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      <title>Literatura portuguesa 11° by Mariana Madeira</title>
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      <description>Made with a little mischief</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-10-17 07:36:48 UTC</pubDate>
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         <title>Romantismo na Europa </title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>O final do século XVIII presenciou a ascensão da tipografia, inventada pelo alemão Johannes Gutenberg, que possibilitou o desenvolvimento da impressão em grandes quantidades de jornais e romances.</div><div><br></div><div>No início, os romances eram publicados diariamente nos jornais de forma fragmentada, assim, a cada dia um novo capítulo da história era revelada. Esse esquema, importado para a colônia, ficou conhecido como "folhetim" ou "romance de folhetim" e deu origem às telenovelas que conhecemos nos dias de hoje.<br><br>Assim, com a Revolução da Imprensa, uma das principais características do período Moderno, houve também a ascensão dos romances impressos, popularizando o artefato (o livro não era mais considerado um artigo de luxo, inacessível) e proporcionando um largo alcance da literatura às camadas inferiores da sociedade e também às mulheres, que raramente tinham acesso às letras e, quando muito, eram alfabetizadas.</div><div><br></div><div>Considera-se o marco inicial do romantismo na Europa a publicação do romance Os sofrimentos do jovem Werther, do escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe no ano de 1774. Historicamente, um dos marcos principais do movimento foi a Revolução Francesa, responsável pela difusão dos pensamentos Iluministras na Europa e nas suas colônias, que tanto inspirou os poetas árcades brasileiros.</div><div><br></div><div>Com o processo de industrialização dos grandes centros, houve um delineamento das classes sociais: a burguesia, com riquezas provenientes do comércio, e os operários das indústrias. Logo, a literatura do período foi produzida pela classe dominante e para a classe dominante, deixando claro qual a ideologia defendida por seus autores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-17 08:12:25 UTC</pubDate>
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         <title>Romantismo em Portugal</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>Palácio Nacional da Pena em Sintra, uma das expressões do Romantismo arquitectónico do século XIX no mundo.</div><div>O Romantismo em Portugal surgiu no século XIX. Nas artes plásticas o Romantismo é normalmente encarado como um movimento oposto ao Neoclassicismo, por ser uma reação à excessiva racionalidade clássica, negando os princípios de harmonia, ordem e proporção. A questão é, no entanto, um pouco mais complexa, porque ambos se completam e revelam ser as duas fases de um mesmo objeto. É obvio que existem elementos díspares ou mesmo opostos, como sentimento e razão ou o indivíduo versus o todo, mas essas diferenças complementam-se, principalmente nas artes plásticas, porque o movimento neoclássico já é uma atitude romântica ao virar-se para o passado. Quer dizer, o todo só faz sentido com o indivíduo, tal como a razão é inseparável do sentimento, não se podendo por a tônica em nenhuma porque estão interligadas. Nesse sentido o Romantismo surge nas artes quase naturalmente quando os artistas se apercebem da impossibilidade de negar certos aspectos da criatividade humana. Pode, então, ser caracterizado como um apelo ao individualismo, exaltando o sentimento, a emoção e a genialidade.[1]</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-17 08:15:06 UTC</pubDate>
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         <title>Artes plásticas no romantismo </title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>O século XIX foi agitado por fortes mudanças sociais, políticas e culturais causadas por acontecimentos do final do século XVIII pela Revolução Industrial, que gerou novos inventos com o objetivo de solucionar os problemas técnicos decorrentes do aumento de produção, provocando a divisão do trabalho e o início da especialização da mão-de-obra, e pela Revolução Francesa, que lutava por uma sociedade mais harmônica, em que os direitos individuais fossem respeitados, traduziu-se essa expectativa na Declaração dos Direitos do homem e do Cidadão. Do mesmo modo, a atividade artística tornou-se mais complexa.</div><div><br></div><div>Um dos primeiros movimentos artísticos que surge em reação ao Neoclassicismo do século XVIII é o Romantismo e historicamente situa-se entre 1820 e 1850. Os artistas românticos procuraram se libertar das convenções acadêmicas em favor da livre expressão da personalidade do artista.</div><div><br></div><div>O termo romântico foi empregue pela primeira vez na Inglaterra para definir o tema das novelas pastoris e de cavalaria que existiam nessa época. Romântico significava pitoresco: expressão de uma emoção que é definida e que foi provocada pela visão de uma paisagem.</div><div><br></div><div>O termo romântico passou depois a ser adotado no movimento artístico-filosófico Romantismo, que seguiu as ideias políticas e filosóficas do século das luzes (liberdade de expressão e afirmação dos direitos dos indivíduos) e também as ideias de um movimento alemão chamado – Strürm und Drang (que tinha como principais elementos o sentimento e a natureza).</div><div><br></div><div>Características</div><div><br></div><div>Cultivo da emoção, da fantasia, do sonho, da originalidade, evasão para mundos exóticos onde se podia fantasiar e imaginar;</div><div>Exaltação da natureza;</div><div>Gosto pela Idade Média (porque tinha sido o tempo de formação das nações);</div><div>Defesa dos ideais nacionalistas (liberdade individual, liberdade do povo);</div><div>Panteísmo (doutrina segundo a qual Deus não é um ser pessoal distinto do mundo, Deus e o mundo seriam uma só substância);</div><div>Individualismo, visão de mundo centrada nos sentimentos do indivíduo.</div><div>Subjetivismo, o artista idealiza temas, exagerando em algumas das suas características (por exemplo, a mulher é vista como uma virgem frágil; a noção de pátria também é idealizada).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-17 08:25:44 UTC</pubDate>
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         <title>Almeida Garrett</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>Almeida Garrett (1799-1854) foi um poeta, prosador e dramaturgo português, teve um importante papel como o iniciador do movimento romântico em Portugal com a publicação do poema “Camões”.</div><div>João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett nasceu na cidade do Porto, Portugal, no dia 04 de fevereiro de 1799. Acompanhou a família na mudança para os Açores, durante a invasão napoleônica. Passou a adolescência na ilha Terceira, onde fez seus primeiros estudos. Desde cedo manifestava inclinação pela literatura e pela política.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-16 22:37:56 UTC</pubDate>
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         <title>Todas as obras de Almeida Garrett </title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>*Hino Patriótico, poema. Porto, 1820</div><div>Ao corpo académico, poema. Coimbra 1821</div><div>Retrato de Vénus, poema Coimbra, 1821</div><div>Camões, poema. Paris, 1825</div><div>Dona Branca ou a Conquista do Algarve, poema. Paris, 1826 (pseud. de F. E.)</div><div>Adozinda, poema. Londres, 1828</div><div>Lyrica de João Mínimo. Londres, 1829</div><div>Miragaia, poesia. Lisboa, 1844 (eBook)</div><div>Flores sem Fruto, poesia. Lisboa, 1845</div><div>Os Exilados, À Senhora Rossi Caccia , poesia. Lisboa, 1845</div><div>Folhas Caídas, poesia. Rio de Janeiro e depois Lisboa,1853</div><div>Camões, poema. 4ª ed. revista, com estudo de Camilo Castelo Branco. Porto, 1854</div><div>Obras póstumas</div><div>Dona Branca ou a Conquista do Algarve, poema. Porto Alegre, 1859</div><div>Dona Branca ou a Conquista do Algarve, poema. Nova York, 1860</div><div>Bastardo do Fidalgo, poema. Porto, 1877</div><div>Odes Anacreônticas: Ilha Graciosa. Évora, 1903</div><div>A Anália, poesia inédita de Garrett. Lisboa 1932 (redac., Porto 1819)</div><div>Magriço ou Os Doze de Inglaterra, poema. Coimbra, 1948</div><div>Roubo das Sabinas, poemas libertinos I. Lisboa, 1968</div><div>Afonseida, ou Fundação do Império Lusitano, poema. Lisboa 1985 (pseud.: Josino Duriense, redac., Angra 1815-16)</div><div>Poesias Dispersas. Lisboa, 1985</div><div>Magriço e os Doze de Inglaterra, poema incompleto, Lisboa, 1914</div><div>Peças teatrais</div><div>Catão, tragédia. Lisboa, 1822</div><div>O Corcunda por amor. Lisboa, 1822 [edição conjunta com Catão]</div><div>Catão, tragédia. Londres, 1830</div><div>Catão, tragédia. Rio de Janeiro, 1833</div><div>Catão, tragédia. Lisboa, 1845</div><div>Mérope, tragédia. Lisboa, 1841</div><div>O Alfageme de Santarém ou A Espada do Condestável. Lisboa, 1842</div><div>Um Auto de Gil Vicente. Lisboa, 1842</div><div>Frei Luís de Sousa, 1843 (eBook)</div><div>Dona Filipa de Vilhena, comédia. Lisboa, 1846 [11]</div><div>Falar Verdade a Mentir, comédia. Lisboa 1846</div><div>A Sobrinha do Marquês, 1848</div><div>Camões do Rossio, comédia. Lisboa, 1852 (co-autoria de Inácio Feijó)</div><div>Obras póstumas</div><div>Um noivado no Dafundo ou Cada terra com seu uso, cada roca com seu fuso: provérbio n'um acto (redac., Lisboa, 1847). Lisboa, 1857 ;</div><div>Impromptu de Sintra, comédia (redac., Sintra, 1822). Lisboa, Guimarães, Libanio, [1898];</div><div>Átala, drama (redac., Coimbra 1817). Lisboa, 1914 [inacabado];</div><div>Lucrécia, tragédia (redac., Coimbra, 1819). Lisboa, 1914;</div><div>Afonso de Albuquerque, tragédia (redac., Coimbra, 1819). Lisboa, 1914 [inacabado];</div><div>Sofonisba, tragédia (redac., Coimbra, 1819). Lisboa, 1914[inacabado];</div><div>O Amor da Pátria, elogio dramático (redac. Coimbra 1819). Lisboa, 1914;</div><div>La Lezione Agli Amanti, ópera bufa (redac., Porto, 1819-20). Lisboa, 1914;</div><div>Conde de Novion, comédia (redac., Lisboa). Lisboa, 1914;</div><div>Édipo em Colona, tragédia (redac., Terceira, 1816; revisão, Coimbra, 1818). Lisboa, 1952 [inacabado];</div><div>Ifigénia em Tauride, tragédia (redac., Terceira, 1816). Lisboa, 1952 [inacabado];</div><div>Falar Verdade a Mentir, comédia (redac., Lisboa). Rio de Janeiro, 1858;</div><div>As Profecias do Bandarra, comédia (redac., Lisboa 1845). Lisboa, 1877;</div><div>Os Namorados Extravagantes, drama (redac. Sintra, 1822). Coimbra 1974.</div><div>Artigos, ensaios, biografias e folhetos</div><div>Proclamações Académicos, Coimbra, 1820, folhetos</div><div>O Dia Vinte e Quatro de Agosto, ensaio político. Lisboa, 1821, 53 p.</div><div>Aos Mortos no Campo da Honra de Madrid, folheto. Lisboa, Jornal da Sociedade Literária Patriótica, 1822</div><div>Da Europa e da América e de Sua Mútua Influência na Causa da Civilização e da Liberdade, ensaio político. Londres 1826</div><div>Da Educação. Londres, 1829</div><div>Portugal na Balança da Europa: do que tem sido e do que ora lhe convém ser na nova ordem de coisas do mundo civilizado, Londres, 1830</div><div>Relatório dos Decretos nº 22, 23 e 24 (Reorganização da Fazenda, Administração Pública e Justiça). Lisboa, 1832, folheto</div><div>Manifesto das Cortes Constituintes à Nação, folheto. Lisboa, 1837</div><div>Necrologia do Conselheiro Francisco Manuel Trigoso de Aragão Morato, Lisboa, 1838</div><div>Relatório ao Projecto de Lei sobre a Propriedade Literária e Artística, Lisboa, 1839</div><div>Memória Histórica do Conselheiro A. M. L. Vieira de Castro, Lisboa, 1843</div><div>Conselheiro J. B. de Almeida Garrett, autobiografia. Lisboa, 1844</div><div>Memória Historica da Duqueza de Palmella: D. Eugénia Francisca Xavier Telles da Gama, Lisboa, 1845</div><div>Memória Histórica do Conde de Avilez, 1ª ed., Lisboa, 1845</div><div>Da Poesia Popular em Portugal, ensaio literário. Lisboa, 1846</div><div>Sermão pregado na dedicação da capela de Nª Srª da Bonança, folheto, Lisboa, 1847</div><div>A Sobrinha do Marquês, Lisboa, 1848, 176 p.</div><div>Memória Histórica de J. Xavier Mousinho da Silveira, Lisboa, 1849</div><div>Necrologia de D.ª Maria Teresa Midosi, Lisboa, 1950</div><div>Protesto Contra a Proposta sobre a Liberdade de Imprensa, abaixo-assinado/folheto. Lisboa 1850 (subscrito, à cabeça, por Alexandre Herculano e mais cinquenta personalidades, contra o projecto de «lei das rolhas» apresentado pelo governo)</div><div>Obras póstumas</div><div>Discursos Parlamentares e Memorias Biographicas, Lisboa, Imprensa Nacional, 1871, 438, p.</div><div>Necrologia do Sr. Francisco Krus; Monumento ao Duque de Palmela, D. Pedro de Sousa Holstein, Lisboa, 1899 (redac., Lisboa, 1839);</div><div>Memórias Biográficas, Lisboa, Empreza da História de Portugal, 1904</div><div>Necrologia à Morte de D. Leocádia Teresa de Lima e Melo Falcão Vanzeler, Lisboa, 1904 (redac., Lisboa, 1848)</div><div>Apontamentos Biográficos do Visconde d'Almeida Garrett, autobiografia. Porto, 1916</div><div>Entremez dos Velhos Namorados que Ficaram Logrados, Bem Logrados, Lisboa, 1954 (redac., 1841)</div><div>Romances, cancioneiros e contos</div><div>Bosquejo da História da Poesia e da Língua Portuguesa, Paris, 1826</div><div>Lealdade, ou a Vitória da Terceira, canção. Londres, 1829</div><div>Romanceiro e Cancioneiro Geral, vol. I. Lisboa, 1843</div><div>O Arco de Sant'Ana, romance. Lisboa, na Imprensa Nacional, 1845, vol. 1</div><div>Viagens na Minha Terra, romance. Lisboa, Typ. Gazeta dos Tribunais, 1846, 2 v. (Vol. I (eBook); Vol. II (eBook); 2 vol. juntos (eBook))</div><div>O Arco de Sant'Ana, romance. Lisboa, na Imprensa Nacional, 1850, vol. 2</div><div>Romanceiro e Cancioneiro Geral, vols. II e III, Lisboa 1851</div><div>Obras póstumas</div><div>Helena: fragmento de um romance inédito. Lisboa, 1871</div><div>Memórias de João Coradinho, aventuras picarescas. Lisboa, 1881 (redac., 1825)</div><div>Joaninha dos Olhos Verdes. Lisboa, 1941</div><div>Komurahi - História Brasileira, conto. 1956 (redac., 1825)</div><div>Cancioneiro de romances, xácaras e soláus e outros vestígios da antiga poesia nacional. Lisboa, 1987 (redac., 1824)</div><div>Cartas e diários</div><div>Carta de Guia para Eleitores, em Que se Trata da Opinião Pública, das Qualidades para Deputado e do Modo de as Conhecer, ensaio político. Lisboa, 1826</div><div>Carta de M. Cévola ao futuro editor do primeiro jornal liberal que em português se publicar, panfleto político. Londres, 1830 (pseud.: Múcio Cévola)</div><div>Carta sobre a origem da língua portuguesa, ensaio literário. Lisboa, 1844</div><div>Obras póstumas</div><div>Diário da minha viagem a Inglaterra, Lisboa 1881 (redac., Birmingham, 1823)</div><div>Cartas a Agostinho José Freire, Lisboa, 1904, 132 p. (redac., Bruxelas, 1834)</div><div>Cartas Íntimas, edição revista, coordenada e dirigida por Teófilo Braga. Lisboa, Empresa da História de Portugal, 1904, 172 p.</div><div>Cartas de Amor à Viscondessa da Luz, Lisboa, 1955</div><div>Correspondência do Conservatório, Lisboa, 1995 (redac.: Lisboa 1836 – 1841)</div><div>Discursos</div><div>Oração Fúnebre de Manuel Fernandes Tomás, Lisboa, 1822</div><div>Parnaso Lusitano ou Poesias Selectas de Autores Antigos e Modernos, Paris, 1826-1827, 5 v.</div><div>Elogio Fúnebre de Carlos Infante de Lacerda, Barão de Sabrozo, Londres, 1830</div><div>Da formação da segunda Câmara das Côrtes: discursos pronunciados pelo deputado J. B. de Almeida Garrett nas sessões de 9 a 12 de Outubro de 1837, Lisboa, Imprensa Nacional, 1837</div><div>Discurso do Sr. Deputado pela Terceira J. B. de Almeida Garrett na discussão, Lisboa, 1840</div><div>Discussão da Resposta ao Discurso da Coroa, pronunciado na sessão de 8 de Fevereiro de 1840, Lisboa, 1840</div><div>Discurso do Sr. Deputado por Lisboa J. B. de Almeida Garrett, na discussão da Lei da Decima, Lisboa, 1841</div><div>Elogio Histórico do Sócio Barão da Ribeira de Saborosa, Lisboa, 1843</div><div>Parecer da Comissão sobre a Unidade Literária, Lisboa, 1846 (dito Parecer sobre a Neutralidade Literária, da Associação Protectora da Imprensa Portuguesa, assinado por Rodrigo da Fonseca Magalhães, Visconde de Juromenha, Alexandre Herculano e João Baptista de Almeida Garrett)</div><div>Obras póstumas</div><div>Política: reflexões e opúsculos, correspondência diplomática. Lisboa, 1904, 2 v.</div><div>Participação em publicações periódicas</div><div>Toucador - Periódico sem política, dedicado às senhoras portuguesas. Lisboa, 1822 (direcção e redacção)</div><div>Heraclito e Demócrito. Lisboa, Ano III, 1823 (4 mar.) [nº único]</div><div>Português - Diário político, literário e comercial. Lisboa, 1826 – 1827 (direcção e redacção)</div><div>Cronista - Semanário de política, literatura, ciências e artes. Lisboa, 1827 (direcção e redacção)</div><div>Chaveco Liberal. Londres, 1829 (direcção e redacção); Vol. I, 1 - 17 [1]</div><div>Precursor. Londres, 1831</div><div>Português Constitucional. Lisboa, 1836 (direcção e redacção)</div><div>Entreacto: Jornal de Teatros. Lisboa, 1837 (fundação, direcção e redacção)</div><div>Jornal do Conservatório. Lisboa, 1839 - 1840 (fundação, direcção e redacção)[ligação inativa]</div><div>Jornal das Belas-Artes. Lisboa, 1843 – 1846 (fundação)</div><div>Ilustração - Jornal Universal. Lisboa, 1845 – 1846 (fundação)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-16 22:38:32 UTC</pubDate>
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         <title>Um auto de Gil vicente</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta obra perpassam figuras da época como André de Resende, Bernardim Ribeiro, Paula Vicente e o pai, o qual preparou o texto dramático que foi representado para festejar o casamento da princesa D. Beatriz, filha de D. Manuel I.</div><div>A crítica elogiou a obra: "Felizmente um drama original português, engenhosa produção de um talento, que assaz avultava já na nossa literatura, veio trazer-nos a aurora da verdadeira restauração do teatro português, e marcar uma época na nossa história dramática".</div><div>A peça não dá relevo à intensidade emotiva das personagens mais em foco: Paula Vicente amando em vão Bernardim, este a viver um forte conflito sentimental pois ama a princesa que vai casar com Carlos de Saboia e D. Beatriz, obrigada a unir o seu destino a um homem que não conhece, amando apaixonadamente o poeta das "Saudades".</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-16 22:39:10 UTC</pubDate>
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         <title>Personagens da obra</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div> Bernardim Ribeiro: Bernardim ama D. Beatriz prometida para se casar com Carlos de Sabóia. Este Romance é responsável por evocar o trágico e o sublime.<br><br></div><div>Garcia de Resende: um poeta que se posiciona diferente no Antigo Regime e no Absolutismo Monárquico, ou seja, se relaciona directamente com o poder.<br><br></div><div>Gil Vicente: o dramaturgo é autor da peça "Cortes de Júpiter", preparada para festejar o casamento de D. Beatriz, filha de D. Manuel I e representada dentro da peça Um auto de Gil Vicente.<br><br></div><div>Paula Vicente: é um bom objecto de estudo para o feminismo. A filha de Gil Vicente tem certa nobreza de carácter. Ela ama Bernardim Ribeiro, mas, mesmo assim, ajuda D. Beatriz que também o ama. Além de ser uma figura virtuosa e que contesta as coisas, é artista e ajuda Gil Vicente sendo uma figura importante para o sucesso que ele se torna no teatro.<br><br></div><div>Pêro Sáfio: actor da companhia de Gil Vicente e enamorado de Paula Vicente. Funciona como uma espécie de "gracioso" do teatro setecentista, ana sua relação directa com o público (apartes), mas também capaz de fazer solilóquios profundos.<br><br></div><div>Rei D. Manuel I: para evocar um passado de grandezas de um passado português, não só uma grandeza material, mas também no teatro nacional. Almejava um teatro tipicamente português. Além disso, a arte, nesse período de mecenato, era responsável por embelezar a corte.<br><br></div><div>D. Beatriz: personagem da peça, "Cortes de Júpiter", e a rainha, é comprometida e não pode casar com o poeta de "Menina moça" por razões de Estado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-16 22:39:23 UTC</pubDate>
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         <title>Anjo és </title>
         <author>nanamadeira11</author>
         <link>https://padlet.com/nanamadeira11/149tbndxbpli/wish/424794862</link>
         <description><![CDATA[<div>Anjo és tu, que esse poder <br>Jamais o teve mulher, <br>Jamais o há-de ter em mim. <br>Anjo és, que me domina <br>Teu ser o meu ser sem fim; <br>Minha razão insolente <br>Ao teu capricho se inclina, <br>E minha alma forte, ardente, <br>Que nenhum jugo respeita, <br>Covardemente sujeita <br>Anda humilde a teu poder. <br>Anjo és tu, não és mulher. <br><br>Anjo és. Mas que anjo és tu? <br>Em tua fronte anuviada <br>Não vejo a c'roa nevada <br>Das alvas rosas do céu. <br>Em teu seio ardente e nu <br>Não vejo ondear o véu <br>Com que o sôfrego pudor <br>Vela os mistérios d'amor. <br>Teus olhos têm negra a cor, <br>Cor de noite sem estrela; <br>A chama é vivaz e é bela, <br>Mas luz não têm. - Que anjo és tu? <br>Em nome de quem vieste? <br>Paz ou guerra me trouxeste <br>De Jeová ou Belzebu? <br><br>Não respondes - e em teus braços <br>Com frenéticos abraços <br>Me tens apertado, estreito!... <br>Isto que me cai no peito <br>Que foi?... - Lágrima? - Escaldou-me... <br>Queima, abrasa, ulcera... Dou-me, <br>Dou-me a ti, anjo maldito, <br>Que este ardor que me devora <br>É já fogo de precito, <br>Fogo eterno, que em má hora <br>Trouxeste de lá... De donde? <br>Em que mistérios se esconde <br>Teu fatal, estranho ser! <br>Anjo és tu ou és mulher? <br><br><em>Almeida Garrett, in 'Folhas Caídas'</em> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-16 23:29:49 UTC</pubDate>
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         <title>Análise- anjo és </title>
         <author>nanamadeira11</author>
         <link>https://padlet.com/nanamadeira11/149tbndxbpli/wish/424795117</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O poema "Anjo és", de Almeida Garrett, é um dos melhores exemplos da visão da mulher no Romantismo. Nele, pode-se perceber o exagero no poder da figura feminina: ela é capaz de dominar um homem, o que se observa em " que me domina teu ser o meu ser sem fim"; "minha alma forte anda humilde a teu poder".Neste poema, Garrett mostra-se perturbado com a figura feminina: ele não consegue saber se é um anjo ou uma mulher. O eu lírico percebe a idealizaçãodo ser feminino: "é bela", remete ao sensualismo com as expressões: "frenéticos abraços"; "este ardor que me devora"; "fogo eterno", e tais características o fazem acreditar ser ela uma mulher, tamanha sua beleza e sensualidade.Entretanto, ele também acredita que ela possa ser um anjo, pois ela tem poder, ela o domina, faz perder a razão e inclinar-se ao que ela determina: "E minha alma forte anda humilde a teu poder".Este poema de Garrett nos remete às características do Romantismo, que são o exagero do sentimentalismo, havendo bastante descrição, egocentrismo: neste texto, o único tema a ser tratado é a figura feminina (anjo ou mulher?) e sua reflexão sobre ela. Isso mostra um individualismo muito grande, uma vez que só fala sobre o que ele acredita e nada além.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-16 23:31:17 UTC</pubDate>
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         <title>Barca Bela</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pescador da barca bela,<br>Onde vais pescar com ela.<br>Que é tão bela,<br>Oh pescador?<br><br>Não vês que a última estrela<br>No céu nublado se vela?<br>Colhe a vela,<br>Oh pescador!<br><br>Deita o lanço com cautela,<br>Que a sereia canta bela...<br>Mas cautela,<br>Oh pescador!<br><br>Não se enrede a rede nela,<br>Que perdidoé remo e vela,<br>Só de vê-la,<br>Oh pescador.<br><br>Pescador da barca bela,<br>Inda é tempo, foge dela,<br>Foge dela<br>Oh pescador!</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-16 23:33:25 UTC</pubDate>
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         <title>Análise- Barca Bela</title>
         <author>nanamadeira11</author>
         <link>https://padlet.com/nanamadeira11/149tbndxbpli/wish/424795618</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema barca bela é composto de cinco estrofes, ele demonstra desejo, concepção da beleza, com uma linguagem mais simples e popular, os versos melodiosos, os sentimentos mais espontâneos. É um poema que fala de si próprio, refere-se a ele mesmo, há uma metalinguagem, que traz em seu contexto o romantismo. Na primeira estrofe o poeta monta seu cenário e inicia sua conversa com seu interlocutor. O eu-lírico dirige-se ao pescador, ou seja, o poeta fala consigo mesmo. Na segunda estrofe o poeta cria um ambiente para sua encenação estabelecendo a escuridão do céu nublado no qual a última estrela se esconde. A escuridão da noite é típica do romantismo, ocorrendo o desenrolar dos sonhos, uma imaginação sem limite. Ao pescador, que antes navegava com uma direção estabelecida, guiada pela vela, o eu-lírico recomenda que colha a vela ficando, portanto, à deriva. Bastante triste com a realidade ao seu redor, em conflito com a sociedade e dilacerado pelos seus dilemas íntimos, o romântico procura fugir no espaço , no tempo, no sonho e no fantástico. Na terceira estrofe quando introduz a imagem do canto da sereia. O poeta romântico busca a ascensão da voz misteriosa da sereia, que é a própria poesia. Na quarta estrofe o poeta explica porque o pescador deve ter cuidado ao se aproximar da sereia. Por um deslize ou descuido, o pescador poderia embaraçar sua rede nela, e estaria acabado. Na quinta e última estrofe o poeta parece querer impedir o pescador/poeta de deixar-se levar pelo encantamento da sereia, mas essa tentativa parece vazia. A repetição da ordem “foge dela, /Foge dela” cria uma ordem que não deve ser cumprida, sua repetição deixa clara a negação da ordem. A vontade de se render e se entregar, apesar dos riscos, sobrepõem-se ao medo da perdição.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-16 23:34:10 UTC</pubDate>
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         <title>Padlet 1º periodo</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste período o Padlet foi uma ferramenta muito importante para o meu estudo e ajudou-me a trabalhar melhor com computador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-17 19:39:38 UTC</pubDate>
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         <title>Camilo Pessanha, um poeta ao longe</title>
         <author>nanamadeira11</author>
         <link>https://padlet.com/nanamadeira11/149tbndxbpli/wish/434981989</link>
         <description><![CDATA[<div>Nascido em Coimbra, Camilo Pessanha era filho de um jurista e de uma camponesa.<br>seguiu as passadas do pai, e formou-se em Direito pela universidade de Coimbra.<br>Durante o período acadêmico, levava uma vida boêmia, o que refletia em sua saúde. Publicava seus poemas em revista e jornais, entre eles, “A Crítica”, de Coimbra e o “Novo Tempo”, de Mangualde. Nas férias, tentava se restabelecer, na casa da família, na Quinta de Marmelos, em Mirandela.</div><div>No ano a seguir a se licenciar foi nomeado Procurador Régio de Mirandela. Dois anos depois vai para Óbidos, onde advoga até 1894. Após passar em concurso, segue para Macau, colônia portuguesa, na China, para lecionar Filosofia, no recém-criado Liceu de Macau.<br>Camilo Pessanha escrevia seus poemas desde os 18 anos, mas não guardava os originais, sabia-os de cor e recitava para os amigos. Alguns de seus poemas foram publicados nas revistas “Ave Azul” e “Centauro”.  </div><div>Em 1920, graças a seu primo João de Castro Osório, que copiou seus poemas e sonetos, e preparou o livro que Camilo deu o nome de “Clépsidra”, onde reuniu as características essenciais do Simbolismo português.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-01-23 08:43:52 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução </title>
         <author>nanamadeira11</author>
         <link>https://padlet.com/nanamadeira11/149tbndxbpli/wish/451255449</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.infopedia.pt/%24lendas-e-narrativas">https://www.infopedia.pt/$lendas-e-narrativas</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 09:15:34 UTC</pubDate>
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         <title>Vida e obra de Camilo Castelo Branco </title>
         <author>nanamadeira11</author>
         <link>https://padlet.com/nanamadeira11/149tbndxbpli/wish/458483579</link>
         <description><![CDATA[<div>Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco nasceu a 16 de março de 1825, em Lisboa. A mãe morreu quando ele tinha apenas 2 anos, e o pai quando aos 9. Nesta altura foi viver para Vila Real com a tia paterna.<br>Casou-se com Joaquina Pereira aos 16 anos.<br>Em 1844 vai viver para o Porto, onde viria a estudar medicina. Este plano desfez-se, e Camilo nunca passou do segundo ano. Em 1845 experimentou a poesia, e no ano seguinte o teatro e o jornalismo. Neste ano foi também preso por ter raptado Patrícia Emília, de quem teve uma filha, no Porto.<br>Em 1847 enviuvou, e no ano seguinte fixou-se definitivamente no Porto. De 1849 a 1851 consolidou a sua atividade jornalística, voltou ao teatro, e estreou-se no romance com Anátema (1851). Entranhou-se na vida boémia portuense e foi protagonista de aventuras romanescas.<br>Em 1853 abandonou o curso de teologia, fundando de seguida vários jornais. Em 1855 tornou-se o redator principal de “O Porto” e de “Carta”.<br>Foi nesta altura, com alguns romances públicados e algumas polémicas a girar em torno da sua pessoa que Camilo Castelo Branco começou a ter o seu nome falado nos meios jornalístico e literário. Mas só no ano de 1856 atingiu a maturidade literária, com o romance <em>Onde está a Felicidade?.<br></em>No mesmo ano iniciou o seu grande romance, com Ana Plácido (casada desde 1850 com Manuel Pinheiro Alves).<br>Em 1858 foi eleito sócio da Academia Real das Ciências de Lisboa. Neste ano nasceu também Manuel Plácido, filho de Camilo e de Ana.<br>Em 1860, Manuel Pinheiro Alves deu início ao processo de adultério. Camilo e Ana fugiram, sendo ela presa em junho, e ele entregou-se, a 1 de outubro, na cadeia da relação do Porto. A 16 de outubro do ano seguinte os réus foram absolvidos.<br>Entre 1862 e 1863 o escritor publicou 11 novelas e romances.<br>Fixou-se na quinta de S. Miguel de Seide (propriedade do falecido marido de Ana) em 1864, onde veio a nascer o seu terceiro filho, Nuno. No período que se seguiu, dirigiu a Gazeta Literária do Porto e iniciou o processo de viscondado. Em 1876 descobriu a loucura do seu segundo filho, Jorge. No ano seguinte morreu Manuel Plácido.<br>A partir de 1881 o seu estado se saúde degradou-se, ficando cego e impossibilitado de escrever no ano seguinte, o que o levou a suicidar-se com um tiro de revólver.<em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-11 16:04:01 UTC</pubDate>
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         <title>Principais obras</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>A Filha do Arcediago</em>, 1855; <em>Onde está a Felicidade?</em>, 1856; <em>Vingança</em>, 1858; <em>O Romance dum Homem Rico</em>, 1861; <em>Amor de Perdição</em>, 1862; <em>Memórias do Cárcere</em>, 1862; <em>O Bem e o Mal</em>, 1863; <em>Vinte Horas de Liteira</em>, 1864; <em>A Queda dum Anjo</em>, 1865; <em>O Retrato de Ricardina</em>, 1868; <em>A Mulher Fatal</em>, 1870; <em>O Regicida</em>, 1874; <em>Novelas do Minho</em>, 1875-1877; <em>Eusébio Macário</em>, 1879; <em>A Brasileira de Prazins</em>, 1882.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-11 16:06:34 UTC</pubDate>
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         <title>Ultrarromanrismo</title>
         <author>nanamadeira11</author>
         <link>https://padlet.com/nanamadeira11/149tbndxbpli/wish/458975729</link>
         <description><![CDATA[<div>O Ultrarromantismo foi um movimento literário português que aconteceu na segunda metade do século XIX.<br>Esta obra foi considerada um uma aproximação ao Romeu e Julieta.<br>Caracterizou-se por escritores jovens que viviam numa "geração perdida", que levara ao exagero, as normas e ideais preconizadas pelo Romantismo, nomeadamente a exaltação da subjectividade, do individualismo, do idealismo amoroso, da Natureza e do mundo medieval. Camilo Castelo Branco teve uma vida ultrarromântica e vivenciava todas as suas experiências da forma mais intensa possível.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-12 09:20:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 15:13:47 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo por Capítulos</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 15:16:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
         <link>https://padlet.com/nanamadeira11/149tbndxbpli/wish/474764469</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 15:16:34 UTC</pubDate>
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         <title>Alexandre Herculano</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo nasceu em Lisboa, numa casa da Rua de São Bento, a 28 de março de 1810. Era originário de uma família da classe média. O pai era funcionário na Junta do Crédito Público e a mãe descendia de uma família de pedreiros da Casa Real. <br><br></div><div><br>Estudou num colégio religioso durante a juventude, mas foi impedido de prosseguir os estudos universitários quando tinha 17 anos, devido a dificuldades económicas causadas pela cegueira do pai. Frequentou, em vez disso, um curso de Comércio, aprendeu línguas e estudou na Torre do Tombo, o que lhe viria a dar a formação de base para os seus futuros trabalhos como historiador. Esperava-o, possivelmente, uma carreira como funcionário público, mas os tempos agitados que então Portugal vivia, com a crise política desencadeada pela subida ao trono de D. Miguel, acabaram por alterar profundamente o rumo da sua vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 15:17:18 UTC</pubDate>
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         <title>Raul Brandão</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>Raul Brandão nasceu na Foz do Douro, Porto, a 12 de março de 1867, e morreu em Lisboa a 5 de dezembro de 1930. Militar de 1888 a 1911, quando se reformou do posto de capitão, foi ao jornalismo e à literatura que dedicou a sua vida, escrevendo livros, como Húmus, a sua obra-prima, ou peças de teatro como O Gebo e a Sombra, que impressionaram várias gerações até aos nossos dias. Sem nunca ter escrito poesia, a sua escrita é predominantemente poética, e a condição humana é o tema profundo da sua obra: simbolista-decadentista no início, com História de um Palhaço, impressionista no final, quando escreve Os Pescadores e As Ilhas Desconhecidas, considerado «um dos melhores livros de viagens de todos os tempos na literatura portuguesa».</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 16:06:03 UTC</pubDate>
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         <title>Antonio Nobre</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>António Pereira Nobre</strong> (Porto, 16 de agosto de 1867 — Foz do Douro, 18 de março de 1900), mais conhecido como <strong>António Nobre</strong>, foi um poeta português cuja obra se insere nas correntes ultra-romântica, simbolista, decadentista e saudosista (interessada na ressurgência dos valores pátrios) da geração finissecular do século XIXportuguês. A sua principal obra, <em>Só</em> (Paris, 1892), é marcada pela lamentação e nostalgia, imbuída de subjectivismo, mas simultaneamente suavizada pela presença de um fio de auto-ironia e com a rotura com a estrutura formal do género poético em que se insere, traduzida na utilização do discurso coloquial e na diversificação estrófica e rítmica dos poemas. Apesar da sua produção poética mostrar uma clara influência de Almeida Garrett e de Júlio Dinis, ela insere-se decididamente nos cânones do simbolismo francês. A sua principal contribuição para o simbolismo lusófono foi a introdução da alternância entre o vocabulário refinado dos simbolistas e um outro mais coloquial, reflexo da sua infância junto do povo nortenho. Faleceu com apenas 32 anos de idade, após uma prolongada luta contra a tuberculose pulmonar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 16:08:40 UTC</pubDate>
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         <title>Antero de Quental</title>
         <author>nanamadeira11</author>
         <link>https://padlet.com/nanamadeira11/149tbndxbpli/wish/474892742</link>
         <description><![CDATA[<div>Antero de Quental (1842-1891) foi um poeta e filósofo português. Foi um verdadeiro líder intelectual do Realismo em Portugal. Dedicou-se à reflexão dos grandes problemas filosóficos e sociais de seu tempo, contribuindo para a implantação das ideias renovadoras da geração de 1870.</div><div>Antero Tarquínio de Quental nasceu na localidade de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, nos Açores, Portugal, no dia 18 de abril de 1842. Filho do combatente Fernando de Quental e Ana Guilhermina da Maia iniciou seus estudos em Ponta Delgada.</div><div>Em 1858, com 16 anos, Antero de Quental ingressou no curso de Direito na Universidade de Coimbra. Tornando-se o líder dos acadêmicos, graças à sua marcante personalidade.</div><div>Em Coimbra, Antero de Quental organizou a Sociedade do Raio, que pretendia renovar o país pela literatura. Em 1861 publicou alguns versos que lhe abriram o caminho para as glórias futuras.<br>A carreira poética de Antero de Quental apresenta três fases, de acordo com as modificações operadas em seu espírito:</div><div>Fortemente influenciadas pelo idealismo hegeliano e o socialismo de Proudhon, Antero publicou “Odes Modernas” (1865). A obra está impregnada de realismo radical. Nela o poeta compõe poesias como reflexo da Revolução.</div><div>Entretanto, sua excessiva sentimentalidade impede a realização de uma poética totalmente reformista. Com uma atitude paradoxal, ora se prende à tradição religiosa, ora se dedica à ação social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 16:11:19 UTC</pubDate>
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         <title>Cesario Verde</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Poeta do século XIX, Cesário Verde nasceu na rua dos Fanqueiros, em Lisboa, a 25 de fevereiro de 1855. Sabemos que frequentou o curso de Letras, que um incêndio na casa de campo da família destruiu muito do que escrevera, que foi um comerciante, homem da pequena burguesia e republicano convicto. Sabemos pouco para traçar uma biografia exaustiva do senhor Verde mas, lendo com atenção o seu único livro, ficamos a saber que inventou uma nova poesia.</div><div><br>A aventura literária de Cesário Verde começa no “Diário de Notícias”. Os versos são publicados e mal recebidos pelos seus contemporâneos e críticos literários. Ninguém estava preparado para aquela poesia, tão diferente da que se fazia na altura, da corrente melodramática e romântica que a todos agradava.</div><div><br>Cesário transgride na forma e no conteúdo. Prefere quadras a sonetos. Escolhe temas não poéticos, coisas prosaicas  do quotidiano, que descreve sem sentimentalismos, recorrendo a palavras vulgares em vez de pesados vocábulos e frases de sentidos difíceis. Lisboa é a personagem principal dos seus poemas. O poeta observa atentamente o que se passa, filtra e capta a cidade nos seus múltiplos ângulos e  descreve o que vê em concisos instantâneos impressionistas.</div><div><br>“O Sentimento de um Ocidental”, “Nós”, “Num bairro moderno” fazem parte da sua única obra póstuma: “O Livro de Cesário Verde”, uma coletânea dos seus poemas editada depois da sua morte, em 1886. A genialidade destes 37 poemas é reconhecida quarenta anos depois por Fernando Pessoaque chama “mestre” a Cesário Verde.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 16:11:47 UTC</pubDate>
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         <title>Padlet 2º periodo</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sendo que este período não realizamos nenhum teste escrito, o padlet foi a nossa única ferramenta passível de ser avaliada, pelo que me esforcei para que estivesse o mais completo possível.<br>Baseei a maioria das minhas biografias no site dia RTP ensina, que se tem mostrado valioso, tanto pelos videos cheios de informação, como pelos textos. para alem desse site uso, como sempre a wikipedia, a infopedia e um site que descobri recentemente, o "ebiografia".<br>Dos 5 períodos em que ja trabalhei com o pallet, este foi sem duvida aquele em que achei os trabalhos mais uteis, e em que aprendi mais com as pesquisas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 16:16:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <author>nanamadeira11</author>
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         <author>nanamadeira11</author>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title>Caracterização das personagens príncipais </title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os jornais “A Corneta do Diabo” e "A Tarde” mostram que o jornalismo português está em decadência e a falta de ética pelos jornalistas portugueses e, ainda, denunciam o baixo nível da imprensa. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-26 10:59:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title>José Régio</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title>Poesia Visual/ experimental</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div> Alexandre O’Neill, fundador do movimento Surrealista português em finais de 1940, é também considerado um dos primeiros autores a explorar a visualidade da mancha gráfica do texto revelando uma aproximação à Poesia Concreta que será amplamente desenvolvida pela Poesia Experimental Portuguesa dos anos 60. Como tal, esta dissertação propõe uma análise da materialidade do trabalho poético de O’Neill fundada em conceitos do experimentalismo, que também retomam técnicas usadas pelo Surrealismo e pelas vanguardas históricas, como a colagem e a montagem. Inserindo-se no domínio da relação Palavra-Imagem na qual se inclui também a Poesia Visual, este estudo da obra poética de O’Neill pretende igualmente ensaiar uma definição de um sentido lato de experimentalismo comum às Neovanguardas, onde diferentes media do domínio artístico e da comunicação (como a publicidade, a bandadesenhada e a pintura) interagem e trocam de papéis, procurando fundir-se com a vida. <br><br>fonte: <a href="https://run.unl.pt/bitstream/10362/7096/1/O%20Experimentalismo%20na%20obra%20de%20Alexandre%20ONeill.pdf">https://run.unl.pt/bitstream/10362/7096/1/O%20Experimentalismo%20na%20obra%20de%20Alexandre%20ONeill.pdf</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-26 11:05:00 UTC</pubDate>
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         <title>Poesia visual/ experimental</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.infopedia.pt/%24poesia-experimental,1">https://www.infopedia.pt/$poesia-experimental,1</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-26 11:05:12 UTC</pubDate>
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         <title>Citado por ator Marco D&#39;Almeida</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://ensina.rtp.pt/artigo/jose-regio-poesia/">https://ensina.rtp.pt/artigo/jose-regio-poesia/</a></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <pubDate>2020-06-26 11:13:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>  Nasceu no extremo ocidental do bairro da Lapa, em Lisboa, numa casa onde viveu até aos 15 anos. Teve um irmão três anos mais novo, Jaime, afilhado de Jaime Cortesão. Frequentou o Colégio Moderno e licenciou-se em Filologia Românica, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em 1951.<br>Tornou-se assistente da Faculdade de Letras em 1958. Foi também colaborador da revista Seara Nova, para além de ter sido um dos fundadores da revista literária Távola Redonda, que co-dirigiu , com António Manuel Couto Viana e Luís de Macedo. Foi precisamente através desta publicação que a atividade poética de David Mourão Ferreira começou a ganhar relevo, enquanto uma alternativa poética, de pendor lirista, à poesia social .<br>Considerado um dos maiores poetas contemporâneos portugueses do Século XX, Ganhou notoriedade junto do grande público com os poemas de sua autoria cantados por Amália Rodrigues, como Sombra, Maria Lisboa, Anda o Sol na Minha Rua Nome de Rua, Fado Peniche e sobretudo Barco Negro, entre outros. Outros fados da sua autoria, como Escada sem corrimão ou Lembra-te sempre de mim, serão interpretados anos depois por Camané .<br>Foi autor de alguns programas de televisão de que se destacam «Imagens da Poesia Europeia», para a RTP.<br>A 13 de Julho de 1981 foi condecorado com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada. Em 1996, a 3 de Junho, foi elevado a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada. No mesmo ano, 1996, recebeu o Prémio de Carreira da Sociedade Portuguesa de Autores.<br>Do primeiro casamento, com Maria Eulália, sobrinha de Valentim de Carvalho, teve dois filhos, David João e Adelaide Constança, que lhe deram 11 netos e netas.<br>Em 2005 é celebrado um protocolo entre a Universidade de Bari e o Instituto Camões, decidindo, como homenagem ao poeta, abrir naquela cidade o Centro Studi Lusofoni - Cátedra David Mourão-Ferreira que, dirigida pela Professora Fernanda Toriello e com a colaboração do professor Rui Costa, tem como objetivo o estudo da obra de David Mourão-Ferreira, assim como a divulgação da língua portuguesa e das culturas lusófonas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-26 11:14:37 UTC</pubDate>
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         <author>nanamadeira11</author>
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         <pubDate>2020-06-26 11:14:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <pubDate>2020-06-26 11:15:07 UTC</pubDate>
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         <title>Virgílio Ferreira </title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>Romancista e ensaísta português, natural de Melo (Gouveia), nasceu em 1916 e morreu em 1996. Estudou no Seminário do Fundão, licenciou-se em Filologia Clássica na Universidade de Coimbra e exerceu funções docentes no Ensino Secundário. Notabilizou-se no domínio da prosa ficcional, sendo um dos maiores romancistas portugueses deste século. <br>Literariamente, começou por ser neo-realista (anos 40), com "Vagão Jota" (1946), "Mudança" (1949), etc. Mas, a partir da publicação de "Manhã Submersa" (1954) e, sobretudo, de "Aparição" (1959), Vergílio Ferreira adere a preocupações de natureza metafísica e existencialista. A sua prosa, que entronca na tradição queirosiana, é uma das mais inovadoras dos ficcionistas deste século. <br>O ensaio é outra das grandes vertentes da sua obra que, aliás, acaba por influenciar a sua criação romanesca. Temas como a morte, o mistério, o amor, o sentido do universo, o vazio de valores, a arte, são recorrentes na sua produção literária. Além disto, Vergílio Ferreira deixou-nos vários volumes do diário intitulado "Conta-Corrente". Das suas últimas obras destacam-se: "Espaço do Invisível", "Do Mundo Original" (ensaios), "Para Sempre" (1983), "Até ao Fim" (1997) e "Na tua Face" (1993). Recebeu o Prémio Camões em 1992.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-26 11:16:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <pubDate>2020-06-26 11:19:47 UTC</pubDate>
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         <title>Flores para Coimbra</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <description><![CDATA[<div>Que mil flores desabrochem. Que mil flores
(outras nenhumas) onde amores fenecem
que mil flores floresçam onde só dores
florescem.

Que mil flores desabrochem. Que mil espadas
(outras nenhumas não)
onde mil flores com espadas são cortadas
que mil espadas floresçam em cada mão.

Que mil espadas floresçam
onde só penas são.
Antes que amores feneçam
que mil flores desabrochem. E outras nenhumas não.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-26 11:20:17 UTC</pubDate>
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         <title>Leitura do poema</title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <pubDate>2020-06-26 11:20:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nanamadeira11</author>
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         <pubDate>2020-06-26 11:20:57 UTC</pubDate>
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