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      <title>BRI X EUA X OTAN. by isabele</title>
      <link>https://padlet.com/isabeler2010/146sjh95mcxnyjpk</link>
      <description>Disciplina: Geopolítica do Oriente
Aluna: Isabele Enes Ribeiro</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-20 15:31:21 UTC</pubDate>
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         <title>2.4 A Perspectiva dos Estados Unidos.</title>
         <author>isabeler2010</author>
         <link>https://padlet.com/isabeler2010/146sjh95mcxnyjpk/wish/2104073503</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Estados Unidos começaram a dar mais importância a sua presença na Ásia a partir do século passado, principalmente depois de 1945, onde o país norte-americano desempenhou um papel ativo em diversos eventos históricos na Ásia seja na Independência da Índia, na Guerra do Vietnã (1955-1975) ou na Guerra das Coreias (1950-1953).&nbsp;<br><br></div><div>Com uma série de acontecimentos, principalmente após os ataques de 11 de Setembro, a política dos EUA e as relações China - EUA mudaram de forma significativa, uma vez que ambos os países foram ficando cada vez mais ligados por meio de investimentos, comércio e finanças.<br><br></div><div>Nesse primeiro tópico fica claro que o fato da China ter ascendido economicamente e se tornado a segunda maior economia do mundo alarmou os Estados Unidos. Dessa maneira, ainda na administração de Obama houve a criação da estratégia “Pivot to Asia”, que buscava restringir o avanço da China e “reorientar” a região Ásia-Pacífico.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:31:23 UTC</pubDate>
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         <title>2.4.1 Evolução da Percepção dos EUA sobre o BRI: A Questão de Segurança.</title>
         <author>isabeler2010</author>
         <link>https://padlet.com/isabeler2010/146sjh95mcxnyjpk/wish/2104074211</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a criação de “Pivot to Asia”, a China propôs a BRI em 2013 visando resolver seu dilema energético e ampliar suas participações de mercado no mundo. No ponto de vista dos EUA, o projeto geopolítico chinês contradiz seus interesses na Ásia e mesmo que não tenha um conflito direto entre China e os Estados Unidos, ainda sim há uma grande observação internacional no que tange a cada movimento desses dois países.&nbsp;<br><br></div><div>Quando Obama visitou o Leste Asiático para promover a Parceria Trans-Pacífico (TPP), acabou fazendo com que essa visita fosse interpretada como uma resposta ao BRI. Nesse sentido, a TPP trazia um senso de representar uma alternativa à abordagem da China.&nbsp;<br><br></div><div>Nesse contexto, tanto o presidente Obama como Xi Jiping passaram a afirmar a importância dos tratados bilaterais entre seus países. Xi Jiping foi claro ao expressar a vontade cooperar com os Estados Unidos para que ambos países pudessem crescer. No entanto, com a eleição de Donald Trump, essa relação de cooperação sinoamericana e a política externa dos Estados Unidos apresentaram grandes mudanças, fazendo com que os atritos entre os Estados Unidos da América e países adversários se tornassem cada vez mais freqüentes, na verdade, passaram a surgir atritos até com aliados, sendo um exemplo deles a Turquia e a União Europeia.&nbsp;<br><br></div><div>Consequentemente, a percepção sobre a BRI também mudou e com isso o objetivo estratégico dos EUA foi dividir a China em duas dimensões: uma que procurava minar as relações da China com outras grandes potências e a outra que incentivava os países que participam do BRI a se distanciarem da China.&nbsp;<br><br></div><div>Nesse contexto, vários pontos de vista foram surgindo sobre a BRI da China nos Estados Unidos. Alguns defendendo uma ideia onde o BRI é um projeto que visa restabelecer a Eurásia como maior mercado econômico do mundo, outros defendendo que o BRI é um risco nascido da arrogância, enquanto alguns (como Chance) afirmam que o BRI é um instrumento para fortalecer a cooperação China ­— EUA.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:32:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2.4.2 A BRI sob o jogo das grandes potências.</title>
         <author>isabeler2010</author>
         <link>https://padlet.com/isabeler2010/146sjh95mcxnyjpk/wish/2104074734</link>
         <description><![CDATA[<div>Conforme afirmado anteriormente, os EUA foram cada vez mais adquirindo uma percepção agressiva em relação ao BRI e a China. Inclusive, Steve Bannon, ex-estrategista chefe da Casa Branca, é quem possui um ponto de vista mais comum em relação a isso, tanto que para o mesmo o BRI agride países em desenvolvimento que buscam por infraestrutura ao emprestar-lhes dinheiro que não irá ser devolvido sob o controle de Pequim.&nbsp;<br><br></div><div>São várias as perspectivas em relação a essa situação, como Heng Wang que argumenta que a divergência entre os dois países em questão se deve porque a china enfatiza o regionalismo asiático e apóia o multilateralismo sob a BRI, enquanto os Estados Unidos se estabelecem no bilateralismo durante o governo Trump. Já para Mark Benson e Nathan Watson a China se encontra numa posição mais defensiva militarmente ao explicar suas estratégias.&nbsp;<br><br></div><div>É interessante salientar também a visão do Departamento de Defesa (DoD) dos Estados Unidos, uma vez que para eles a ascensão da China nos últimos tempos gera uma grande preocupação nos Estados Unidos.&nbsp; Para eles existem um grande perigo em relação ao BRI e no avanço de da China em projetos como a One Belt One Road (OBOR) que impulsionaria as bases militares no exterior para fornecer segurança a esses projetos criados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:33:45 UTC</pubDate>
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         <title>2.5. Visão da OTAN da BRI.</title>
         <author>isabeler2010</author>
         <link>https://padlet.com/isabeler2010/146sjh95mcxnyjpk/wish/2104075480</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a política “America First” do governo Trump, a OTAN sofreu duras críticas dos americanos. As disputas se baseavam nas cotas orçamentárias e nos últimos quatro anos, a OTAN foi se alinhando com os EUA em muitas questões envolvendo a política internacional, seja num avanço ao leste europeu ou as políticas externas envolvendo a China. Para a OTAN a BRI deve ser entendida e tratada em uma dimensão muito maior, tanto que em determinado relatório — em livre tradução tido como Iniciativa do Cinturão e Rota da China: uma estratégia de avaliação econômica — a OTAN revela medidas que buscam conter a China.&nbsp;<br><br></div><div>No contexto pandêmico, houve diversos fatores que acabaram por afetar o enfrentamento à ascensão chinesa e o desenvolvimento do BRI. Nesse sentido, o relatório salienta três fatos fundamentais: o primeiro sendo um consenso, evidente na comunidade de que a BRI poderia moldar o futuro cenário político, em segundo o reconhecimento de que haveria um custo significativo caso a China estivesse isolada da economia internacional e em terceiro que o BRI é uma oportunidade e um desafio para os parceiros comerciais da China, incluindo os Estados Unidos e os seus aliados europeus.<br><br></div><div>Em suma, a China e seu BRI são vistos como rivais pois é certo que qualquer outra opção de desenvolvimento — que foge do liberalismo — é vista como ameaça aos interesses dos países da OTAN.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:35:05 UTC</pubDate>
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         <title>2.5.1 Preocupações de segurança da OTAN na BRI.</title>
         <author>isabeler2010</author>
         <link>https://padlet.com/isabeler2010/146sjh95mcxnyjpk/wish/2104077489</link>
         <description><![CDATA[<div>A geopolítica é o principal assunto da OTAN ao ver a China se aproximando aos países europeus com facilidade. Por meio do método 17+1, a presença do país asiático nas infraestruturas europeias se torna cada vez mais forte podendo ser vista até como uma estratégia para conquistar a região com sua solidariedade.<br><br>&nbsp;Uma das grandes preocupações, do lado ocidental, ao ver essa aproximação é ligada ao avanço tecnológico chines. Para os mesmos, o país possui um histórico um tão alarmante relacionado a vias tecnológicas, visando até mesmo um tipo de espionagem nas construções auxiliadas.&nbsp;<br><br>Mesmo com muitas hipóteses, a China, por meio da BRI, conseguiu responder em demanda a muitas dívidas que estavam em aberto por esses países. Muitos deles lamentaram em aberto aceitar os termos de financiamento parar assinar as construções por administração da China vinculados ao BRI. Diante a vários empréstimos e receios, a forte influência da cultura ocidental ainda é uma barreira extensa para o mercado chinês, dificultando para a China cortar cantos regulatório</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:38:53 UTC</pubDate>
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         <title>2.5.2 Alternativa da Europa ao BRI.</title>
         <author>isabeler2010</author>
         <link>https://padlet.com/isabeler2010/146sjh95mcxnyjpk/wish/2104080386</link>
         <description><![CDATA[<div>Levando em conta toda a ajuda econômica realizada através do BRI, os aliados da OTAN ainda visualizam a China como uma ameaça preocupante. Os membros acusam o país de quebrar suas linhas de comunicação por meio de ataques cibernéticos, de uma possível fortificação militar para ataques estratégicos e de roubo de propriedade intelectual com implicações para a segurança aliada, tirando o fato de que também é vista como um problema ao liberalismo. Com todas as hipóteses em dia, o BRI fora visto como um início para uma invasão asiática, apresentando ameaças aos países europeus e levando os mesmos a melhorar suas redes de energia e digitais, ligações de transporte e promover maiores ligações humanas.<br><br>Além disso, a China passa a ser considerada como um desafio para os direitos humanos e ao direito internacional do liberalismo, por isso o BRI passa a ser enxergado como um intruso na atual ordem mundial e uma ameaça ao domínio do Ocidente em relação ao Sistema Internacional. Nesse sentido, os EUA, a Europa e algumas potências asiáticas ficam convictas ao criar uma forma de impedir o avanço chinês dentro da ordem liberal. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:44:49 UTC</pubDate>
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         <title>2.6 O Futuro do BRI: Quando vai entrar na Era Pós-Pandemia?</title>
         <author>isabeler2010</author>
         <link>https://padlet.com/isabeler2010/146sjh95mcxnyjpk/wish/2104081956</link>
         <description><![CDATA[<div>O impacto da pandemia se estende até os dias de hoje por todo o mundo, sendo a China quem mais enfrentou as consequências políticas e econômicas e afetando seu contato com o BRI e seus membros. Embora seja a primeira a ser afetada com uma grande queda na economia pelo vírus, a China conseguiu aos poucos controlar e manter um crescimento econômico interno buscando um lado positivo com oportunidades ao BRI, tanto que o acréscimo nas industrias tecnológicas e plataformas digitais durante a pandemia foi relativamente essencial e uma quebra para o contato físico.&nbsp;<br><br>Com isso, a pandemia também vem criando uma oportunidade para a China de construir uma diplomacia pública maior e atenção ao cuidado à saúde pelo país, tanto que foi levado ao BRI físico ter uma pausa e acelerar a digitalização. Diante a desviar de falhas políticas e maiores hipóteses do ocidente, o BRI em geral, é visto como vítima de sentimentos antiliberais e das próprias escolhas políticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:48:08 UTC</pubDate>
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