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      <title>A4 de Português by isabela</title>
      <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues</link>
      <description>&quot;Conto de escola&quot;, de Machado de Assis - Turma 203</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-16 23:24:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Machado de Assis</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225096486</link>
         <description><![CDATA[<div>Nasceu no Rio de Janeiro, no Morro do Livramento, em 21 de junho de 1839, vivendo em um período de intensas mudanças sociais e políticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 21:36:38 UTC</pubDate>
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         <title>Os dois fuzileiros: parte I</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225096810</link>
         <description><![CDATA[<div><em>[Ponto de vista do Pilar]</em></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Depois que eu vi aqueles fuzileiros no caminho da escola, não conseguia mais pensar em outra coisa. No dia seguinte ao nosso encontro, retornei àquele mesmo lugar, mas eles não passaram por lá. Fiquei muito decepcionado, mas tive que ir à escola mesmo assim, porque meu pai insistia em dizer que eu estava faltando demais. Quando cheguei, apenas o Raimundo estava lá. Fiquei curioso, porque eu havia saído de casa mais cedo para encontrar os fuzileiros, e agora ainda faltavam quarenta minutos para a aula começar. Resolvi conversar com ele, e perguntei o motivo de ele estar ali àquela hora. Ele me disse que o Policarpo estava mais rabugento do que nunca, e que, ao fim daquela semana, faria uma avaliação muito difícil com ele. Aquilo me deixou reflexivo. Meu pai sempre foi rígido, mas nunca do jeito que o Policarpo age com o Raimundo. O pior de tudo era que o Raimundo sempre parecia tão conformado, nem mesmo cogitava tentar se libertar das amarras do pai. Naquele momento, resolvi que ajudaria Raimundo, não somente com os assuntos da escola, mas também emocionalmente.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Nos próximos dias, eu e Raimundo chegávamos à escola uma hora antes da aula começar. Ele sempre teve uma certa dificuldade para absorver as matérias, mas bastava ter paciência com o ritmo dele, coisa que Policarpo nunca teve. Ao longo daquela semana, também conversamos sobre nosso futuro e nossos sonhos, e eu contei para ele sobre os fuzileiros. Ele disse que nunca tinha visto uma tropa de perto, e eu prometi que um dia mostraria a ele. Finalmente, chegou o dia do teste com Policarpo. Passei a noite em claro preocupado com o Raimundo, mas sabia que ele era capaz. No dia seguinte, aprontei-me rapidamente e disparei para o colégio. Ao chegar lá, encontrei Raimundo me esperando, ao mesmo tempo sossegado e ansioso. Ao me ver, ele deu um sorriso e imediatamente eu soube que tudo havia corrido bem. Tomado pela felicidade, resolvi que cumpriria minha promessa naquele mesmo dia: levaria Raimundo para ver os fuzileiros. Animados, corremos em direção à rua em que encontrei a tropa, deixando para trás a escola e todas as nossas preocupações. Quando, ainda ao longe, avistei os fuzileiros marchando, quase não consegui acreditar na felicidade que sentia naquele momento.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 21:37:44 UTC</pubDate>
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         <title>Pilar</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
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         <description><![CDATA[<div>É o protagonista, sendo retratado como um garoto inteligente e esperto que não tinha dificuldades em acompanhar as lições na escola. Durante o conto, é possível notar que o menino possui alguns comportamentos transgressores, pois, já no começo da história, pensava seriamente em cabular aula, porém, ao lembrar-se da surra que levara de seu pai na última vez que faltara, mudou de ideia.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 21:39:40 UTC</pubDate>
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         <title>Policarpo</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
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         <description><![CDATA[<div>É o mestre da escola e pai de Raimundo. Com personalidade agressiva, é extremamente rígido com seus alunos, especialmente com seu filho. Esporadicamente, ele poupava a classe de algumas punições.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 21:40:04 UTC</pubDate>
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         <title>Raimundo</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
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         <description><![CDATA[<div>É um colega de Pilar que vive sob a pressão de seu pai, o professor, que exige mais dele do que do resto da turma. Raimundo estava com dificuldade para compreender uma lição de sintaxe, então oferece ao narrador uma moeda que sua mãe havia lhe dado, para que o narrador explicasse o conteúdo, e seu pai não o punisse.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 21:42:34 UTC</pubDate>
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         <title>Curvelo</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
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         <description><![CDATA[<div>É o mais velho e mais levado da turma. Ele denuncia Raimundo e Pilar ao mestre pela troca realizada por eles, mas, posteriormente, mostra-se arrependido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 21:45:36 UTC</pubDate>
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         <title>Ética</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao decorrer do conto, Pilar troca o seu conhecimento por uma moeda. Isso foi visto como algo errado, um suborno, pelo mestre e, logo, Pilar e Raimundo pagam pelo que fizeram. São notáveis os questionamentos do menino sobre o que é certo na situação que se encontra, sendo o correto, a seu ver, explicitamente conflitante com o correto na visão do menino que os dedura. Na atualidade, o ato de “colar” é algo bastante presente nas instituições de ensino. Ao praticar a “cola” em uma avaliação, o aluno pode não ter consciência de que está cometendo um ato infracional e também antiético. Essa situação pode ser ainda pior se ele possui a consciência de estar cometendo um ato antiético e não se importa com isso, pois, nesse caso, o estudante não está valorizando o aspecto da justiça e o valor inerente ao espírito de sacrifício e dedicação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 21:49:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;A escola era na Rua do Costa, um sobradinho de grade de pau. O ano era de 1840. Naquele dia — uma segunda-feira, do mês de maio — deixei-me estar alguns instantes na Rua da Princesa a ver onde iria brincar a manhã. [...] Morro ou campo? Tal era o problema. De repente disse comigo que o melhor era a escola. E guiei para a escola.&quot;</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225103545</link>
         <description><![CDATA[<div>É a primeira passagem do conto. Apresenta ao leitor o ambiente em que se passará a história e esboça opinião do protagonista sobre a escola: ele deixa a mente viajar por alguns instantes, imaginando a manhã que teria caso estivesse livre do fardo de ir à escola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 22:05:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Raimundo gastava duas horas em reter aquilo que a outros levava apenas trinta ou cinquenta minutos; vencia com o tempo o que não podia fazer logo com o cérebro. Reunia a isso um grande medo ao pai. Era uma criança fina, pálida, cara doente; raramente estava alegre. Entrava na escola depois do pai e retirava-se antes. O mestre era mais severo com ele do que conosco.&quot;</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225105319</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa descrição de Raimundo faz com que o leitor compreenda os motivos que o levaram a propor a troca com Pilar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 22:14:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Custa-me dizer que eu era dos mais adiantados da escola; mas era. Não digo também que era dos mais inteligentes, por um escrúpulo fácil de entender e de excelente efeito no estilo, mas não tenho outra convicção. Note-se que não era pálido nem mofino: tinha boas cores e músculos de ferro.&quot;</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225105756</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresenta os motivos pelos quais Raimundo fez a proposta para Pilar, e não qualquer outro colega de classe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 22:16:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;O pior que ele podia ter, para nós, era a palmatória. E essa lá estava, pendurada do portal da janela, à direita, com os seus cinco olhos do diabo. Era só levantar a mão, despendurá-la e brandi-la, com a força do costume, que não era pouca.&quot;</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225106539</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa passagem estabelece a palmatória e as punições físicas como o maior medo não só de Pilar, mas da classe inteira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 22:18:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Em seguida propôs-me um negócio, uma troca de serviços; ele me daria a moeda, eu lhe explicaria um ponto da lição de sintaxe. Não conseguira reter nada do livro, e estava com medo do pai. [...] O pobre-diabo contava com o favor, — mas queria assegurar-lhe a eficácia, e daí recorreu à moeda que a mãe lhe dera e que ele guardava como relíquia ou brinquedo; pegou dela e veio esfregá-la nos joelhos, à minha vista, como uma tentação...&quot;</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225107300</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresenta a proposição que está no centro da história e cujas consequências carregam grande importância no enredo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 22:21:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;De repente, olhei para o Curvelo e estremeci; tinha os olhos em nós, com um riso que me pareceu mau. Disfarcei; mas daí a pouco, voltando-me outra vez para ele, achei-o do mesmo modo, com o mesmo ar, acrescendo que entrava a remexer-se no banco, impaciente. Sorri para ele e ele não sorriu; ao contrário, franziu a testa, o que lhe deu um aspecto ameaçador. &quot;</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225108747</link>
         <description><![CDATA[<div>A tensão entre Curvelo e os dois meninos vem sido construída ao longo do conto. Nesse trecho, a ameaça é consolidada por meio das palavras escolhidas para descrever o comportamento de Curvelo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 22:27:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;— Oh! seu Pilar! bradou o mestre com voz de trovão. Estremeci como se acordasse de um sonho, e levantei-me às pressas. Dei com o mestre, olhando para mim, cara fechada, jornais dispersos, e ao pé da mesa, em pé, o Curvelo. Pareceu-me adivinhar tudo. — Venha cá! bradou o mestre.&quot;</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225109335</link>
         <description><![CDATA[<div>É o momento em que Pilar e o leitor mais ficam apreensivos durante o conto, temendo a punição de Policarpo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 22:30:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Acabou, pregou-nos outro sermão. Chamou-nos sem vergonhas, desaforados, e jurou que se repetíssemos o negócio, apanharíamos tal castigo que nos havia de lembrar para todo o sempre. E exclamava: Porcalhões! tratantes! faltos de brio! Eu, por mim, tinha a cara no chão. Não ousava fitar ninguém, sentia todos os olhos em nós. Recolhi-me ao banco, soluçando, fustigado pelos impropérios do mestre.&quot;</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225110231</link>
         <description><![CDATA[<div>Mostra como a violência física e psicológica de Policarpo afeta o emocional de Pilar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 22:33:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Não fui à escola, acompanhei os fuzileiros, depois enfiei pela Saúde, e acabei a manhã na Praia da Gamboa. Voltei para casa com as calças enxovalhadas, sem pratinha no bolso nem ressentimento na alma. E contudo a pratinha era bonita e foram eles, Raimundo e Curvelo, que me deram o primeiro conhecimento, um da corrupção, outro da delação; mas o diabo do tambor...&quot;</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
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         <description><![CDATA[<div>É a última passagem do conto. Os fuzileiros representam um novo interesse de Pilar, que volta a sentir o prazer e o conforto que foram tomados dele ao longo do conto. Apesar de iniciar esse novo capítulo, o menino sabe que carregará sempre consigo as lições do ocorrido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 22:38:44 UTC</pubDate>
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         <title>Infância e adolescência </title>
         <author>nantuafernanda</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi criado no Morro do Livramento, região marginalizada do Rio de Janeiro. <br>Machado fez seus primeiros estudos na escola pública do bairro de São Cristóvão e tornou-se amigo do padre Silveira Sarmento, ajudando-o nas missas, o que contribuiu para ele se familiarizar com o latim. <br>Em 1856, entrou para a Imprensa Nacional, como aprendiz de tipógrafo, e lá conheceu Manuel Antônio de Almeida, autor de <em>Memórias de um Sargento de Milícias</em>, que se tornou seu protetor. Essa relação trouxe muita influência para Machado de Assis, que continuou trabalhando em diversos jornais, onde teve a oportunidade de escrever crônicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 22:48:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carreira</title>
         <author>nantuafernanda</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225121635</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1861, Machado de Assis publicou o primeiro livro, que foi a tradução de <em>Queda que as mulheres têm para os tolos. <br></em>Em 1862, Machado era censor teatral, que era um cargo não remunerado, mas que lhe dava ingresso livre nos teatros. <br>Em 1864, ele publicou o seu primeiro livro de poesias, <em>Crisálidas, </em>originalmente composto por 29 poemas.<br>Em 1872, publicou o seu primeiro romance, <em>Ressurreição</em>, que é considerado uma obra da primeira fase romântica do autor.<br>De 1881 a 1897, publicou na <em>Gazeta de Notícias</em> as suas melhores crônicas, sendo o <em>Conto de escola</em> publicado no jornal em 1884.<br>Machado de Assis é o fundador da cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 23:13:50 UTC</pubDate>
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         <title>Sites</title>
         <author>nantuafernanda</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225125500</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Academia</strong>: Biografia de Machado de Assis. <em>Disponível em:</em> &lt;https://www.academia.org.br/academicos/machado-de-assis/biografia&gt;<br><strong>Brasil Escola</strong>: Biografia de Machado de Assis. <em>Disponível em: </em>&lt;https://brasilescola.uol.com.br/biografia/machado-de-assis.htm&gt;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 23:23:08 UTC</pubDate>
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         <title>Livros</title>
         <author>nantuafernanda</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225126015</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Várias histórias,</em> de Machado de Assis</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 23:24:34 UTC</pubDate>
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         <title>Violência proferida por pais e professores</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225126307</link>
         <description><![CDATA[<div>Em momentos da narrativa, é notável o uso de violência por parte dos pais e do professor como forma de correção dos jovens. Atitudes dessa natureza geram incerteza nas crianças e faz com que os jovens confundam o respeito com o temor, o amor com o medo e se tornem jovens crentes de que a melhor forma de educar é por meio da punição física. Atualmente, essa forma de educar é anacrônica e incoerente, embora ainda existam casos. Os pais de hoje em dia têm preferido a conversa e a compreensão, método que traz mais benefício para a relação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 23:25:22 UTC</pubDate>
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         <title>Morte e legado</title>
         <author>nantuafernanda</author>
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         <description><![CDATA[<div>Machado de Assis morreu no dia 29 de setembro de 1908, aos 69 anos de idade. Ele já estava idoso e&nbsp; tinha sido tomado pela depressão.<br>Há algumas décadas, a fama de Machado de Assis ainda não estava consolidada, principalmente no período imediatamente posterior à sua morte. Contudo, atualmente é evidente a relevância do autor, considerado um dos mais importantes escritores da literatura nacional e escritor de <em>Memórias Póstumas de Brás Cubas, </em>obra de fama internacional que rompeu com a tradicional narração linear, dando início ao realismo no Brasil. Assim, é evidente que Machado de Assis influenciou e continua influenciando gerações de leitores em todo o mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 23:38:37 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário crítico</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Bo1aBPRRA1E" />
         <pubDate>2022-06-19 23:42:14 UTC</pubDate>
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         <title>Os dois fuzileiros, parte II</title>
         <author>isabelaoliveiralima</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaoliveiralima/a4deportugues/wish/2225226829</link>
         <description><![CDATA[<div><em>[Ponto de vista do Raimundo]</em></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Os dias viraram semanas, que viraram meses, que viraram anos. A minha amizade com Pilar se intensificou a cada momento que passei em sua companhia. Agora já estávamos com dezesseis anos, e o nosso sonho de nos tornarmos fuzileiros estava cada vez mais tangível. No entanto, havia uma coisa que deixava meus pensamentos inquietos, e eu não a compreendia muito bem. Sempre soube que Pilar significava muito para mim, mas não entendia a que extensões chegava esse sentimento. Comecei a perceber que enxergava Pilar da forma que os poetas descrevem suas amadas. Não sabia como lidar com essa descoberta, pois tinha muito medo de ser malvisto pela sociedade. Não sabia se Pilar sentia o mesmo, mas por que um sentimento tão bonito e singelo deveria ser silenciado? Resolvi declarar minha paixão, e levei Pilar para a rua onde sempre íamos observar os fuzileiros. Mais vulnerável do que nunca, revelei tudo o que eu sentia por meio de palavras doces e tímidas, e nunca senti tanto medo da reação de alguém. Porém, ao criar coragem de encarar o meu amado, fui surpreendido com o toque de seus macios lábios nos meus. Fui tomado por uma alegria tão intensa, e, naquele instante, soube que, apesar das incertezas do nosso futuro, sua companhia sempre seria uma certeza na minha vida.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 01:49:18 UTC</pubDate>
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