</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_de_Portugal">Reino de Portugal</a> <br><strong>Enterro</strong> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mosteiro_da_Batalha">Mosteiro da Batalha</a><br><strong>Pai</strong> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_I_de_Portugal">João I de Portugal</a><br><strong>Mãe</strong> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filipa_de_Lencastre">Filipa de Lencastre</a><br><strong>Religião</strong> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Catolicismo_romano">Catolicismo romano</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 19:45:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>sandrabogalhoestrela</author>
         <link>https://padlet.com/bibonlinespc/15ydxzp30yse/wish/317322972</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao chegar à foz do rio Zaire, Diogo Cão julgou ter alcançado o ponto mais a sul do continente africano (Cabo da Boa Esperança), que na verdade foi dobrado por Bartolomeu Dias pouco tempo depois, e ao qual inicialmente chamara Cabo das Tormentas. <br><br>Em 1485 chegou ao Cabo da Cruz (actual Namíbia). Introduziu a utilização dos padrões de pedra, em lugar das cruzes de madeira, para assinalar a presença portuguesa nas zonas descobertas.<br><br>Regressou ao Tejo em 1486, trazendo o ensinamento conveniente para atingir a África do Sul a navegar pelo largo, como fez Vasco da Gama. <br><br>Diogo Cão é citado em diversas obras artísticas, como n´Os Lusíadas, de Luís de Camões ou no poema Padrão constituinte da obra Mensagem de Fernando Pessoa. O navegador é personagem também no romance As naus, de António Lobo Antunes.<br><br><em>Fontes: Wikipédia e Instituto Camões</em><br><br><strong>Adenda:</strong><br>Em 1884 a Namíbia foi proclamada por Bismarck, protectorado da Alemanha, após o fim da 1ª guerra (1914-1918), passou a ser um protectorado da África do Sul.<br>No tempo da Alemanha de Bismarck, em 1893, Beder, comandante do cruzador alemão Falte, recolheu num cabo que algumas cartas antigas chamam Cabo do Padrão, e modernamente tem o nome de Cape Cross, um padrão que levou para a Alemanha.<br>Encontra-se no museu do Institut fur Deutsche Geschichte, Berlim-Leste, sendo o único de todos os Padrões de Diogo Cão que conserva a cruz como cimeira original.<br><br>A cruz de pedra que o descobridor português colocou na actual (Costa do Esqueleto) em Fev./Mar de1486, foi assim no final do século XIX (1893) retirada para Berlim, pela então potência colonial, a Alemanha, e mais tarde substituída por uma imitação réplica.<br>Em 1998, o governo da Namíbia (Sudoeste Africano), pediu às autoridades alemãs a devolução do padrão erigido há 512 anos, no litoral daquele país africano por Diogo Cão, para poder exibi-lo na Expo-98, em Lisboa, o que nunca chegou a concretizar-se.<br><br><br>Diogo Cão<br>Diogo Cão chegando ao <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_do_Congo">Congo</a><br><strong>Nascimento</strong> | c. 1440<br>Freguesia de Sá, Concelho de Monção<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Diogo_C%C3%A3o#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a> ou Região de Vila Real<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Diogo_C%C3%A3o#cite_note-2"><sup>[2]</sup></a><br><strong>Morte</strong> | c. 1486<br><strong>Nacionalidade</strong> |  <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">Portuguesa</a><br><strong>Ocupação</strong> | navegador</div><div><strong>Diogo Cão</strong> foi um navegador <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">português</a> do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XV">século XV</a> que possivelmente nasceu na Freguesia de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A1_(Mon%C3%A7%C3%A3o)">Sá</a>, concelho de<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mon%C3%A7%C3%A3o">Monção</a>, ou na região de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vila_Real">Vila Real</a>, ou até em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89vora">Évora</a>, em data desconhecida, pois somente a realeza fazia registos concretos da data de nascimento e falecimento</div><div><br><br> </div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escudeiro">Escudeiro</a> e depois <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cavaleiro">Cavaleiro</a> da Casa do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Infante_D._Henrique">Infante D. Henrique</a>,<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Diogo_C%C3%A3o#cite_note-4"><sup>[4]</sup></a>enviado por D. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_II_de_Portugal">João II de Portugal</a>, realizou duas viagens de descobrimento da costa sudoeste <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica">africana</a>, entre <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1482">1482</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1486">1486</a>. Chegou à foz do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Zaire">Zaire</a> e avançou pelo interior do rio, tendo deixado uma inscrição comprovando a sua chegada às <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Cataratas_de_Ielala&amp;action=edit&amp;redlink=1">cataratas de Ielala</a>, perto de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Matadi">Matadi</a>. Ao chegar à foz do rio Zaire, Diogo Cão julgou ter alcançado o ponto mais a sul do continente africano (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_da_Boa_Esperan%C3%A7a">Cabo da Boa Esperança</a>), que na verdade foi dobrado por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolomeu_Dias">Bartolomeu Dias</a> pouco tempo depois, e ao qual inicialmente chamara Cabo das Tormentas.</div><div>Estabeleceu as primeiras relações com o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_do_Congo">Reino do Congo</a>.</div><div>Em 1485 chegou ao <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_da_Cruz">Cabo da Cruz</a> (actual <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nam%C3%ADbia">Namíbia</a>). Introduziu a utilização dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Padr%C3%A3o_(Descobrimentos)">padrões</a> de pedra, em lugar das <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cruz_(s%C3%ADmbolo)">cruzes</a> de madeira, para assinalar a presença portuguesa nas zonas descobertas.</div><div>Teve mercê de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%A3o">Armas Novas</a> por Carta de 14 de Abril de 1484. As Armas que lhe foram concedidas são: de verde, com duas colunas de prata, rematadas cada uma por uma cruz de azul e firmadas sobre dois montes, moventes de um terreiro, tudo de sua cor; <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Timbre">timbre</a>: as duas colunas do escudo passadas em aspa e atadas de verde <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 19:47:39 UTC</pubDate>
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         <title>Vasco da Gama </title>
         <author>gil19761976</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em><br>Navegador</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 19:52:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Gil Eanes foi um navegador português, natural de Lagos (Algarve), escudeiro do Infante D. Henrique, e cuja biografia permanece ainda pouco conhecida e muito discutida. Foi o primeiro a navegar para além do Cabo Bojador, em 1434, dissipando o terror supersticioso que este promontório inspirava e iniciando assim a época dos &quot;grandes descobrimentos&quot;.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 19:52:31 UTC</pubDate>
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         <title>Nascimento </title>
         <author>gil19761976</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nasceu c.1469, em Sines, na costa sudoeste de Portugal.<br><br>Reinado<br><br>Vasco da Gama iniciou a viagem de regresso a 29 de Agosto  de 1498. Na ânsia de partir, ignorou o conhecimento local sobre os padrões da monção que lhe permitiria velejar. Na Ilha de Angediva<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_de_Angediva"> </a> foram abordados por um homem que se afirmavacristão  mas que se fingia de muçulmano  ao serviço deHidalção , o sultão de Bijapur<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sultanato_de_Bijapur"> </a>. Suspeitando que era um espião, açoitaram-no até que ele confessou ser um aventureiro judeu polaco no Oriente. Vasco da Gama apadrinhou-o, nomeando-o Gaspar da Gama.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 19:54:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 19:58:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Infante D. Henrique nasceu a 4 de março de 1394 no Porto (atual Casa do Infante, na Ribeira)  e faleceu a13 de novembro de 1460 (aos 66 anos). O seu túmulo encontra-se no Mosteiro da Batalha. 1.º duque de Viseu e 1.º senhor da Covilhã. Foi um infante português, quinto filho do rei D. João I e da rainha D. Filipa de Lencastre e considerada a mais importante figura do início da era das descobertas, (Expansão Portuguesa) popularmente conhecido como Infante de Sagres ou O Navegador. Os seus restos mortais encontram-se sepultados no Mosteiro da Batalha.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 19:58:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>clarasm0101</author>
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         <description><![CDATA[Portuguesa]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 19:59:27 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda viagem à Índia (1502)</title>
         <author>gil19761976</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 12 de Fevereiro de 1502, Vasco da Gama comandou uma nova expedição com uma frota de vinte navios de guerra, com o objetivo de fazer cumprir os interesses portugueses no Oriente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 20:00:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Em 1 de Março de 1503 inicia-se a guerra entre o samorim de Calecute </title>
         <author>gil19761976</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1 de Março de 1503 inicia-se a guerra entre o samorim de Calecute e o rajá de Cochim. Os seus navios assaltaram navios mercantes árabes, destruindo também uma frota de 29 navios de Calecute. Após essa batalha, obteve então concessões comerciais favoráveis do Samorim. Vasco da Gama fundou a colónia portuguesa de Cochim, na Índia, regressando a Portugal em Setembro de 1503. Vasco da Gama voltou a pátria em 1513 e levou vida retirada, em Évora, apesar da consideração de que gozava junto do rei.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 20:04:25 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira viagem à Índia (1524)</title>
         <author>gil19761976</author>
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         <description><![CDATA[<div> Em 1519 foi feito primeiro Conde da vidigueira<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conde_da_Vidigueira"> </a>pelo rei D. Manuel I, com sede num terreno comprado a D.Jaime l, Duque deBragança<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jaime_I,_Duque_de_Bragan%C3%A7a"> </a>, que a 4 de Novembro cedera as vilas da Vidigueira evila de Frades a Vasco da Gama, seus herdeiros e sucessores, bem como todos os rendimentos e privilégios relacionados,<sup> </sup>sendo o primeiro conde  português sem sangue real. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 20:06:50 UTC</pubDate>
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         <title>Legado</title>
         <author>gil19761976</author>
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         <description><![CDATA[<div>O comércio de especiarias viria a ser um trunfo para a economia portuguesa, e a viagem de Vasco da Gama deixou clara a importância da costa leste da África para os interesses portugueses: os seus portos forneciam água potável, víveres e madeira, serviam para reparos e como abrigo para os navios esperarem em tempos desfavoráveis (aguardando a monção, ou abrigando-se de ataques). Um resultado significativo desta exploração foi a colonização de Moçambique pela Coroa Portuguesa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 20:09:50 UTC</pubDate>
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         <title>Navegador</title>
         <author>gil19761976</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi o capitão-mor da armada que finalizou o descobrimento do caminho marítimo para a Índia, composta pelas naus S. Gabriel, comandada por Vasco da Gama, S. Rafael, comandada pelo seu irmão Paulo da Gama, e a caravela Berrio, comandada por Nicolau Coelho. Seguia ainda integrado um navio velho destinado a dar apoio aos outros navios, e a ser queimado quando deixasse de ser preciso. Zarparam de Lisboa a 8 de Julho de 1497, tendo chegado a Calecut a 20 de Março de 1498.<br><br></div><div>Navegando em direcção ao Atlântico Sul, a frota fez escala em Cabo Verde, no início de Agosto. Em Novembro, chegava à baía de Santa Helena, já no Atlântico Sul, depois de ter feito uma navegação em arco por causa dos ventos contrários.<br><br></div><div>Após ter ultrapassado o cabo de Boa Esperança e já no oceano Índico, a frota tomou a direcção norte, subindo a costa africana. Esteve na foz do rio Zambeze e na ilha de Moçambique, em Mombaça e em Melinde, onde teve a ajuda do sultão da cidade, que lhe arranjou um piloto experiente na navegação no Índico e que conduziu a armada até Calecut.<br><br></div><div>Em Julho de 1499, estava de regresso a Portugal, com a boa nova, que D. Manuel I teve a preocupação de dar a conhecer aos monarcas de Castela e de Aragão.<br><br></div><div>Como recompensa por este feito, D. Manuel I conferiu-lhe uma série de honrarias, como rendas reais anuais e dízimas de pescado das vilas de Sines e de Milfontes; mas, o mais importante foi a sua elevação à categoria de Dom e, em termos político-militares, a sua nomeação para almirante-mor da Índia.<br><br></div><div>Em 1502, D. Vasco da Gama voltou à Índia, como comandante de uma armada de 20 navios, com o objectivo de punir o Samorim de Calecut por aquilo que permitiu que fizessem aos portugueses da feitoria aí estabelecida por Pedro Álvares Cabral, dois anos antes. Regressou ao reino em 1504.<br><br></div><div>A 9 de Abril de 1524, já no reinado de D. João III, D. Vasco da Gama, à frente de uma armada, partiu novamente para a Índia, com a incumbência de, ali, assumir o cargo de vice-rei da Índia. Viria a morrer poucos meses depois de chegar a Cochim, tendo o seu corpo sido trasladado para a Vidigueira, da qual era conde, desde 1519.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 20:45:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>ludovinaborges1970</author>
         <link>https://padlet.com/bibonlinespc/15ydxzp30yse/wish/317334661</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br> Bartolomeu Dias foi aluno de Matemática e Astronomia na Universidade de Lisboa e serviu na fortaleza de S. Jorge da Mina, referências que o habilitavam quer a determinar as coordenadas de um local, quer a enfrentar tempestades e calmarias como as que assolavam o frequentemente o Golfo da Guiné. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 20:46:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>gil19761976</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/345485781/a1e8ca8ad5929ec1c00d7257101bad42/170px_Pedro__lvares_Cabral___steel_engraving_by_American_Bank_Note_Company.jpg" />
         <pubDate>2019-01-03 20:53:21 UTC</pubDate>
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         <title>Esquadra de Pedro Álvares Cabral</title>
         <author>gil19761976</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pedro Álvares Cabral (1467-1520) foi um navegador e explorador português, capitão-mor da frota portuguesa que avistou a costa do Brasil em 22 de abril de 1500.</div><div>Pedro Álvares Cabral nasceu no Castelo de Belmonte, na Beira Baixa, Portugal, no ano de 1467. Foi o terceiro filho de Fernão Cabral e Isabel Gouveia de Queirós. De família nobre, famosa nas lutas contra os mouros e castelhanos, estudou em Lisboa onde aprendeu literatura, história, cosmografia e artes militares. Na corte de D. João II (1481-1495) aperfeiçoou-se em cosmografia e estudou técnicas militares.</div><div>No reinado de D. João II começaram as grandes saídas marítimas. Experientes no uso de caravelas, os portugueses passaram a explorar a costa ocidental da África. Em 1488, Bartolomeu Dias cruzou o cabo da Boa Esperança, extremo sul da África e, em 1498, Vasco da Gama chegou a Calicute, na Índia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 20:54:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Esquadra de Pedro Álvares Cabral</title>
         <author>gil19761976</author>
         <link>https://padlet.com/bibonlinespc/15ydxzp30yse/wish/317335958</link>
         <description><![CDATA[<div>Na corte de D. Manuel (1495-1521), Cabral foi agraciado com o título de “Fidalgo do Conselho do Rei e Cavaleiro da Ordem de Cristo”. Em 1499, foi nomeado capitão-mor da esquadra que seguiria para a Índia, com missão diplomática, comercial e militar.</div><div>Pedro Álvares Cabral assumiu o posto de capitão-mor da frota, composta por dez naus e três caravelas, a maior frota até então enviada ao Oriente, entregando o comando a navegadores experientes como Bartolomeu Dias e Nicolau Coelho. Havia pessoas importantes em cada navio como fidalgos e religiosos, entre eles, frei Henrique Soares de Coimbra, o escrivão Pero Vaz de Caminha e ainda cientistas e astrônomos.</div><div>No dia 9 de março de 1500, no porto de Lisboa, após uma missa, em meio a uma grandiosa cerimônia com a presença do rei e sua corte, Cabral recebe das mãos do rei o estandarte real, símbolo do seu poder, partindo em seguida para as Índias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 20:54:48 UTC</pubDate>
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         <title>Chegada ao Brasil</title>
         <author>gil19761976</author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 22 de abril a esquadra avista novas terras. No dia 23 desembarcam no local denominado Porto Seguro (hoje baía Cabrália), entre a ilha da Coroa Vermelha e a baía rasa de Santa Cruz, na Bahia, travando os primeiros contatos com os indígenas.</div><div>Pero Vaz de Caminha, na carta que envia depois ao rei D. Manuel, conta que Cabral, resolveu mandar um pequeno barco, com Nicolau Coelho, para ver o local de perto. Vinte homens pardos, todos nus se aproximaram do escaler. Os homens traziam arco e flecha, mas a um sinal dos portugueses baixaram as armas.</div><div>No dia 26 de abril, na ilha da Coroa Vermelha, é rezada a primeira missa no Brasil. Nos dias que se seguiram, Cabral organizou diversas excursões para conhecer melhor o lugar. No dia 1 de maio, uma cruz foi levada até as margens, tinha as armas de Portugal esculpidas, era o marco da soberania portuguesa. Foi colocada na entrada da floresta, diante de um pequeno altar, onde foi celebrada a segunda missa, como cerimônia de posse das terras, sob os olhares dos indígenas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 20:55:15 UTC</pubDate>
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         <title>Rumo à Índia</title>
         <author>gil19761976</author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 2 de maio a nau de Gaspar de Lemos retorna a Portugal, levando a carta de Pero Vaz de Caminha. Os demais navios seguem para a Índia. No dia 13 de maio, quatro embarcações, entre as quais a de Bartolomeu Dias, é destruída pela tormenta.</div><div>Pedro Álvares Cabral chega a Calecute na Índia, no dia 13 de setembro de 1500. Recebido pelo rei, atacou os mouros, queimou dez naus ancoradas no porto e matou cerca de 600 inimigos. Seguiu para Cochim e Cananor, onde carregou as naus com especiarias. Retornou à Europa com um grande carregamento de especiarias e produtos locais, aportando em Lisboa no dia 21 de julho de 1501, com seis navios remanescentes da grande esquadra. Cabral é recebido com festas, era a consolidação do comércio com o oriente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 20:55:42 UTC</pubDate>
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         <title>Últimos Anos</title>
         <author>gil19761976</author>
         <link>https://padlet.com/bibonlinespc/15ydxzp30yse/wish/317336228</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1503, Pedro Álvares Cabral casa-se com D. Isabel de Castro, filha de D. Fernando de Noronha e Constança de Castro, com quem teve seis filhos. É nomeado para o comando de uma nova expedição, mas depois de oito meses de preparativos, é substituído por Vasco da Gama. Em 1509, retira-se para sua propriedade perto de Santarém. Em 1518 recebe o título de Cavaleiro do Conselho Régio.</div><div>Pedro Álvares Cabral faleceu em Santarém, Portugal, no ano de 1520. Seu corpo foi sepultado na Igreja da Graça.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 20:56:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vasco da Gama faleceu em Cochim, na Índia, no dia 24 de dezembro de 1524</title>
         <author>gil19761976</author>
         <link>https://padlet.com/bibonlinespc/15ydxzp30yse/wish/317337157</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-01-03 21:03:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Fernão de Magalhães nasceu em Sabrosa, na região de Trás-os-Montes, norte de Portugal, no dia 3 de Fevereiro de 1480. Pertencia à quarta ordem da nobreza portuguesa (fidalgos da cota de armas) e foi educado como pajem da corte da rainha D. Leonor, esposa de D. João II, o Perfeito.</title>
         <author>atletarochacosta</author>
         <link>https://padlet.com/bibonlinespc/15ydxzp30yse/wish/319416989</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br> Com 25 anos de idade, alistou-se como voluntário para participar da viagem às Índias Orientais, região que abrangia China, Japão, Índia, Arábia e Pérsia, acompanhando o primeiro vice-rei português do Leste. Desde o século XV,    Sempre viajando pelo Oriente, fez parte de expedições a Quíloa, Sumatra e Malaca. Em 1506 foi ferido em Cananor. Em 1508 voltou à Índia, onde novamente foi ferido na batalha de Diu. Em 1510 recebeu o título de capitão, em reconhecimento aos serviços prestados.Acusado de negociar com os mouros, o que para Portugal era sinônimo de traição, o fez perder o prestígio junto ao rei D. Manuel (sucessor de D. João II), sendo impedido de continuar trabalhando em Portugal. Fernão renuncia sua nacionalidade e se oferece para prestar serviço ao rei da Espanha. Com a ajuda de amigos importantes consegue expor seus planos de atingir as Índias Orientais, viajando pelo Ocidente. Com a ajuda do astrônomo português, também exilado, Rui Faleiro, elaborou o projeto da viagem e foi financiado por Cristóvão de Haro, um rico proprietário de Antuérpia, inimigo do rei de Portugal. No dia 22 de março de 1518, Magalhães e Faleiro assinam um compromisso com D. Carlos V, pelo qual proclamariam espanholas todas as terras que encontrassem no curso da navegação pelo ocidente e que receberiam 1/5 do ganho obtido, descontadas as despesas.  </div><div>No dia 6 de março de 1521, quase sem suprimentos encontram algumas ilhas com grande variedade de frutas e água doce. No dia 16 chegam às Filipinas, onde são bem recebidos pelos indígenas. No dia 27 de abril ao desembarcarem em Mactán, Fernão de Magalhães é atingido por uma flecha e morre na praia. O que resta da armada prosseguiu viagem sob o comando de Juan Sebastián Elcano. Finalmente, o dia 21 de dezembro, as duas naus restantes, “Trinidad” e “Vitória”, chegam ao destino e fazem um enorme carregamento de especiarias nas ilhas Molucas. Na viagem de volta, contornam o Cabo da Boa Esperança em 19 de maio de 1522. No dia 7 de setembro, somente 18 homens regressam ao porto de Sanlúcar.</div><div>Embora Fernão de Magalhães não tenha chegado pessoalmente à ilha das especiarias, sua tarefa foi cumprida, chegou bem perto e demonstrou que o mundo era redondo. Em homenagem aos seus feitos, o nome do navegador foi dado a um estreito (Estreito de Magalhães), às duas nebulosas mais próximas (Nuvens de Magalhães), a uma zona meridional do Chile (Território de Magalhães) e a um conjunto de ilhas da Micronésia (Arquipélago de Magalhães).</div><div>Fernão de Magalhães faleceu em Mactán, Filipinas, no dia 27 de abril de 1521 <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-10 18:58:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>nasceu 1390 portugal continental</title>
         <author>paulovale562</author>
         <link>https://padlet.com/bibonlinespc/15ydxzp30yse/wish/319420420</link>
         <description><![CDATA[<div>morte 21 de Novembro de 1475, Funchal  João Gonçalves Zarco<br>estátua da autoria de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Franco_de_Sousa">Francisco Franco</a> no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Funchal">Funchal</a>.<br><strong>Conhecido(a) por</strong> | Povoador do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arquip%C3%A9lago_da_Madeira">Arquipélago da Madeira</a><br>Capitão do donatário do Funchal<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Funchal">Funchal</a><br><strong>Residência</strong> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Funchal">Funchal</a><br><strong>Nacionalidade</strong> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">Portuguesa</a><br><strong>Cônjuge</strong> | Constança Rodrigues<br><strong>Ocupação</strong> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Navegador">Navegador</a><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Capit%C3%A3o_do_donat%C3%A1rio">Capitão do donatário</a><br><strong>Título</strong> | <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cavaleiro_fidalgo">Cavaleiro fidalgo</a> , recebido em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1415">1415</a><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Capit%C3%A3o_do_donat%C3%A1rio">Capitão do donatário</a> do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Funchal">Funchal</a>, recebido em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1450">1450</a> </div><div><strong><br>João Gonçalves da Câmara</strong> (? — <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Funchal">Funchal</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Madeira">Madeira</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/26_de_mar%C3%A7o">26 de março</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1501">1501</a>) foi o segundo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Capit%C3%A3o-donat%C3%A1rio">capitão-donatário</a> do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Funchal">Funchal</a>, cargo em que sucedeu a seu pai, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Gon%C3%A7alves_Zarco">João Gonçalves Zarco</a>, por volta de 1467.<br><br></div><div><br>Segundo os autores do Elucidário Madeirense, terá sido o primeiro a usar apelido Câmara na ilha da Madeira.<br><br></div><div><br>No entretanto, afirma-se ainda no Elucidário, «pode afirmar-se que procede de João Gonçalves Zarco, embora talvez ele o não tivesse usado nunca. Baseia-se esta afirmativa na carta régia de 4 de julho de 1460, que em mais dum lugar chama ao descobridor da Madeira João Gonçalves de Câmara de Lobos, ao conferir-lhe o título de nobreza e ao conceder-lhe o respetivo brasão de armas.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Gon%C3%A7alves_da_C%C3%A2mara#cite_note-1"><sup><br></sup></a><br></div><div><br>Foi durante o seu governo que a Madeira conheceu um significativo desenvolvimento económico e social, devido, sobretudo, ao incremento da indústria e do comércio do açúcar.<br><br></div><div><br>Terá participado na tomada de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arzila_(Marrocos)">Arzila</a> (1471), na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conquista_de_Ceuta">Conquista de Ceuta</a> e na campanha de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Larache">Larache</a>, lutando, ainda, contra os castelhanos quando estes invadiram o arquipélago da Madeira. Em 1492, fundou o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Convento_de_Santa_Clara_(Funchal)">Convento de Santa Clara, no Funchal</a>.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Gon%C3%A7alves_da_C%C3%A2mara#cite_note-2"><sup>[2]</sup></a> Dono de uma grande casa senhorial, teve uma vida faustosa, deixando, por morte, uma considerável fortuna.<br><br></div><div><br>Foi casado com D. <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=M%C3%A9cia_de_Noronha&amp;action=edit&amp;redlink=1">Mécia de Noronha</a>, filha de Dom <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Jo%C3%A3o_Henriques_de_Noronha&amp;action=edit&amp;redlink=1">João Henriques de Noronha</a>, filho 🤬 de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso,_conde_de_Gij%C3%B3n_e_Noronha">Afonso, conde de Gijón e Noronha</a>) e sua mulher Beatriz, a senhora de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mirabel">Mirabel</a> e irmã de Dom <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Garcia_Henriques&amp;action=edit&amp;redlink=1">Garcia Henriques</a>, também filho 🤬 de uma mãe desconhecida. <br><br></div><div><br><br></div><div><br></div><div><br>Brasão dos Câmaras<br>Assinatura<br><br></div><div><strong><br>João Gonçalves Zarco</strong> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal_Continental">Portugal Continental</a>, c. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1390">1390</a> — <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Funchal">Funchal</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/21_de_Novembro">21 de Novembro</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1471">1471</a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Gon%C3%A7alves_Zarco#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a>]) foi um navegador português e cavaleiro fidalgo da Casa do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Infante_D._Henrique">Infante D. Henrique</a>. Comandante de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Barca_(n%C3%A1utica)">barcas</a>, foi escolhido pelo Infante para organizar o povoamento e administrar por si a Ilha da Madeira, na parte do Funchal, a partir de cerca de 1425. <br><br></div><div><br>O <strong>Funchal</strong> é uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade">cidade</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">portuguesa</a> na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_da_Madeira">ilha da Madeira</a>, capital da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Aut%C3%B3noma_da_Madeira">Região Autónoma da Madeira</a> e a mais populosa fora do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal_continental">território continental</a> português. A cidade coincide com o seu <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Concelho">concelho</a>, e tem 76,15 km² de área e 111 892 habitantes (2011)<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Funchal#cite_note-censos_2011-1"><sup>[1]</sup></a>, subdividindo-se em 10 <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Freguesia">freguesias</a>. A área metropolitana do Funchal, que inclui os concelhos de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2mara_de_Lobos">Câmara de Lobos</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ribeira_Brava_(Madeira)">Ribeira Brava</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Cruz_(Madeira)">Santa Cruz</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Machico">Machico</a>, tem uma população superior a 225 mil habitantes.<br><br></div><div><br>O município é limitado a norte pelo município de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Santana_(Madeira)">Santana</a>, a nordeste por Machico, a leste por Santa Cruz e a oeste por Câmara de Lobos, sendo banhado pelo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano_Atl%C3%A2ntico">oceano Atlântico</a> a sul. Foi a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Gon%C3%A7alves_Zarco">João Gonçalves Zarco</a> que coube a capitania da cidade em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1424">1424</a>, ano em que se iniciou o povoamento. As <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilhas_Selvagens">ilhas Selvagens</a>, 250 quilómetros a sul do Funchal, pertencem a este <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Munic%C3%ADpio">município</a>, havendo desta forma descontinuidade territorial. <br><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>bibonlinespc</author>
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         <author>josepedroguimaraes336</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Afonso Albuquerque Vila Verde dos Francos, 1452 — Goa 16.12.1515, nomeado O Grande, o César do Oriente, o Leão dos Mares, o Terribil e o Marte Português, foi um fidalgo, militar e o 2.º Vice-Rei e Governador da Índia Portuguesa, cujas ações militares, religiosas e políticas foram determinantes para o estabelecimento do Império Português no oceano Índico.</div>]]></description>
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         <title>Viagem de Circum-navegação</title>
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         <description><![CDATA[<div>Este ano comemoram-se os 500 da Viagem de Magalhães</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-10 19:17:06 UTC</pubDate>
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         <title>desembarque da armada de cabral rui cardoso</title>
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         <author>clarasm0101</author>
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         <title></title>
         <author>clarasm0101</author>
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         <pubDate>2019-01-10 20:37:25 UTC</pubDate>
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         <author>romameimo</author>
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         <author>romameimo</author>
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         <author>romameimo</author>
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         <description><![CDATA[em Sabrosa, na região de Trás-os-Montes, norte de Portugal, no dia 3 de Fevereiro de 1480. Pertencia à quarta ordem da nobreza portuguesa (fidalgos da cota de armas) e foi educado como pajem da corte da rainha D. Leonor, esposa de D. João II, o Perfeito.
 Com 25 anos de idade, alistou-se como voluntário para participar da viagem às Índias Orientais, região que abrangia China, Japão, Índia, Arábia e Pérsia, acompanhando o primeiro vice-rei português do Leste. Desde o século XV,    Sempre viajando pelo Oriente, fez parte de expedições a Quíloa, Sumatra e Malaca. Em 1506 foi ferido em Cananor. Em 1508 voltou à Índia, onde novamente foi ferido na batalha de Diu. Em 1510 recebeu o título de capitão, em reconhecimento aos serviços prestados.Acusado de negociar com os mouros, o que para Portugal era sinônimo de traição, o fez perder o prestígio junto ao rei D. Manuel (sucessor de D. João II), sendo impedido de continuar trabalhando em Portugal. Fernão renuncia sua nacionalidade e se oferece para prestar serviço ao rei da Espanha. Com a ajuda de amigos importantes consegue expor seus planos de atingir as Índias Orientais, viajando pelo Ocidente. Com a ajuda do astrônomo português, também exilado, Rui Faleiro, elaborou o projeto da viagem e foi financiado por Cristóvão de Haro, um rico proprietário de Antuérpia, inimigo do rei de Portugal. No dia 22 de março de 1518, Magalhães e Faleiro assinam um compromisso com D. Carlos V, pelo qual proclamariam espanholas todas as terras que encontrassem no curso da navegação pelo ocidente e que receberiam 1/5 do ganho obtido, descontadas as despesas.  
No dia 6 de março de 1521, quase sem suprimentos encontram algumas ilhas com grande variedade de frutas e água doce. No dia 16 chegam às Filipinas, onde são bem recebidos pelos indígenas. No dia 27 de abril ao desembarcarem em Mactán, Fernão de Magalhães é atingido por uma flecha e morre na praia. O que resta da armada prosseguiu viagem sob o comando de Juan Sebastián Elcano. Finalmente, o dia 21 de dezembro, as duas naus restantes, “Trinidad” e “Vitória”, chegam ao destino e fazem um enorme carregamento de especiarias nas ilhas Molucas. Na viagem de volta, contornam o Cabo da Boa Esperança em 19 de maio de 1522. No dia 7 de setembro, somente 18 homens regressam ao porto de Sanlúcar.
Embora Fernão de Magalhães não tenha chegado pessoalmente à ilha das especiarias, sua tarefa foi cumprida, chegou bem perto e demonstrou que o mundo era redondo. Em homenagem aos seus feitos, o nome do navegador foi dado a um estreito (Estreito de Magalhães), às duas nebulosas mais próximas (Nuvens de Magalhães), a uma zona meridional do Chile (Território de Magalhães) e a um conjunto de ilhas da Micronésia (Arquipélago de Magalhães).
Fernão de Magalhães faleceu em Mactán, Filipinas, no dia 27 de abril de 1521 

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Antonio Rocha
14d
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Viagem de Circum-navegação

Biblioteca Escolar Centro de Recursos Educativos
14d
Viagem de Circum-navegação
Este ano comemoram-se os 500 da Viagem de Magalhães
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 Afonso de Albuquerque

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Rosa Moreira
2m
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Afonso Albuquerq

José Guimarães
2m

Afonso Albuquerque Vila Verde dos Francos, 1452 — Goa 16.12.1515, nomeado O Grande, o César do Oriente, o Leão dos Mares, o Terribil e o Marte Português, foi um fidalgo, militar e o 2.º Vice-Rei e Governador da Índia Portuguesa, cujas ações militares, religiosas e políticas foram determinantes para o estabelecimento do Império Português no oceano Índico.
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