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      <title>Bullying nas escolas: como combater? by Giovana Amorim</title>
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      <description>Ádrilla, Ana Laura, Augusto, Eduarda, Giovana, Larissa, Vanessa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-10 19:00:54 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2016-10-29 16:52:14 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>augustocarneiro3739</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Gordinho”, “orelhudo”. Esses são apelidos pejorativos que na maioria das vezes têm o intuito de agredir a vítima. Diante disso, foi criado um termo para essas agressões: billying. No Brasil, podemos perceber que existem essas práticas desde muito tempo, porém não era noticiado, fazendo com que a cultura do bullying fosse perpetuada entre as gerações, e ainda hoje, é praticado ativamente, principalmente nas escolas.<br><br></div><div>A Lei de seleção natura de Darwin, prega a sobrevivência e desenvolvimento dos mais fortes. Entretanto, não se deve aplica-lo neste contexto, pelo fato de que somos todos iguais e temos os mesmos direitos constitucionalmente. Logo, fazer o uso de apelidos ou comentários com a finalidade de ofendes alguém é totalmente descabido e deve ser repudiado.<br><br></div><div>Outrossim, há várias formas de cometer bullying (agressões verbais, físicas, cyberbullying, alienação). Nesta perspectiva, devido ao constante crescimento dessa prática, foi sancionado em fevereiro de 2016 a lei Anti-Bullying – que tem o intuito de punir os agressores. Porém, essa lei é vaga e permite brechas para que a cultura desse ato opressor e violento continue se disseminando, visto que, o sistema e deficiente de fiscalização e não consegue atender de forma eficaz em um âmbito geral todas as fontes de propagação.<br><br></div><div>Diante disso, infere-se, portanto, que a cultura do bullying ainda é propagada. Para mudarmos esse contexto, o papel da família é primordial, essa tem o dever de ensinar à prole como é um convívio social harmônico, pregando o respeito e aceitação das diferenças. Para que a lei outorgada torne-se eficaz, faz se necessário que todas as escolas tenham profissionais qualificados (psicólogos, psicanalistas) a fim de atender os alunos. E também, que os professores façam o papel de fiscalização, não deixando que essas atitudes venham ocorrer. Assim, respeitando as diferenças, podemos prevenir e fazer com que os jovens convivam em uma sociedade harmônica.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-11 21:29:35 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Laura</title>
         <author>taniaguimanunes</author>
         <link>https://padlet.com/gigiptc7/1564sw27sc7j/wish/130099053</link>
         <description><![CDATA[<div>Como resultado de uma progressão de agressões, o bullying é o fator mais aterrorizante entre as crianças e jovens no âmbito educacional. A relação desigual de força ou poder é constante e presente no dia a dia de muitos e a ocultação do problema traz à vítima a exclusão social.<br><br>Em ''Todo mundo odeia o Chris", seriado americano, o protagonista é vítima de diversas formas de agressões, pela diferença de cor, classe social e pela exclusão social. Essa situação ocorre com frequência especialmente nas escolas públicas brasileiras, onde não há proteção ao aluno e as medidas preventivas ou solucionais não são tomadas.<br><br>Na Roma Antiga, era comum situações de agressões por toda parte, por se caracterizar de um âmbito perigoso. No entanto, não havia lei para combater tais problemas como há atualmente no Brasil. A lei Antibullying, sancionada em fevereiro deste ano, mostra um avanço ao combate, mas não é efetiva ao ponto de solucionar de vez a problemática.<br><br>O resultado de uma pesquisa feita em uma escola pública, mostra que 70% dos alunos já presenciaram cenas de agressão e que 30% sofreram maus tratos. O fato é que os espectadores da ação e as vítimas na maioria das vezes não denunciam o acontecimento, possibilitando a continuidade das ações. Como consequência, as vítimas sofrem perseguições, tendo também problemas psicológicos como a síndrome do pânico.<br><br>Segundo Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo, sendo ela portanto, o meio primordial na melhoria da questão. Além de mais investimento na educação com a inserção de psicólogos especializados na área nas escolas e maior estudo à Sociologia, é viável que os pais conheçam seus filhos e trabalhem as diferenças com esses, é importante também que haja influência midiática para que ocorram denúncias. Todos somos iguais perante à lei, e devemos lutar para que essa igualdade seja praticada no dia a dia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-12 12:41:57 UTC</pubDate>
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         <title>Eduarda </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gigiptc7/1564sw27sc7j/wish/130276713</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Violência, medo, insegurança e humilhação. No Brasil, por muito tempo, essa sequência fez parte na vida de milhares de estudantes. Nos últimos 7 meses, a Lei Anti-bullying (13.185) trouxe resultados significativos ao país- como uma considerável queda no número de adolescentes que já sofreram agressões físicas, psicológicas, verbais e/ou virtuais. Entretanto, ainda enfrenta entraves que dificultam a realização de mudança mais profundas.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Segundo Émile Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, coercitividade e generalidade. De maneira análoga, nota-se que o bullying pode ser encaixado na teoria do sociólogo, uma vez que, se o indivíduo convive em escolas que na maioria das vezes são preconceituosos e anti-éticas, tende adotar essa prática por vivência em grupo. Dessa forma, evidencia-se a importância de mudar as atitudes dos indivíduos para superar o conservadorismo enraizado.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Outrossim, muitas questões impedem a resolução desse impasse. De acordo com Aristóteles, a base da sociedade é a justiça para alcançar um equilíbrio social. Seguindo essa noção de pensamento, observa-se que a falta de recursos do governo, ausência de funcionários públicos nas instituições e agentes nos juizados são alguns dos fatores que rompem com essa harmonia. Ademais, por temor dos agressores, muitos jovens não denunciam e preferem isolar-se no silêncio, perpetuando as agressões e as impunidades.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Sendo assim, entende-se que essa prática é fruto das visões errôneas dos brasileiros e do sistema judicial falho. A fim de atenuar esse obstáculo, a família exerce papel essencial na educação dos filhos e na transmissão de valores que demonstrem a igualdade entre os seres humanos, independente de qualquer aspecto físico ou psicológico. Além dos professores controlarem práticas de desrespeito a qualquer aluno, é necessário também que o Governo Federal crie delegacias especializadas nesse tipo de crime. Assim, será possível, ao menos, garantir o equilíbrio aristotélico e esse fato social será gradativamente eliminado no país. _spdy":true}},{"pt-br.padlet.com:443":{"supports_sp<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-12 20:40:26 UTC</pubDate>
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         <title>Giovana</title>
         <author>gigiptc7</author>
         <link>https://padlet.com/gigiptc7/1564sw27sc7j/wish/130377144</link>
         <description><![CDATA[<div>Bullying é um termo recente para uma ação que ocorre há décadas. Trata-se de agressões, físicas ou morais, com o objetivo de intimidar, agredir e humilhar uma pessoa ou um grupo de pessoas considerados diferentes. A ação é sistêmica e ocorre principalmente no âmbito escolar, podendo deixar marcas profundas e permanentes na vida de crianças e jovens.<br><br>Essas atitudes agressivas possuem várias faces. Os tipos de bullying mais comuns são a agressão física, agressão moral (direta ou indireta), intimidação e o recente ciberbullying - praticado na internet. Uma pesquisa feita em 2009 pelo Centro de Empreendedorismo Social e Administração mostra que 70% dos jovens brasileiros já presenciaram algum ato agressivo entre colegas e 28% relatam terem sido vítimas de bullying.<br><br>Segundo Newton, toda ação gera uma reação, e nesse caso, as consequências são severas. O bullying causa nas vítimas uma sensação de insegurança e angústia, que pode levar crianças e jovens a desenvolverem problemas psicológicos, adquirirem problemas de relacionamento e em casos extremos, até mesmo cometerem suicídio.<br><br>Em fevereiro de 2016 entrou em vigor a lei antibullying (13.185/2015), que prevê o controle a essa intimidação sistêmica principalmente através da prevenção nos ambientes escolares. O projeto visa a capacitação de pais e professores para identificação dos protagonistas do problema e posterior orientação, tanto para agressores como para agredidos.<br><br>Para garantir um ambiente saudável e propício ao aprendizado, é preciso garantir o funcionamento e cumprimento da lei, através de fiscalizações às escolas por parte do Poder Judiciário. Além disso, o Governo pode enviar verbas para implantação de psicólogos nas escolas, profissionais especializados para ajudar e guiar crianças e adolescentes que estejam passando por problemas. Dessa forma, os alunos substituirão o medo pela confiança, e o bullying deixará de aterrorizar os estudantes, tonando-se uma palavra do passado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-13 10:18:13 UTC</pubDate>
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         <title>Vanessa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gigiptc7/1564sw27sc7j/wish/131006235</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A prática de agressões físicas e psicológicas apresenta-se com algo comum no cotidiano escolar, o que ocasiona o famoso bullying, gerando inúmeras consequências para a vítima. Assim, diversos fatores apresentam-se como causadores de tais atitudes agressivas.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Uma das causas desse problema está no fato de que muitas crianças e jovens sentem a necessidade de inclusão e superioridade em relação aos outros alunos e para isso se apegam às fragilidades dos colegas, que acabam sendo intimidados e excluídos. Dessa forma, a vítima passa a ter um sentimento de inferioridade, podendo ocasionar um desânimo em relação aos estudos ou até mesmo uma depressão.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Outro fator que contribui para tal realidade é a falta de impunidade dos agressores, que geralmente agem com a conivência de professores e demais funcionários do âmbito educacional. Dessa maneira, o receptor do bullying não vê uma forma de conter tais atitudes, a única solução possível em sua concepção é o afastamento da escola por meio de faltas, o que gera prejuízos ao seu rendimento escolar.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Portanto, são necessárias medidas capazes de combater a intimidação sistêmica nas escolas. Entre tais medidas, destaca-se o papel da família na transmissão de valores como o respeito ao próximo, independente de qualquer diferença física ou psicológica. Ademais, o governo poderia realizar programas que visassem a erradicação do bullying por meio da conscientização e engajamento dos profissionais da área da educação. Assim, haveria uma melhor convivência entre todos os alunos.&nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-16 22:55:17 UTC</pubDate>
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         <title>Larissa Marques</title>
         <author>larissamv1999</author>
         <link>https://padlet.com/gigiptc7/1564sw27sc7j/wish/134045032</link>
         <description><![CDATA[<div>A perseguição sistêmica no meio educacional existe desde que foram estabelecidos contratos sociais para esse âmbito. Contudo, a progressividade assustadora dessa prática, conhecida como bullying, é reflexo de uma sociedade intolerante e preconceituosa, que não respeita as diversidades. Nesse contexto, a justiça brasileira criou a Lei 13.185/2015, que visa minimizar a intolerância e maximizar a inclusão. Seria essa a solução?&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O termo bullying é oriundo da Língua Inglesa e refere-se as diversas formas de agressão ocorridas repetidas vezes entre colegas de uma determinada esfera social. No Brasil, a prática é alarmante – principalmente – em escolas. As atitudes agressivas são cometidas por pessoas frustradas que necessitam vitimar outro indivíduo para se sentirem superiores. Desse modo, muitos adolescentes espancam, humilham, isolam e zombam de outros jovens para ascederem como valentes. Contudo, a ocorrência dessa intimidação sistêmica nos colégios brasileiros é auxiliada pela presença de uma plateia que, na maioria das vezes, não relatam as perseguições e passam de espectadores a cúmplices da situação.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ademais, muitos estudantes ao sofrerem diversos tipos de bullying, seja ele físico ou psicológico, direto ou indireto, sentem-se oprimidos e revidam a agressão com violência, ocasionando um ciclo interminável dessa prática. Nesse contexto, no futuro, teremos mais indivíduos frustrados que refletirão os danos do passado no presente. Além disso, muitos alunos ficam envergonhados de relatar os casos de perseguição sistêmica à escola ou à família, contribuindo para a situação.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp;Em suma, o bullying minimiza o respeito e em nada contribui para a sociedade. Desse modo, o governo brasileiro deve ampliar a Lei 13.185/2015 e criar nas escolas quadros de profissionais especializados em orientar os alunos na importância do respeito às diversidades, evitando, assim, novos conflitos. Além disso, os pais devem tomar iniciativas, como a criação de uma associação que una responsáveis e alunos, visando debates e denúncias a cerca do tema. Assim, teremos um país mais justo e humanitário. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-29 16:31:35 UTC</pubDate>
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