<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>A mulher na Revolução Industrial by Janinne Telez 1°D logística</title>
      <link>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-18 23:46:20 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-08-25 12:33:14 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Origem dos direitos</title>
         <author>JaninneTelez</author>
         <link>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2264947526</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Os direitos das mulheres surgem somente após Idade Moderna (1453 – 1789). Mais precisamente após a Revolução Francesa eclodir, em 1789, exigindo por liberdade, igualdade e fraternidade.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://noticiasconcursos.com.br/wp-content/uploads/2021/01/noticiasconcursos.com.br-revolucao-francesa-vai-cair-no-enem-revolucao-francesa.jpg" />
         <pubDate>2022-08-19 00:23:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2264947526</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reinvindicação dos Direitos da Mulher</title>
         <author>JaninneTelez</author>
         <link>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2264951572</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a Revolução Francesa, Mary Wollstonecraft publicou a sua obra "Reinvindicação dos Direitos da Mulher", em Londres no ano de 1792, como uma resposta à Constituição Francesa elaborada em 1791, que excluía as mulheres da categoria de cidadãs. Além disso, o documento denunciava a proibição do acesso das mulheres a direitos básicos, como educação formal, e criticava a condição de opressão em que as mulheres viviam na sociedade da época.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://i.pinimg.com/originals/e3/90/52/e39052992149dd997f621cf4b447bd96.jpg" />
         <pubDate>2022-08-19 00:27:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2264951572</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ideias Iluministas e a Luta pela Igualdade</title>
         <author>JaninneTelez</author>
         <link>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2264954847</link>
         <description><![CDATA[<div>Olympe de Gouges, que foi muito influenciada pelas ideias iluministas de luta por igualdade, foi a responsável por publicar na França a Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, em 1791,<em> </em>como uma contraproposta da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, elaborada após a Revolução Francesa.</div><div>Sua crítica era a utilização da palavra “homem” como sinônimo de “humanidade” e exigia que as mulheres e homens tivessem igualdade de direitos em relação à propriedade privada, aos cargos públicos, à herança, à educação, entre outros.&nbsp;</div><div>No entanto, foi somente 1893, em uma colônia no sul da Austrália, atual Nova Zelândia, que pela primeira vez na história as mulheres ganharam o direito ao voto, por meio do Ato Eleitoral de 1893. (O documento é tido como o marco inicial dos direitos políticos das mulheres no mundo, servindo de exemplo para os outros países.)<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://1.bp.blogspot.com/-7ypZokL4aEM/U2oV62hPDmI/AAAAAAAAy5o/YWHcbvpQpOo/s1600/olympe-de-gouges-2.jpg" />
         <pubDate>2022-08-19 00:31:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2264954847</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dia Internacional da Mulher</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2266619154</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a II Conferência Internacional das Mulheres em Copenhague, na Dinamarca, em 1910, Clara Zetkin, feminista marxista alemã, propôs que as trabalhadoras de todos os países organizassem um dia especial das mulheres, com o objetivo de promover o direito ao voto feminino. A reivindicação também se dava por feministas de outros países, como Estados Unidos e Reino Unido.<br>No ano seguinte, em 25 de março, em Nova York, ocorreu um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwais devido às portas trancadas, algumas pessoas saltaram pelas janelas o que levou-as à morte assim como trabalhadoras morreram no local de trabalho. Estudos mostram que 146 pessoas morreram, sendo 125 mulheres e 21 homens, na maioria judeus e jovens mulheres imigrantes. Este incêndio levou a inúmeras manifestações em homenagem às vítimas e levou à especificação de critérios rigorosos sobre as condições de segurança no trabalho e para o crescimento dos sindicatos. Naquela empresa, em 1909, já havia ocorrido uma grande greve de mulheres costureiras coordenadas pelo histórico sindicato International Ladies’ Garment Workers’ Union, que era um dos maiores sindicatos dos Estados Unidos e um dos primeiros sindicatos americanos a ter a maioria dos filiados do sexo feminino, que tentava negociar um acordo coletivo. Conforme pesquisas mostram, a empresa se recusou a assinar o acordo.<br>Diante de toda esta luta, o Dia Internacional da Mulher foi oficializado pela Organização das Nações Unidas na década de 1970. Essa data simboliza a luta histórica das mulheres para terem suas condições equiparadas às dos homens, tanto no que diz respeito à igualdade salarial quanto com relação às condições de trabalho, além da igualdade de direitos na sociedade como um todo. Esta luta se deu em toda a História da Humanidade, inclusive no Brasil, com as ações de grupos feministas até a atualidade quando ainda se constata sérios problemas, injustiças sociais e aviltamento a direitos, vivenciados por muitas mulheres como a desigualdade salarial, a jornada de trabalho maior incluindo o trabalho doméstico, a violência doméstica, dentre outros problemas que são constatados na sociedade.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1777149979/380891b664f1b2c33c07a506f649bbeb/dia_internacional_das_mulheres_20200302154547.jpg" />
         <pubDate>2022-08-21 17:48:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2266619154</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mulher na Antiguidade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2270494790</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a Antiguidade Clássica (4000 a.C – 476 d.C), as mulheres eram excluídas do processo de documentação e do ensino, pois não tinham acesso a escrita. Suas principais funções eram constituir uma família e cuidar da sua casa, isso acontecia pois desde muito novas já eram vendidas, e tinham casamentos arranjados, sem ter o direito de escolha. Além disso, dependendo da condição financeira da família, a mulher se tornava escrava ou prostituta .&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1780630138/d9f61415ddda79fcfd57e6e9c186db36/image.jpeg" />
         <pubDate>2022-08-24 18:55:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2270494790</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mulheres durante a Idade Média  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2270496662</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a Idade Média (476-1453) as mulheres começaram a exercer diferentes papéis dentro da sociedade, mas tinham que ter a permissão de um homem, além de todos afazeres de casa, elas poderiam ajudar na fabricação de artigos e cosméticos. Novamente, dependia da condição financeira, pois quando faziam parte da nobrezas podiam administrar as propriedades (dependendo da permissão do marido, pois não possuíam direitos políticos e eram dependentes dos homens).</div><div>Mesmo assim, elas ainda eram perseguidas e desvalorizadas, já que com o poder da Igreja Católica, as interpretações davam naquilo que o catolicismo determinava, com isso surgiram as perseguições na época com o discurso de que eram consideradas bruxas, isso foi conhecido como a Inquisição. Apenas na Idade Contemporânea que esses direitos começariam a ser reivindicados.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1780630138/66a318cbf3f1e75633803c5a3a94a893/image.jpeg" />
         <pubDate>2022-08-24 18:57:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2270496662</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A luta pelo direito da formação universitária das mulheres</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2270522605</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante muito tempo uma mulher deveria aprender a cuidar de uma casa, de seu marido e de seus filhos, o estudo para ela não serviria para nada. Foi quando em 1879 elas conseguiram o direito de fazer o ensino superior, ainda sim sofriam muito preconceito e eram obrigadas a ter o consentimento por escrito de seus maridos, desta forma, em 1887, Rita Lobato Velho Lopes se torna a primeira mulher a se graduar no Brasil na Faculdade<strong> </strong>de Medicina, com o passar do tempo a mulher foi ganhando voz e lugar nas universidades e passaram a poderem se matricular sozinhas sem precisar de consentimento, foi uma luta enorme. Em outros lugares do mundo mulheres passavam a se vestir como homens para poderem participar de universidades e quando eram descobertas eram executadas de forma horrenda.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1780630138/a0f1be35bcc83a3d7613a8efc574dff9/image.jpeg" />
         <pubDate>2022-08-24 19:26:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2270522605</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Revolução Industrial e o seu papel nos direitos das mulheres</title>
         <author>suserania</author>
         <link>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2270572805</link>
         <description><![CDATA[<div>Até o século XVIII, não havia oportunidades para o trabalho feminino. Com as máquinas implantadas pela Revolução Industrial, as habilidades humanas mudaram de valor. O capital deixou o trabalho menos braçal e mais intelectual, permitindo que as mulheres compensassem com neurônios o que lhes faltava em musculatura.&nbsp;<br>Com o avanço dos processos de industrialização, sobretudo a partir da década de 1930, o aumento da demanda por mão de obra abriu espaço para que as mulheres saíssem de casa e entrassem na indústria. Mas, com salários menores que os dos homens, mesmo ao exercer as mesmas funções.</div><div>Antes disso, elas se dedicavam exclusivamente ao trabalho doméstico. Nos cuidados com a casa, com as crianças e com a alimentação da família. Garantiam uma base sólida para que os homens pudessem trabalhar fora e “sustentar” o lar.</div><div>Foi a Revolução Industrial quem dinamizou o processo de emancipação econômica das mulheres. Por isso, é possível argumentar que as mulheres foram beneficiárias econômicas da Revolução Industrial, isso se deu majoritariamente à sua baixa condição econômica no período anterior à Revolução.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/675309397/9c45f52ce8db9a9ec036794f1d9d247b/2937.png" />
         <pubDate>2022-08-24 20:31:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2270572805</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quarta Revolução Industrial</title>
         <author>suserania</author>
         <link>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2270583088</link>
         <description><![CDATA[<div>Passadas três revoluções industriais, sendo a 4º revolução em pleno desenvolvimento, o sexo feminino ganhou mais importância. Segundo dados de 2018 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres compõem 51% dos trabalhadores brasileiros. Na indústria, elas respondem por 30% dos cargos, de acordo com o Ministério da Economia, rompendo barreiras e preconceitos para atuar em diversos ramos.<br>O mais recente levantamento realizado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aponta um crescimento de 106% no número de licenças concedidas a mulheres para atividades aéreas, entre 2015 e 2017, excluindo a carreira de comissário de bordo que, historicamente, sempre teve mais participação feminina. O Brasil fechou 2018 com 1.645 pilotas. Uma delas é Fabíola Castro, única pilota de testes do país, que trabalha na Embraer.&nbsp;<br>Se antes eram atribuídos a elas somente os trabalhos domésticos ou de cuidados, como enfermeiras, costureiras, professoras ou cozinheiras, hoje as coisas são bem diferentes. Agora as mulheres também estão à frente de pequenas, médias e grandes empresas, estando ainda no mundo das startups, empresas novas, de base tecnológica. As mulheres estão presentes em praticamente todos os setores do mercado, muitas já assumem cargos de liderança, elas estão na política, na engenharia, na ciência e na tecnologia, são protagonistas do próprio negócio, empreendedoras, juízas e doutoras.&nbsp;</div><div>Há transformações no mercado de trabalho atual para as mulheres, com o objetivo de colocar em prática a tão falada equidade de gênero, muitas empresas estão se adaptando à realidade da mulher no mercado de trabalho, flexibilizando os horários e formas de atuação, como é o exemplo do home office, que tem surgido como uma alternativa para as mulheres que ainda precisam cuidar sozinhas da casa e dos filhos. As redes de apoio entre mães e mulheres também estão crescendo e se mostram valiosíssimas nesse processo de estabilidade e inserção das profissionais no mercado.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/675309397/c33ebb3a713cb1013e220bdcf9b5712e/image.png" />
         <pubDate>2022-08-24 20:47:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2270583088</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A luta ainda continua: dificuldade da inserção feminina no mercado de trabalho</title>
         <author>julianogueira2112</author>
         <link>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2270597070</link>
         <description><![CDATA[<div>- <strong>Diferença salarial<br></strong>Em praticamente todas as áreas, mulheres brancas com ensino superior ganham, em média, 60% do salário de homens brancos com ensino superior – mesmo que ocupem o mesmo cargo e desempenhem as mesmas funções, uma realidade ainda pior para as mulheres negras. No Brasil, falando de igualdade de salário, estamos na penúltima colocação das Américas. E de 142 países avaliados, ocupamos a 124ª posição. Vale lembrar que a desigualdade de salários para uma mesma função é uma prática ilegal, mas, ainda assim, é realidade em muitas empresas.<br><strong><br>- Dupla jornada, maternidade e carreira<br></strong>É uma questão social: historicamente são atribuídas às mulheres todas as obrigações com a casa e com os filhos. De acordo com o IBGE, as mulheres dedicam, em média, 21,3 horas por semana às atividades de casa, enquanto os homens gastam 10,9 horas, ou seja, quase a metade do tempo. A pandemia agravou mais essa situação, fazendo com que boa parte chegue a pensar em deixar o trabalho, ao se verem tendo que cuidar das demandas profissionais, dos filhos (em casa, durante o isolamento social) e da casa. Falando de maternidade, além do desafio de conciliar as funções, sabe-se que grande parte das mulheres que se tornam mães enfrentam um cenário desafiador ao voltarem da licença-maternidade. Um estudo da FGV aponta que metade das mães que trabalham são demitidas após dois anos da licença-maternidade. O mesmo estudo traz o dado de que, a cada dez mulheres, quatro não conseguem retornar ao mercado de trabalho após a licença-maternidade, seja por questões de mercado, ou questões culturais.<br><strong><br>-Assédio no ambiente de trabalho<br></strong>Como se não bastassem os tópicos anteriores, as mulheres também enfrentam o assédio (de diversos tipos, mas com destaque para o moral e o sexual) no ambiente de trabalho, especialmente nas áreas da ciência, engenharia e medicina. E, mais um vez, a diferença é gritante: a matéria mostra que 40% das mulheres dizem que já foram xingadas ou ouviram gritos no ambiente de trabalho, contra 13% dos homens. Ainda mais grave é que o assédio é, muitas vezes, naturalizado ou levado como “brincadeirinha” por parte de empresas essencialmente machistas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/677369161/93044b9257b9e6d6574274ca45b88616/image.png" />
         <pubDate>2022-08-24 21:08:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2270597070</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O primeiro tratado internacional dos direitos das mulheres</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2271312508</link>
         <description><![CDATA[<div>A consequência da discussão foi a promulgação da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW), em 1979, pela ONU. A Convenção é um marco na história dos direitos das mulheres. Ela foi o primeiro tratado internacional responsável por determinar que os Estados membros da ONU devem tomar ações na promoção da igualdade de gênero e no combate às violações dos direitos das mulheres, com o objetivo de eliminar a discriminação e práticas que estejam baseadas na ideia da inferioridade de gênero ao redor do mundo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1191362331/37ecbe8617891fa297a7e5d380622153/image.png" />
         <pubDate>2022-08-25 11:38:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2271312508</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Integrantes:</title>
         <author>JaninneTelez</author>
         <link>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2271318149</link>
         <description><![CDATA[<div>Janinne Telez, Júlia Nogueira, Sara Nascimento e Beatriz Salazar <br><strong>Turma</strong>: 3°D&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-08-25 11:45:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/JaninneTelez/13lzzswxzva78bek/wish/2271318149</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
