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      <title>CCM by </title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-03 20:39:13 UTC</pubDate>
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         <title>CCM</title>
         <author>rayssagrijo</author>
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         <description><![CDATA[<p>No meu primeiro dia de estágio, fui designada para o posto de enfermagem, onde recebi o auxílio da senior Myllena. Como eu já havia feito uma aula extracurricular anteriormente, eu já conhecia um pouco da rotina do posto, o que me ajudou a ter mais noção do ambiente. A Myllena foi me explicando as funções do posto de enfermagem, que envolvem a assistência direta ao paciente e o gerenciamento da equipe de enfermagem, além da parte burocrática. Adorei a experiência, aprendi bastante, e a Myllena foi extremamente simpática e disposta a ensinar.</p><p>Nos dois dias seguintes, fiquei responsável pela realização de curativos simples e complexos, sempre sob a supervisão da preceptora Paula. Ela me observava e me orientava com dicas para facilitar o procedimento, o que foi maravilhoso, pois me senti mais segura. Ela me ensinou que em qualquer ferida se utiliza soro fisiológico, e que apenas no trajeto de drenos se utiliza clorexidina. Também achei interessante aprender sobre a luva de toque (luva estéril). Tive um pouco de dificuldade no início, mas fui treinando e agora me sinto mais segura, embora saiba que ainda posso melhorar.</p><p>Nesses dois dias, realizei mais curativos simples. Depois, fiquei dois dias no checklist, acompanhada da Raiane, que foi minha dupla. Passamos leito a leito aplicando a Escala de Fugulin e a Escala de Risco de Queda. A atividade foi bem tranquila, pois a Raiane é minha colega de sala e já temos uma boa sintonia. Finalizamos com sucesso todas as avaliações dos pacientes.</p><p>Em seguida, fizemos a evolução dos pacientes. A professora Paulinha nos deu um paciente para cada uma, realizamos o exame físico e elaboramos a evolução. Fiz do meu jeito e aprendi que a avaliação deve ser feita de forma céfalo-podálica. Também entendi melhor como estruturar a evolução, com diagnóstico, conduta e prescrição de enfermagem. A preceptora Paulinha esclareceu muito bem esse processo.</p><p>Na segunda semana, voltei ao posto de enfermagem, novamente acompanhada da Raiane. Já me senti mais segura, pois já conhecia melhor a rotina: aprazamento, livro de ocorrências, atendimento telefônico e acompanhamento de altas. Como a Raiane ainda não havia passado pelo posto, ela ficou aprazando enquanto eu acompanhava o restante. Foi um dia produtivo e de muito aprendizado.</p><p>Após isso, passei dois dias no curativo: um dia no simples e outro no complexo. Porém, havia poucos curativos complexos, então atuei mais com os simples. Fiquei acompanhada da Lívia, que me auxiliava, por exemplo, cortando o esparadrapo enquanto eu mantinha a luva estéril. Realizei um curativo de cateter jugular central esquerdo — foi a primeira vez que fiz esse procedimento. Foi uma experiência incrível, e espero poder realizar mais vezes para ganhar prática.</p><p>No dia seguinte, fiquei novamente com o checklist, acompanhada da minha amiga Isabel. Foi uma cooperação muito boa, nos ajudamos mutuamente. Apesar de ter saído mais cedo por conta de uma prova, fiz de tudo para não deixar trabalho acumulado para ela. Passamos leito a leito, aplicando corretamente a Escala de Fugulin e a Escala de Risco de Queda.</p><p>Na terceira semana, atuei praticamente sozinha. Fiz checklist, curativos e permaneci no posto de forma independente. Nos curativos, senti que estava mais preparada, segura e confiante. Atendi um paciente com sinais flogísticos e outro com dreno com extravasamento de líquido. Como o esparadrapo estava provocando eritema, troquei por fita micropore e usei uma gaze grande para evitar umidade na área. Fiz o curativo com precisão e saí do leito com a sensação de que contribuí para a melhora do paciente.</p><p>No dia seguinte, realizei o checklist sozinha — foi a primeira vez sem dupla. Foi mais demorado, mas consegui fazer tudo, inclusive as escalas de Fugulin. Cansativo, porém gratificante. No dia seguinte, realizei a evolução de um paciente, fiz exame físico e depois participamos do Round, onde aprendemos como deve ser feita a passagem de plantão. Foi um dia de muito aprendizado.</p><p>Na última semana, apenas auxiliei a Letícia e a Aline nos curativos. Pedi para aferir glicemias capilares para ter mais contato com os pacientes. Encerramos o estágio com um café/almoço.</p><p><br/></p><p><strong>Considerações Finais</strong></p><p>Foi um lugar onde me senti acolhida e aprendi muito. Agradeço às colegas e especialmente à preceptora Paulinha pela paciência e dedicação em ensinar.</p><p><br/></p><p><strong>Tipos de Drenos Cirúrgicos e Cuidados de Enfermagem</strong></p><p>ARTMED. <em>Tipos de drenos cirúrgicos e cuidados da enfermagem</em>. Porto Alegre: Artmed, 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://artmed.com.br/artigos/tipos-de-drenos-cirurgicos-e-cuidados-da-enfermagem">https://artmed.com.br/artigos/tipos-de-drenos-cirurgicos-e-cuidados-da-enfermagem</a>. Acesso em: 06 ago. 2025.</p><p>COREN-PR. <em>Tipos de drenos e cuidados de enfermagem</em>. Conselho Regional de Enfermagem do Paraná. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ouvidoria.cofen.gov.br/coren-pr/transparencia/76400/download/PDF">https://ouvidoria.cofen.gov.br/coren-pr/transparencia/76400/download/PDF</a>. Acesso em: 06 ago. 2025.</p><p><br/></p><p><strong>2. Escala de Fugulin</strong></p><p>ENFERMAGEM ILUSTRADA. <em>Dimensionamento de pessoal: escala de Fugulin</em>. 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://enfermagemilustrada.com/dimensionamento-de-pessoal-fugulin">https://enfermagemilustrada.com/dimensionamento-de-pessoal-fugulin</a>. Acesso em: 06 ago. 2025.</p><p>SANTOS, D. C. A. et al. Aplicabilidade da escala de Fugulin na classificação de pacientes: revisão integrativa. <em>Research, Society and Development</em>, v. 10, n. 14, p. e172101423798, 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/download/40702/33237/435597">https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/download/40702/33237/435597</a>. Acesso em: 06 ago. 2025.</p><p><br/></p><p><strong>3. Cuidados Pós-operatórios e Deiscência de Sutura</strong></p><p>FERREIRA, M. C. et al. Complicações cirúrgicas em feridas operatórias: uma revisão. <em>Revista de Enfermagem do Centro-Oeste Mineiro</em>, v. 5, n. 2, p. 1713-1721, 2015. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/rgenf/a/kLB6TQz8vYMjSwh5rN4WM7g">https://www.scielo.br/j/rgenf/a/kLB6TQz8vYMjSwh5rN4WM7g</a>. Acesso em: 06 ago. 2025.</p><p>TUA SAÚDE. <em>Deiscência de sutura: o que é, causas, sintomas e o que fazer</em>. 2023. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tuasaude.com/deiscencia-de-sutura">https://www.tuasaude.com/deiscencia-de-sutura</a>. Acesso em: 06 ago. 2025.</p><p><br/></p><p><strong>4. Cuidados com Dreno de Tórax (Selo d’Água)</strong></p><p>EBSERH – EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES. <em>Cuidados de enfermagem com dreno de tórax: protocolo operacional padrão</em>. Juiz de Fora: HU-UFJF, 2022. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/ebserh-intensifica-assistencia-a-distancia-como-estrategia-de-combate-a-covid-19/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-sudeste/hu-ufjf/acesso-a-informacao/nucleo-de-qualidade-hospitalar-gestao-de-documentos/gerencia-de-atencao-a-saude/divisao-de-enfermagem-denf/pop-denf-fund-052-cuidados-de-enfermagem-com-o-dreno-de-torax.pdf">https://www.gov.br/ebserh-intensifica-assistencia-a-distancia-como-estrategia-de-combate-a-covid-19/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-sudeste/hu-ufjf/acesso-a-informacao/nucleo-de-qualidade-hospitalar-gestao-de-documentos/gerencia-de-atencao-a-saude/divisao-de-enfermagem-denf/pop-denf-fund-052-cuidados-de-enfermagem-com-o-dreno-de-torax.pdf</a>. Acesso em: 06 ago. 2025.</p><p>ARTMED. <em>Dreno de tórax: indicações e cuidados de enfermagem</em>. Porto Alegre: Artmed, 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://artmed.com.br/artigos/dreno-de-torax-indicacoes-e-cuidados-de-enfermagem">https://artmed.com.br/artigos/dreno-de-torax-indicacoes-e-cuidados-de-enfermagem</a>. Acesso em: 06 ago. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-06 21:11:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rayssagrijo/12ujy7t4zhq20o9h/wish/3537210249</guid>
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         <title>UPC</title>
         <author>rayssagrijo</author>
         <link>https://padlet.com/rayssagrijo/12ujy7t4zhq20o9h/wish/3557530510</link>
         <description><![CDATA[<p>No primeiro dia, conhecemos a unidade, vimos como é feita a evolução e o professor relembrou alguns tópicos. No segundo dia, conhecemos os pacientes, aprendemos a aspirar e a manusear a PAI. Como eu fui a última a realizar os cuidados no último paciente, consegui me sentir mais segura, mas sempre com moderação e cuidado. Finalizamos a passagem e o professor explicou sobre os cateteres. Nesse dia, fiquei feliz porque consegui realizar o que o professor havia ensinado. No terceiro dia, fizemos a SAE em dupla, evoluímos e discutimos sobre os pacientes. No quarto dia, fiquei com o paciente do leito 07. Fiz os cuidados sozinha, mas o sênior Ronaldo ficou me acompanhando. Dessa vez, fiquei mais atenta para observar tudo, filtrar e aprender. Aspirei e retirei o líquido do tubo e depois evoluí o paciente. No quinto dia, fiquei em dupla com a Letícia. Fizemos os cuidados integrais do paciente. Como foi o nosso primeiro banho no leito, estávamos bem ansiosas e com medo. Dividimos as tarefas e conseguimos realizar um banho satisfatório. Queríamos fazer um banho mais completo, mas a paciente reclamava de dor abdominal a todo momento. Ainda assim, realizamos o banho no leito e evoluímos juntas. No sexto dia, fiquei com um paciente sozinha. Evoluí e percebi que ele estava ictérico. Nesse dia, fiquei com uma sensação estranha, porque eu sei o que estou fazendo, mas, na hora de falar, ainda me confundo muito. No sétimo dia, fiquei com um paciente que já estava de alta. Em dupla com a Maria Eduarda, realizamos o banho no leito, fizemos a troca do curativo da FO e também do acesso profundo da jugular. Depois evoluímos o paciente e o encaminhamos para o CCM. Precisei passar as informações ao posto do CCM. Mesmo com dificuldade de falar em público, aproveitei esse momento para treinar. No penúltimo dia, fiquei novamente com o paciente do leito 10. Voltei a acompanhar a mesma paciente para observar sua evolução e, graças a Deus, ela estava melhorando. Realizei o SAE, fiz o exame físico, aspirei o filtro bacteriológico e evoluí a paciente. No último dia, cuidei novamente da paciente do leito 10. Houve uma intercorrência: enquanto eu fazia o SAE, o residente e o acadêmico estavam passando visita. O acadêmico tentou aspirar e acabou retirando o tubo da ventilação. Pensaram que seria uma extubação, então chamei o professor. Ele avaliou e conduziu a situação. No fim, a paciente estava apenas com o tubo fora da ventilação. Para mim, foi muito importante presenciar essa situação, pois aprendi qual conduta devo ter em momentos como esse. Finalizei meu SAE e fui tomar café. A UPC foi, para mim, um lugar de grandes aprendizados. Sinto que evoluí bastante. No início me senti "fora da caixinha", mas segui em frente e fui vencendo minhas dificuldades.</p><p><br/></p><p><strong>Consideração Final</strong></p><p>A vivência na UPC proporcionou um aprendizado significativo e marcante para minha formação em enfermagem. Cada dia de estágio trouxe desafios e experiências que contribuíram para o desenvolvimento da minha prática, da minha segurança e também da minha postura profissional.</p><p>Atividades como a realização da SAE, o banho no leito, a aspiração de vias aéreas e o acompanhamento da evolução dos pacientes mostraram a importância do cuidado integral, da observação atenta e da aplicação correta das técnicas. Além disso, situações inesperadas, como a intercorrência durante a aspiração do paciente, reforçaram a necessidade de manter a calma e de seguir a conduta adequada, sempre com foco na segurança do paciente.</p><p>Percebo que, ao longo dessa trajetória, consegui evoluir tanto no aspecto técnico quanto no humano. Se no início me senti “fora da caixinha”, hoje consigo reconhecer o quanto cresci e amadureci, superando inseguranças e fortalecendo minhas habilidades.</p><p>Assim, o estágio na UPC representou não apenas um espaço de prática profissional, mas também de autoconhecimento, resiliência e aprendizado contínuo, que levarei como base para minha vida acadêmica e para o futuro exercício da enfermagem.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Pesquisas</p><p><br/></p><p><br/></p><p>O banho no leito é uma prática fundamental na rotina de cuidados pela necessidade de manter a higiene pessoal do paciente e vital na prevenção de infecções. Para pacientes acamados, o banho no leito é mais do que uma medida de limpeza; é um ato de cuidado humano, respeito e dignidade.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://querobolsa.com.br/revista/banho-no-leito-cuidados-de-enfermagem">Banho no Leito: confira os cuidados de Enfermagem essenciais</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>A aspiração traqueal é uma técnica utilizada nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Processo eficaz para a limpeza do excesso de mucos em pacientes que estão ou não expostos a ventilação mecânica (VM). No entanto, o procedimento precisa ser efetivado com cautela, levando em consideração o caso clínico, por causa de complicações e riscos</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistaft.com.br/aspiracao-traqueal-indicacoes-complicacoes-e-riscos/">ASPIRAÇÃO TRAQUEAL: INDICAÇÕES, COMPLICAÇÕES E RISCOS&nbsp; – ISSN 1678-0817 Qualis B2</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 20:03:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>CMM</title>
         <author>rayssagrijo</author>
         <link>https://padlet.com/rayssagrijo/12ujy7t4zhq20o9h/wish/3662249946</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Clínica Médica Masculina</strong></p><p>No primeiro dia, a professora apresentou a clínica e explicou sobre as reformas. Logo após, a Mariana fez a divisão dos pacientes — cada aluno ficou responsável por oito pacientes e acompanhado de um sênior.<br>Passei visita nos meus pacientes; dois deles tinham curativos simples, e um apresentava um óstio na região facial. Achei muito interessante e comecei os cuidados utilizando soro fisiológico 0,9%, ocluindo com gaze e fita microporosa.<br>Um dos meus pacientes estava rebaixado; realizei o curativo enquanto ele permanecia completamente sedado, sob analgesia. Fiz todos os curativos e evoluí com ajuda da professora, o que eu particularmente gostei, pois ela é bem direta e objetiva. Após a evolução, fiz o aprazamento.</p><p>No dia seguinte, cheguei e passei visita, realizando novamente os curativos simples, inclusive o da região facial e o da ferida operatória.<br>Nesse módulo, estou me sentindo muito tranquila. Tenho visto muitas situações diferentes e aprendido bastante com os diversos cenários do dia a dia. Nesse dia, posicionei um paciente que estava em isolamento. Ele estava com dificuldade de acesso; tentei duas vezes, consegui refluxo sanguíneo, mas a veia estourava. Então chamei o Márcio, que conseguiu puncionar. O paciente estava com muito medo, o que dificultava, pois ele se mexia muito durante o procedimento. Felizmente, o Márcio conseguiu controlar a situação.</p><p>No dia seguinte, como de rotina, passei visita e realizei os mesmos curativos. Depois fui para o posto, e a professora me chamou para fazer as medicações. Como eu nunca tinha feito antes, fiquei bem concentrada, prestando bastante atenção.<br>Enquanto aplicava as medicações, um dos meus pacientes rebaixou e veio a óbito. Foi a primeira vez que vi um paciente sendo colocado em um saco preto. Senti um vazio enorme — uma sensação de que ali acabava uma vida, uma história, todos os sonhos e objetivos. Isso me fez refletir muito sobre a vida. Mesmo assim, mantive minha postura profissional, continuei fazendo o que precisava ser feito e acompanhei as técnicas levando o paciente ao local destinado.</p><p>No dia seguinte, passei visita nos meus pacientes. Como havia ocorrido um óbito, chegou um novo paciente, com pneumonia e infecção hospitalar. Ele estava tranquilo. Realizei os curativos e visitei os demais.<br>Um dos pacientes precisava trocar o acesso devido ao protocolo hospitalar, mas ele optou por não trocar. Perguntei à professora o que deveria fazer, e ela orientou que verificasse se o acesso ainda estava pérvio. Como estava, decidi manter.<br>Tivemos também uma apresentação da Izabela.</p><p>No dia seguinte, cheguei e realizei a rotina de sempre, passando nos leitos. O dia foi tranquilo. Fiz dois curativos e fiquei no aprazamento. A professora me chamou novamente para fazer as medicações, algo com que me identifico muito. Gosto de dominar o assunto das medicações, e inclusive pensei que poderia ser um tema para o meu TCC — percebi essa afinidade durante os estágios.</p><p><br/></p><p><strong>Segunda Semana</strong></p><p><strong>Segunda, terça e quarta-feira:</strong> feriado.</p><p><strong>Quinta-feira:</strong> foi um dia muito tranquilo. Cheguei, passei nos leitos e perguntei se os pacientes precisavam de algo. Observei se havia alguma sujeira para remover dos leitos.<br>Realizei duas trocas de cateter periférico central e um curativo na presença da professora — foi o meu primeiro desbridamento.<br>Senti que preciso ter mais firmeza nesse tipo de procedimento, mas acredito que com o tempo vou me aperfeiçoar. A professora escolheu a cobertura adequada para a lesão e me orientou em cada passo. Foi um dia de muito aprendizado.<br>Sou muito grata pela paciência da professora. Como foi meu primeiro desbridamento, fiz tudo com calma, e no final ela finalizou o procedimento. Depois, fiz o aprazamento e, ao final do dia, participamos de uma festa em homenagem ao Dia dos Professores.<br>Estou amando ficar nesse setor! A Mariana sempre me dá suporte e confiança, o que me faz sentir muito bem e motivada para ir ao estágio. Agradeço muito pela ajuda dela.</p><p><strong>Sexta-feira:</strong> cheguei e fiz a rotina habitual — passei nos leitos, realizei dois curativos e fiz a evolução.<br>Nesse dia, tive a oportunidade de observar a professora realizando um acesso periférico central na jugular. Mesmo sem fazer o procedimento, ela explicou tudo com clareza, e pude aprender bastante. Admiro muito a firmeza da professora ao realizar os procedimentos — quero ser uma enfermeira assim quando me formar!<br>Após o procedimento, fiz o aprazamento e fui liberada.</p><p><br/></p><p><strong>Terceira Semana</strong></p><p>No primeiro dia, cheguei ao posto e realizei as visitas aos pacientes sob minha responsabilidade. A enfermeira Alessandra me pediu para administrar algumas medicações. Logo após, ajudei a guardar os materiais.<br>Nesse mesmo dia, participei da sutura de um acesso periférico central na jugular. Fui acompanhada pela professora, que explicou tudo com paciência e clareza. Nunca tinha feito esse tipo de procedimento, e percebi o quanto a enfermagem tem autonomia. Foi um dia muito especial e marcante para mim.</p><p>No dia seguinte, cheguei cedo ao posto e fiz o que sempre faço: passei visita, verifiquei se os pacientes precisavam de algo e realizei dois curativos.<br>Um dos pacientes apresentou hipoglicemia, e a enfermeira Alessandra me orientou a administrar duas seringas de 20 ml de solução glicosada. Fui à farmácia, busquei e administrei. Foi uma experiência importante, pois agora sei o que fazer em casos de hipoglicemia — sempre verificar a prescrição e agir conforme o protocolo.</p><p>No dia seguinte, cheguei e realizei todos os procedimentos de rotina: passei visita, realizei dois curativos (um apenas com soro fisiológico, pois era vascular, e outro com desbridamento). A professora me deixou sozinha, pois era uma lesão pequena.<br>Depois, fiquei auxiliando no posto de enfermagem, ajudando nas medicações e colaborando com o que fosse necessário. Nesse dia, precisei sair mais cedo por conta do trabalho, mas concluí todas as minhas tarefas. Apenas esqueci de desprezar minha bandeja, mas acredito que errar também faz parte do aprendizado.</p><p><strong>Último dia:</strong> cheguei ao posto e fiz o que sempre faço — passei nos leitos e conversei com meus pacientes.<br>Como era meu último dia no setor, observei bastante a rotina e percebi que realmente me identifico com a clínica médica. Gosto da correria, de aprender coisas novas e de lidar com diferentes situações.<br>Não tenho nada a reclamar do Gustavo, do Márcio e da Mariana — eles sempre me apoiaram, me deram confiança e estavam disponíveis para ajudar. Agradeço infinitamente por todo o suporte que me deram.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-02 19:59:13 UTC</pubDate>
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         <title>CMM</title>
         <author>rayssagrijo</author>
         <link>https://padlet.com/rayssagrijo/12ujy7t4zhq20o9h/wish/3662250997</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Clínica Médica Masculina</strong></p><p>No primeiro dia, a professora apresentou a clínica e explicou sobre as reformas. Logo após, a Mariana fez a divisão dos pacientes — cada aluno ficou responsável por oito pacientes e acompanhado de um sênior.<br>Passei visita nos meus pacientes; dois deles tinham curativos simples, e um apresentava um óstio na região facial. Achei muito interessante e comecei os cuidados utilizando soro fisiológico 0,9%, ocluindo com gaze e fita microporosa.<br>Um dos meus pacientes estava rebaixado; realizei o curativo enquanto ele permanecia completamente sedado, sob analgesia. Fiz todos os curativos e evoluí com ajuda da professora, o que eu particularmente gostei, pois ela é bem direta e objetiva. Após a evolução, fiz o aprazamento.</p><p>No dia seguinte, cheguei e passei visita, realizando novamente os curativos simples, inclusive o da região facial e o da ferida operatória.<br>Nesse módulo, estou me sentindo muito tranquila. Tenho visto muitas situações diferentes e aprendido bastante com os diversos cenários do dia a dia. Nesse dia, posicionei um paciente que estava em isolamento. Ele estava com dificuldade de acesso; tentei duas vezes, consegui refluxo sanguíneo, mas a veia estourava. Então chamei o Márcio, que conseguiu puncionar. O paciente estava com muito medo, o que dificultava, pois ele se mexia muito durante o procedimento. Felizmente, o Márcio conseguiu controlar a situação.</p><p>No dia seguinte, como de rotina, passei visita e realizei os mesmos curativos. Depois fui para o posto, e a professora me chamou para fazer as medicações. Como eu nunca tinha feito antes, fiquei bem concentrada, prestando bastante atenção.<br>Enquanto aplicava as medicações, um dos meus pacientes rebaixou e veio a óbito. Foi a primeira vez que vi um paciente sendo colocado em um saco preto. Senti um vazio enorme — uma sensação de que ali acabava uma vida, uma história, todos os sonhos e objetivos. Isso me fez refletir muito sobre a vida. Mesmo assim, mantive minha postura profissional, continuei fazendo o que precisava ser feito e acompanhei as técnicas levando o paciente ao local destinado.</p><p>No dia seguinte, passei visita nos meus pacientes. Como havia ocorrido um óbito, chegou um novo paciente, com pneumonia e infecção hospitalar. Ele estava tranquilo. Realizei os curativos e visitei os demais.<br>Um dos pacientes precisava trocar o acesso devido ao protocolo hospitalar, mas ele optou por não trocar. Perguntei à professora o que deveria fazer, e ela orientou que verificasse se o acesso ainda estava pérvio. Como estava, decidi manter.<br>Tivemos também uma apresentação da Izabela.</p><p>No dia seguinte, cheguei e realizei a rotina de sempre, passando nos leitos. O dia foi tranquilo. Fiz dois curativos e fiquei no aprazamento. A professora me chamou novamente para fazer as medicações, algo com que me identifico muito. Gosto de dominar o assunto das medicações, e inclusive pensei que poderia ser um tema para o meu TCC — percebi essa afinidade durante os estágios.</p><p><br/></p><p><strong>Segunda Semana</strong></p><p><strong>Segunda, terça e quarta-feira:</strong> feriado.</p><p><strong>Quinta-feira:</strong> foi um dia muito tranquilo. Cheguei, passei nos leitos e perguntei se os pacientes precisavam de algo. Observei se havia alguma sujeira para remover dos leitos.<br>Realizei duas trocas de cateter periférico central e um curativo na presença da professora — foi o meu primeiro desbridamento.<br>Senti que preciso ter mais firmeza nesse tipo de procedimento, mas acredito que com o tempo vou me aperfeiçoar. A professora escolheu a cobertura adequada para a lesão e me orientou em cada passo. Foi um dia de muito aprendizado.<br>Sou muito grata pela paciência da professora. Como foi meu primeiro desbridamento, fiz tudo com calma, e no final ela finalizou o procedimento. Depois, fiz o aprazamento e, ao final do dia, participamos de uma festa em homenagem ao Dia dos Professores.<br>Estou amando ficar nesse setor! A Mariana sempre me dá suporte e confiança, o que me faz sentir muito bem e motivada para ir ao estágio. Agradeço muito pela ajuda dela.</p><p><strong>Sexta-feira:</strong> cheguei e fiz a rotina habitual — passei nos leitos, realizei dois curativos e fiz a evolução.<br>Nesse dia, tive a oportunidade de observar a professora realizando um acesso periférico central na jugular. Mesmo sem fazer o procedimento, ela explicou tudo com clareza, e pude aprender bastante. Admiro muito a firmeza da professora ao realizar os procedimentos — quero ser uma enfermeira assim quando me formar!<br>Após o procedimento, fiz o aprazamento e fui liberada.</p><p><br/></p><p><strong>Terceira Semana</strong></p><p>No primeiro dia, cheguei ao posto e realizei as visitas aos pacientes sob minha responsabilidade. A enfermeira Alessandra me pediu para administrar algumas medicações. Logo após, ajudei a guardar os materiais.<br>Nesse mesmo dia, participei da sutura de um acesso periférico central na jugular. Fui acompanhada pela professora, que explicou tudo com paciência e clareza. Nunca tinha feito esse tipo de procedimento, e percebi o quanto a enfermagem tem autonomia. Foi um dia muito especial e marcante para mim.</p><p>No dia seguinte, cheguei cedo ao posto e fiz o que sempre faço: passei visita, verifiquei se os pacientes precisavam de algo e realizei dois curativos.<br>Um dos pacientes apresentou hipoglicemia, e a enfermeira Alessandra me orientou a administrar duas seringas de 20 ml de solução glicosada. Fui à farmácia, busquei e administrei. Foi uma experiência importante, pois agora sei o que fazer em casos de hipoglicemia — sempre verificar a prescrição e agir conforme o protocolo.</p><p>No dia seguinte, cheguei e realizei todos os procedimentos de rotina: passei visita, realizei dois curativos (um apenas com soro fisiológico, pois era vascular, e outro com desbridamento). A professora me deixou sozinha, pois era uma lesão pequena.<br>Depois, fiquei auxiliando no posto de enfermagem, ajudando nas medicações e colaborando com o que fosse necessário. Nesse dia, precisei sair mais cedo por conta do trabalho, mas concluí todas as minhas tarefas. Apenas esqueci de desprezar minha bandeja, mas acredito que errar também faz parte do aprendizado.</p><p><strong>Último dia:</strong> cheguei ao posto e fiz o que sempre faço — passei nos leitos e conversei com meus pacientes.<br>Como era meu último dia no setor, observei bastante a rotina e percebi que realmente me identifico com a clínica médica. Gosto da correria, de aprender coisas novas e de lidar com diferentes situações.<br>Não tenho nada a reclamar do Gustavo, do Márcio e da Mariana — eles sempre me apoiaram, me deram confiança e estavam disponíveis para ajudar. Agradeço infinitamente por todo o suporte que me deram.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-02 20:01:06 UTC</pubDate>
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         <title>CMM</title>
         <author>rayssagrijo</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Clínica Médica Masculina</strong></p><p>No primeiro dia, a professora apresentou a clínica e explicou sobre as reformas. Logo após, a Mariana fez a divisão dos pacientes — cada aluno ficou responsável por oito pacientes e acompanhado de um sênior.<br>Passei visita nos meus pacientes; dois deles tinham curativos simples, e um apresentava um óstio na região facial. Achei muito interessante e comecei os cuidados utilizando soro fisiológico 0,9%, ocluindo com gaze e fita microporosa.<br>Um dos meus pacientes estava rebaixado; realizei o curativo enquanto ele permanecia completamente sedado, sob analgesia. Fiz todos os curativos e evoluí com ajuda da professora, o que eu particularmente gostei, pois ela é bem direta e objetiva. Após a evolução, fiz o aprazamento.</p><p>No dia seguinte, cheguei e passei visita, realizando novamente os curativos simples, inclusive o da região facial e o da ferida operatória.<br>Nesse módulo, estou me sentindo muito tranquila. Tenho visto muitas situações diferentes e aprendido bastante com os diversos cenários do dia a dia. Nesse dia, posicionei um paciente que estava em isolamento. Ele estava com dificuldade de acesso; tentei duas vezes, consegui refluxo sanguíneo, mas a veia estourava. Então chamei o Márcio, que conseguiu puncionar. O paciente estava com muito medo, o que dificultava, pois ele se mexia muito durante o procedimento. Felizmente, o Márcio conseguiu controlar a situação.</p><p>No dia seguinte, como de rotina, passei visita e realizei os mesmos curativos. Depois fui para o posto, e a professora me chamou para fazer as medicações. Como eu nunca tinha feito antes, fiquei bem concentrada, prestando bastante atenção.<br>Enquanto aplicava as medicações, um dos meus pacientes rebaixou e veio a óbito. Foi a primeira vez que vi um paciente sendo colocado em um saco preto. Senti um vazio enorme — uma sensação de que ali acabava uma vida, uma história, todos os sonhos e objetivos. Isso me fez refletir muito sobre a vida. Mesmo assim, mantive minha postura profissional, continuei fazendo o que precisava ser feito e acompanhei as técnicas levando o paciente ao local destinado.</p><p>No dia seguinte, passei visita nos meus pacientes. Como havia ocorrido um óbito, chegou um novo paciente, com pneumonia e infecção hospitalar. Ele estava tranquilo. Realizei os curativos e visitei os demais.<br>Um dos pacientes precisava trocar o acesso devido ao protocolo hospitalar, mas ele optou por não trocar. Perguntei à professora o que deveria fazer, e ela orientou que verificasse se o acesso ainda estava pérvio. Como estava, decidi manter.<br>Tivemos também uma apresentação da Izabela.</p><p>No dia seguinte, cheguei e realizei a rotina de sempre, passando nos leitos. O dia foi tranquilo. Fiz dois curativos e fiquei no aprazamento. A professora me chamou novamente para fazer as medicações, algo com que me identifico muito. Gosto de dominar o assunto das medicações, e inclusive pensei que poderia ser um tema para o meu TCC — percebi essa afinidade durante os estágios.</p><p><br></p><p><strong>Segunda Semana</strong></p><p><strong>Segunda, terça e quarta-feira:</strong> feriado.</p><p><strong>Quinta-feira:</strong> foi um dia muito tranquilo. Cheguei, passei nos leitos e perguntei se os pacientes precisavam de algo. Observei se havia alguma sujeira para remover dos leitos.<br>Realizei duas trocas de cateter periférico central e um curativo na presença da professora — foi o meu primeiro desbridamento.<br>Senti que preciso ter mais firmeza nesse tipo de procedimento, mas acredito que com o tempo vou me aperfeiçoar. A professora escolheu a cobertura adequada para a lesão e me orientou em cada passo. Foi um dia de muito aprendizado.<br>Sou muito grata pela paciência da professora. Como foi meu primeiro desbridamento, fiz tudo com calma, e no final ela finalizou o procedimento. Depois, fiz o aprazamento e, ao final do dia, participamos de uma festa em homenagem ao Dia dos Professores.<br>Estou amando ficar nesse setor! A Mariana sempre me dá suporte e confiança, o que me faz sentir muito bem e motivada para ir ao estágio. Agradeço muito pela ajuda dela.</p><p><strong>Sexta-feira:</strong> cheguei e fiz a rotina habitual — passei nos leitos, realizei dois curativos e fiz a evolução.<br>Nesse dia, tive a oportunidade de observar a professora realizando um acesso periférico central na jugular. Mesmo sem fazer o procedimento, ela explicou tudo com clareza, e pude aprender bastante. Admiro muito a firmeza da professora ao realizar os procedimentos — quero ser uma enfermeira assim quando me formar!<br>Após o procedimento, fiz o aprazamento e fui liberada.</p><p><br></p><p><strong>Terceira Semana</strong></p><p>No primeiro dia, cheguei ao posto e realizei as visitas aos pacientes sob minha responsabilidade. A enfermeira Alessandra me pediu para administrar algumas medicações. Logo após, ajudei a guardar os materiais.<br>Nesse mesmo dia, participei da sutura de um acesso periférico central na jugular. Fui acompanhada pela professora, que explicou tudo com paciência e clareza. Nunca tinha feito esse tipo de procedimento, e percebi o quanto a enfermagem tem autonomia. Foi um dia muito especial e marcante para mim.</p><p>No dia seguinte, cheguei cedo ao posto e fiz o que sempre faço: passei visita, verifiquei se os pacientes precisavam de algo e realizei dois curativos.<br>Um dos pacientes apresentou hipoglicemia, e a enfermeira Alessandra me orientou a administrar duas seringas de 20 ml de solução glicosada. Fui à farmácia, busquei e administrei. Foi uma experiência importante, pois agora sei o que fazer em casos de hipoglicemia — sempre verificar a prescrição e agir conforme o protocolo.</p><p>No dia seguinte, cheguei e realizei todos os procedimentos de rotina: passei visita, realizei dois curativos (um apenas com soro fisiológico, pois era vascular, e outro com desbridamento). A professora me deixou sozinha, pois era uma lesão pequena.<br>Depois, fiquei auxiliando no posto de enfermagem, ajudando nas medicações e colaborando com o que fosse necessário. Nesse dia, precisei sair mais cedo por conta do trabalho, mas concluí todas as minhas tarefas. Apenas esqueci de desprezar minha bandeja, mas acredito que errar também faz parte do aprendizado.</p><p><strong>Último dia:</strong> cheguei ao posto e fiz o que sempre faço — passei nos leitos e conversei com meus pacientes.<br>Como era meu último dia no setor, observei bastante a rotina e percebi que realmente me identifico com a clínica médica. Gosto da correria, de aprender coisas novas e de lidar com diferentes situações.<br>Não tenho nada a reclamar do Gustavo, do Márcio e da Mariana — eles sempre me apoiaram, me deram confiança e estavam disponíveis para ajudar. Agradeço infinitamente por todo o suporte que me deram.</p><p><br></p><p>.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-02 20:03:51 UTC</pubDate>
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         <title>CMM</title>
         <author>rayssagrijo</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Consideração Final</strong></p><p>O estágio na Clínica Médica Masculina foi uma experiência de grande aprendizado e crescimento. Pude desenvolver minhas habilidades técnicas, adquirir mais segurança nos procedimentos e compreender melhor a importância do cuidado humanizado.<br>Enfrentei desafios, vivi momentos marcantes e confirmei o quanto gosto da área clínica. Agradeço à professora e à equipe pelo apoio e ensinamentos que contribuíram muito para minha formação como futura enfermeira.</p><p><br></p><p><br></p><p>Pesquisas</p><p><br></p><p>O desbridamento é um procedimento fundamental no tratamento de feridas, pois tem como objetivo remover tecidos mortos, necrosados ou infectados, favorecendo a cicatrização e prevenindo complicações, como infecções. Esse processo permite que o tecido saudável se regenere e que o tratamento local seja mais eficaz, além de reduzir secreções e a presença de microrganismos patogênicos. Existem diferentes tipos de desbridamento, e a escolha depende das condições da ferida e do estado clínico do paciente. O desbridamento autolítico ocorre naturalmente com o auxílio de curativos que mantêm a umidade local; o cirúrgico é realizado por um médico, geralmente em feridas extensas; o instrumental é feito por enfermeiros habilitados com uso de bisturi e pinça; o enzimático utiliza pomadas com enzimas que dissolvem o tecido necrosado; o mecânico é feito por fricção ou irrigação com soro fisiológico; e o biológico utiliza larvas estéreis que removem o tecido morto e ajudam no controle da infecção. O papel da enfermagem é essencial em todas as etapas do cuidado, desde a avaliação detalhada da ferida até a realização de curativos adequados e a orientação ao paciente sobre os cuidados necessários após o procedimento. A equipe de enfermagem deve observar sinais de infecção, sangramento, dor e evolução da cicatrização, além de registrar todas as informações no prontuário. Dessa forma, o desbridamento contribui significativamente para a recuperação do paciente, proporcionando um ambiente adequado à regeneração tecidual e melhorando a resposta ao tratamento.</p><p>Referência: Tua Saúde. <em>Desbridamento: o que é, tipos, como é feito e riscos</em>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tuasaude.com/desbridamento">https://www.tuasaude.com/desbridamento</a>.</p><p><br></p><p><br></p><p>A punção da veia jugular externa é reconhecida pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) como um procedimento que pode ser realizado pelo enfermeiro, desde que este possua competência técnica, científica e atue dentro dos princípios éticos e legais da profissão. Trata-se de um acesso venoso periférico, o que legitima a atuação do enfermeiro nesse procedimento, diferentemente da inserção de cateteres venosos centrais, que permanecem sob responsabilidade médica, exceto em casos específicos, como os cateteres de inserção periférica. O parecer do Cofen reforça a importância de que a prática esteja amparada por protocolos institucionais e procedimentos operacionais padronizados, garantindo a segurança do paciente e a qualidade da assistência.</p><p>O procedimento de punção da veia jugular externa é indicado principalmente quando há dificuldade de acesso venoso periférico. A veia localiza-se na região lateral do pescoço, sobre o músculo esternocleidomastoideo, e é facilmente visualizada em determinadas posições. O paciente deve ser colocado em decúbito dorsal, com leve inclinação do tronco e a cabeça voltada para o lado oposto da punção, favorecendo a distensão da veia. Após a antissepsia adequada, o enfermeiro introduz o cateter ou agulha em um ângulo aproximado de 30 graus em direção à fossa supraclavicular, observando o retorno de sangue venoso. Confirmada a punção, o cateter é fixado, conectado ao sistema de infusão e protegido com curativo estéril. Todo o procedimento deve ser registrado em prontuário, com atenção à observação de possíveis complicações, como hematomas, extravasamentos ou infecção local.</p><p>Dessa forma, a realização da punção da veia jugular externa pelo enfermeiro está legalmente respaldada, desde que realizada com conhecimento técnico, segurança e em conformidade com as normas institucionais, reforçando a autonomia e a responsabilidade profissional na prática assistencial.</p><p><strong>Referência:</strong><br>CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM (COFEN). <em>Parecer sobre punção de veia jugular externa ser privativa do enfermeiro.</em> Brasília: COFEN, 2022. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cofen.gov.br/puncao-de-veia-jugular-externa-e-privativa-do-enfermeiro">https://www.cofen.gov.br/puncao-de-veia-jugular-externa-e-privativa-do-enfermeiro</a>. Acesso em: 2 nov. 2025.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-02 20:04:19 UTC</pubDate>
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         <title>CMM</title>
         <author>rayssagrijo</author>
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         <pubDate>2025-11-02 20:05:21 UTC</pubDate>
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         <title>Obrigado por tudo ❤️😊</title>
         <author>rayssagrijo</author>
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         <pubDate>2025-11-02 20:06:15 UTC</pubDate>
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         <title>CMM</title>
         <author>rayssagrijo</author>
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         <pubDate>2025-11-02 20:06:38 UTC</pubDate>
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         <title>CMF</title>
         <author>rayssagrijo</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>RELATO DE EXPERIÊNCIA – ESTÁGIO DE ENFERMAGEM</strong></p><p><strong>Primeiro dia – Posto de Enfermagem</strong><br>No primeiro dia permaneci no posto, ambiente de que gosto muito, pois sempre há algo novo para realizar. Fiz eletrocardiograma, tentei puncionar uma paciente com pouco acesso venoso — tentei duas vezes, mas não consegui. Percebi que ela estava sentindo dor e pedi para outra pessoa tentar. Realizei também vários aprazamentos.</p><p><strong>Dia seguinte – SAE</strong><br>Foi um dia de muita movimentação na clínica. Realizei o SAE com calma e atenção. Pedi para acompanhar pacientes mais complexos, pois desejava vivenciar situações diferentes. Havia uma paciente em estágio terminal e, logo após concluir o SAE, ela veio a óbito. Esse momento me fez refletir sobre família, morte, sentimentos e maturidade. Foi um dia de grande aprendizado.</p><p><strong>Dia seguinte – Curativos</strong><br>Realizei curativos com confiança. Atendi quatro pacientes; um deles apresentava um curativo bastante sanguinolento. Fiz a limpeza adequada, finalizei com gaze e atadura e deixei uma fralda para proteger caso houvesse umidade. Em seguida fiz o aprazamento e fui à farmácia entregar alguns papéis para a enfermeira. Gostei muito de ficar no posto, pois é um setor dinâmico.</p><p><strong>Dia seguinte – CVD</strong><br>Foi um dia de colocar realmente a “mão na massa”. Achei que sabia bastante sobre o procedimento, porém a professora Jana ensinou técnicas que facilitam tanto para o profissional quanto para o paciente. Entendi que, além da técnica, é essencial proporcionar conforto.<br>Na primeira passagem de CVD, percebi que a forma como eu estava colocando a luva estéril poderia contaminar o procedimento. A professora me explicou calmamente o modo correto, e levarei esse aprendizado para toda a minha vida profissional.<br>Realizei o cateterismo vesical de demora em três pacientes e, com a ajuda do Felipe Grijó, executei o procedimento corretamente. Ele me auxiliou bastante.</p><p><strong>Dia seguinte – Posto de Enfermagem</strong><br>Retornei ao posto e foquei mais no eletrocardiograma, pois sentia dificuldade. Acredito que a repetição ajuda no aprendizado. Realizei três eletros, porém o aparelho estava com interferência, o que alterava as ondas. Depois continuei auxiliando no posto com aprazamentos.<br>Nesse dia me pediram para tentar um acesso venoso. Separei os materiais, mas não consegui puncionar. Pedi ajuda a um técnico que, com muita paciência, me ensinou bastante coisa. No final conseguimos puncionar juntos. Após isso, participei do aniversário de um rapaz cujo nome não me recordo.</p><p><strong>Dia seguinte – SAE</strong><br>Fiquei novamente no SAE com três pacientes. Passei nos leitos, realizei anamnese e exame físico completo. Nesse dia deixei passar alguns detalhes; o enfermeiro pediu que eu revisasse, o que me deixou mais atenta para perceber a importância de aspectos que eu considerava simples, mas são essenciais. Mostrei o SAE à professora antes de entregar ao enfermeiro novamente, e desta vez estava tudo correto.</p><p><strong>Dia seguinte – CVD novamente</strong><br>Realizei novamente CVD, desta vez em quatro pacientes, com mais firmeza, embora saiba que a prática leva à perfeição. Fiz também trocas de CVD intercalando com a Letícia e depois evoluí os pacientes corretamente. A professora me orientou sobre a ordem da evolução, reforçando a importância da atenção.</p><p><strong>Dia seguinte – Último dia no posto</strong><br>No último dia permaneci no posto. Como saímos mais cedo, auxiliei nas atividades e depois fui buscar os lanches que iríamos preparar.</p><p><strong>Considerações Finais</strong></p><p>Este período de estágio foi fundamental para o meu crescimento profissional e pessoal. Cada dia trouxe aprendizados diferentes — desde o aprimoramento de técnicas até reflexões profundas sobre cuidado, família, sofrimento e morte. Aprendi a reconhecer meus limites, pedir ajuda quando necessário e compreender que o trabalho em equipe é essencial na enfermagem.<br>Percebi que a prática, aliada à orientação dos profissionais e professores, constrói segurança e competência. A vivência com pacientes em diferentes condições clínicas reforçou em mim a importância da empatia, da atenção aos detalhes e do compromisso com um cuidado humanizado.<br>Concluo este estágio mais preparada, mais madura e ainda mais certa da profissão que escolhi. A enfermagem é feita de técnica, sensibilidade, responsabilidade e humanidade — e cada momento vivenciado reforçou esses valores em mim</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>O cateter vesical de demora é um dispositivo estéril introduzido através da uretra até a bexiga, permitindo a drenagem contínua da urina. Sua utilização é comum em ambientes hospitalares e tem como principais indicações a retenção urinária, o monitoramento rigoroso da diurese, o pós-operatório de cirurgias específicas, a limitação de mobilidade e a coleta de urina estéril quando outros métodos não são possíveis. O procedimento exige cuidados técnicos e atenção rigorosa à assepsia, visto que se trata de uma técnica invasiva que requer manipulação cuidadosa. Para sua realização, são necessários materiais como cateter de Foley, campo estéril, luvas estéreis, solução de limpeza, água estéril para o balão, lubrificante anestésico e bolsa coletora.</p><p>A técnica consiste em higienização das mãos, explicação ao paciente, montagem do campo estéril, limpeza adequada do meato uretral, lubrificação do cateter e introdução suave até a saída de urina. Após isso, insufla-se o balão com água estéril no volume recomendado e conecta-se o sistema coletor, mantendo-o abaixo do nível da bexiga para evitar refluxo. Os cuidados de enfermagem incluem manter o sistema fechado, observar cor e volume da urina, higienizar a região diariamente, garantir o posicionamento adequado da bolsa e monitorar sinais de infecção. Complicações possíveis envolvem infecção urinária, lesão uretral, hematúria e obstrução do cateter. Por ser um procedimento de responsabilidade da equipe de enfermagem, exige conhecimento técnico e habilidade para garantir segurança, conforto e eficácia no cuidado ao paciente.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://med.estrategia.com/portal/conteudos-gratis/procedimentos/resumo-sobre-sonda-vesical-de-demora-indicacoes-contra-indicacoes-e-mais/">https://med.estrategia.com/portal/conteudos-gratis/procedimentos/resumo-sobre-sonda-vesical-de-demora-indicacoes-contra-indicacoes-e-mais/</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>O eletrocardiograma é um exame não invasivo que registra a atividade elétrica cardíaca por meio de eletrodos colocados sobre a pele, permitindo a análise do ritmo, da condução elétrica e de possíveis alterações no funcionamento do coração. Trata-se de um exame rápido, indolor e essencial na avaliação de pacientes com suspeita de arritmias, isquemia, infarto, distúrbios eletrolíticos e acompanhamento de condições crônicas, além de ser amplamente utilizado em emergências e rotinas ambulatoriais. Para sua realização, utiliza-se um aparelho de ECG, eletrodos adesivos, gel condutor e papel para registro. O paciente deve permanecer em decúbito dorsal, relaxado, enquanto a pele é higienizada para melhorar a condução elétrica.</p><p>Os eletrodos são distribuídos nos membros e no tórax, seguindo o esquema precordial padronizado, garantindo que o traçado reflita com precisão a atividade elétrica cardíaca. Durante o exame, é importante que o paciente se mantenha imóvel para evitar interferências, que também podem ser causadas por cabos soltos, eletrodos mal posicionados ou falhas técnicas do aparelho. Após a obtenção do traçado, o profissional verifica a qualidade do registro e identifica possíveis alterações, como arritmias, bloqueios de condução, sinais de isquemia, hipertrofias e alterações relacionadas a eletrólitos. O cuidado de enfermagem envolve garantir preparação adequada da pele, posicionamento preciso dos eletrodos, orientação ao paciente e comunicação imediata de alterações graves à equipe médica. O eletrocardiograma, portanto, é um exame fundamental para avaliação clínica, tomada de decisões e monitorização contínua do paciente.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lavoisier.com.br/saude/blog/eletrocardiograma">https://lavoisier.com.br/saude/blog/eletrocardiograma</a><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-20 16:11:20 UTC</pubDate>
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         <title>Centro cirúrgico </title>
         <author>rayssagrijo</author>
         <link>https://padlet.com/rayssagrijo/12ujy7t4zhq20o9h/wish/3698547915</link>
         <description><![CDATA[<p><strong> – ESTÁGIO NO CENTRO CIRÚRGICO</strong></p><p><strong>Primeiro dia:</strong><br>Conhecemos o centro cirúrgico e, em seguida, nos dividimos em grupos. A professora explicou sobre as cirurgias programadas e logo depois iríamos acompanhar uma cesariana. A Aline ficou responsável pela passagem da sonda vesical de demora e se paramentou para o procedimento. Posteriormente, permanecemos observando a HAC, que demorou bastante e acabou nos impedindo de acompanhar a cesariana com mais proximidade.</p><p><strong>Segundo dia:</strong><br>Fiquei na sala e assisti a uma biópsia de endométrio. Observei atentamente a atuação do técnico de enfermagem e pude perceber o quanto sua função é essencial dentro da equipe, auxiliando de forma contínua e eficiente. A cirurgia foi rápida e sem intercorrências.<br>Após o procedimento, fui para a RPA (Recuperação Pós-Anestésica), onde o Wil me explicou o funcionamento do setor. Gostei muito da dinâmica e percebi que me identifico mais com a RPA do que com a sala cirúrgica, pois prefiro ambientes com mais movimento e agitação. Mesmo sendo apenas uma visita, a RPA realmente me chamou atenção.</p><p><strong>Terceiro dia:</strong><br>Fiquei na CME (Central de Material e Esterilização), um setor de grande importância e que exige muito conhecimento. Aprendi bastante e compreendi que a CME é realmente a porta de entrada para qualquer procedimento, pois tudo depende dela. Gostei muito da experiência e percebi a necessidade constante de atenção, organização e comunicação ativa.</p><p><strong>Quarto dia:</strong><br>Permanecei na CME. Nesse dia, fiquei principalmente dobrando capotes de forma correta e organizando campos esterilizados. Quando profissionais de outros setores vinham buscar materiais, eu era responsável por receber e entregar os instrumentos. Apesar de querer aprender mais sobre a parte burocrática, entendo que o tempo era curto. Ainda assim, foi um dia de grande aprendizado e gostei muito da experiência.</p><p><strong>Quinto dia – ROUD e apresentação:</strong><br>Participei do ROUD. Na minha apresentação sobre colecistectomia por videolaparoscopia, fiquei bastante nervosa, mas consegui transmitir o conteúdo com clareza. A professora fez perguntas detalhadas e respondi tudo o que sabia. Quando não tinha certeza, deixei claro, demonstrando vontade de aprender. Mesmo nervosa, mantive firmeza, segurança e disposição para evoluir.</p><p>A colecistectomia por videolaparoscopia é um procedimento cirúrgico minimamente invasivo indicado para remoção da vesícula biliar, especialmente em casos de colecistite ou colelitíase sintomática. A técnica utiliza pequenas incisões pelas quais são inseridos uma câmera de alta definição e instrumentos específicos. O procedimento inicia-se com a criação do pneumoperitônio com CO₂, seguida do posicionamento dos trocateres. Após identificação do ducto e da artéria cística, realiza-se a clipagem e secção. A vesícula é descolada e retirada pela incisão umbilical. Trata-se de um método seguro, com menor dor pós-operatória, recuperação mais rápida e melhor resultado estético quando comparado à cirurgia aberta.</p><p>Nesse mesmo dia, passei uma CVD em uma gestante submetida à cesariana, realizando o procedimento corretamente, com apoio da professora. Foi importante para observar a dinâmica e a correria dentro da sala durante o ato cirúrgico.</p><p><strong>Sexto dia:</strong><br>Eu estava bastante cansada emocionalmente. A professora iria abordar o tema dimensionamento e iniciou falando sobre escalas. Logo no início, perguntou sobre a escala 12x36; respondi o que eu sabia, mas ela queria que eu aprofundasse mais. Como realmente não tinha conhecimento, fui sincera. Ela comentou que percebia maior dificuldade em mim e, por isso, me questionava mais.<br>Não me incomodo com perguntas, pois é assim que aprendo, mas naquele momento eu estava visivelmente cansada. Meu grupo ficou me observando enquanto ela falava das minhas dificuldades, o que me deixou desconfortável. O cansaço acumulado acabou afetando meu emocional.</p><p>Mais tarde, pedi para conversar com a professora para entender melhor suas observações. Ela apontou que minha principal dificuldade era a concentração, algo que outro professor também já havia mencionado. Entendi e aceitei o feedback, mas acredito que a forma como foi exposto poderia ter sido diferente. Ainda assim, usei tudo isso para refletir e melhorar. Fiz terapia naquele dia e no seguinte já estava mais equilibrada. Pedi desculpas à professora caso algo no meu comportamento tivesse causado desconforto.</p><p><strong>Dia seguinte – apresentação sobre CPRE:</strong><br>No dia da apresentação sobre Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica (CPRE), eu não estava muito motivada, mas cumpri meu compromisso e compareci. Apresentei com tranquilidade, respondi às perguntas com segurança e sem pressão.<br>Depois da apresentação, acompanhei uma cesariana e observei todo o procedimento. Nesse momento, a Letícia realizou a passagem de CVD, ampliando meu aprendizado prático.</p><p>A CPRE é um procedimento endoscópico utilizado para diagnosticar e tratar doenças dos ductos biliares e pancreáticos. Combina endoscopia com radiografia contrastada, permitindo visualizar o colédoco, ducto hepático, ducto pancreático e a papila duodenal. O endoscópio é introduzido pela boca até o duodeno, onde o contraste é injetado para visualização por imagem. Pode ser diagnóstica ou terapêutica, permitindo remoção de cálculos, tratamento de estenoses, drenagem e colocação de próteses. É indicada principalmente para coledocolitíase, icterícia obstrutiva, colangite, pancreatite biliar e outras obstruções das vias biliares ou pancreáticas.</p><p><strong>Último dia:</strong><br>Foi um dia muito especial. Aprendemos sobre Hipodermóclise e, ao mesmo tempo, eu estava ansiosa, pois apresentaria meu TCC. Graças a Deus, tudo deu certo. A aula foi muito dinâmica e gostei de participar junto com minhas colegas.<br>Como precisaria apresentar o TCC, não pude ficar até a despedida final, então deixo aqui o meu agradecimento: professora, muito obrigada pelos ensinamentos. Peço desculpas por qualquer situação e agradeço pela paciência. Ter uma aluna sensível como eu pode ser desafiador (risos), mas também mostra o quanto levo tudo a sério. Sou muito grata por tudo o que aprendi e espero, em breve, me aprofundar ainda mais no centro cirúrgico.</p><p><br/></p><p><strong>CONSIDERAÇÃO FINAL</strong></p><p>O estágio no centro cirúrgico foi uma experiência transformadora, que ampliou meus conhecimentos técnicos, humanos e emocionais. Cada setor — sala cirúrgica, RPA, CME e visitas às cesarianas — contribuiu para minha formação, permitindo que eu desenvolvesse habilidades essenciais, como responsabilidade, observação crítica, trabalho em equipe e comunicação.<br>Também aprendi sobre meus próprios limites e sobre a importância de reconhecer emoções, acolher feedbacks e usar cada situação como oportunidade de crescimento. Saio desse estágio mais madura, mais segura e ainda mais apaixonada pela enfermagem.<br>Levo comigo a certeza de que estou no caminho certo e o desejo de continuar evoluindo, sempre com humildade, dedicação e amor pelo cuidado.</p><p><br/></p><p>Pesquisas</p><p><br/></p><p>A <strong>hipodermóclise</strong> é uma técnica de administração de líquidos e alguns medicamentos no tecido subcutâneo, sendo uma alternativa segura à via intravenosa, especialmente em pacientes com difícil acesso venoso, idosos ou em cuidados paliativos. É indicada para hidratação e para a administração de fármacos compatíveis com a via, porém é contraindicada em casos de edema generalizado, choque, problemas graves de perfusão ou distúrbios de coagulação. Os locais mais utilizados são a face lateral da coxa, abdômen, braço, região infraclavicular, tórax superior e área escapular. O procedimento utiliza scalp ou agulha fina, sendo possível infundir geralmente de 1 a 2 mL por minuto, com limite de cerca de 500 mL por sítio e até 1.500 mL ao dia, conforme protocolos. Entre as vantagens estão o baixo custo, a simplicidade da técnica, menor risco de infecção e maior conforto ao paciente; já as possíveis complicações incluem edema local, vermelhidão, dor leve e infiltração. Os cuidados de enfermagem envolvem avaliação do local, inserção correta do cateter, fixação adequada, monitoramento de sinais de irritação e troca do sítio de punção conforme necessidade, garantindo segurança e eficácia da terapia.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://hcxfmusp.org.br/portal/hipodermoclise-cuidados-prolongados/">Hipodermóclise: saiba tudo sobre a técnica subcutânea</a></p><p><br/></p><p>A colecistectomia videolaparoscópica é uma cirurgia para retirar a vesícula biliar por meio de pequenos cortes no abdome, usando câmera e instrumentos finos. É o método mais usado hoje porque causa menos dor, cicatrizes menores e permite recuperação mais rápida. Durante o procedimento, o cirurgião identifica o ducto cístico e a artéria cística, faz a clipagem e remove a vesícula com segurança. Ela é indicada principalmente para pedras na vesícula e inflamações, e só é evitada em pacientes muito instáveis ou com condições graves que impedem a anestesia. Depois da cirurgia, o paciente costuma ter alta rápida e retorna às atividades em pouco tempo.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sanarmed.com/colecistectomia-videolaparoscopica-colunistas/">Colecistectomia Videolaparoscópica | Colunistas - Sanarmed</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 23:20:47 UTC</pubDate>
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         <title>Centro cirurgico</title>
         <author>rayssagrijo</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>– ESTÁGIO NO CENTRO CIRÚRGICO</strong></p><p><strong>Primeiro dia:</strong><br>Conhecemos o centro cirúrgico e, em seguida, nos dividimos em grupos. A professora explicou sobre as cirurgias programadas e logo depois iríamos acompanhar uma cesariana. A Aline ficou responsável pela passagem da sonda vesical de demora e se paramentou para o procedimento. Posteriormente, permanecemos observando a HAC, que demorou bastante e acabou nos impedindo de acompanhar a cesariana com mais proximidade.</p><p><strong>Segundo dia:</strong><br>Fiquei na sala e assisti a uma biópsia de endométrio. Observei atentamente a atuação do técnico de enfermagem e pude perceber o quanto sua função é essencial dentro da equipe, auxiliando de forma contínua e eficiente. A cirurgia foi rápida e sem intercorrências.<br>Após o procedimento, fui para a RPA (Recuperação Pós-Anestésica), onde o Wil me explicou o funcionamento do setor. Gostei muito da dinâmica e percebi que me identifico mais com a RPA do que com a sala cirúrgica, pois prefiro ambientes com mais movimento e agitação. Mesmo sendo apenas uma visita, a RPA realmente me chamou atenção.</p><p><strong>Terceiro dia:</strong><br>Fiquei na CME (Central de Material e Esterilização), um setor de grande importância e que exige muito conhecimento. Aprendi bastante e compreendi que a CME é realmente a porta de entrada para qualquer procedimento, pois tudo depende dela. Gostei muito da experiência e percebi a necessidade constante de atenção, organização e comunicação ativa.</p><p><strong>Quarto dia:</strong><br>Permanecei na CME. Nesse dia, fiquei principalmente dobrando capotes de forma correta e organizando campos esterilizados. Quando profissionais de outros setores vinham buscar materiais, eu era responsável por receber e entregar os instrumentos. Apesar de querer aprender mais sobre a parte burocrática, entendo que o tempo era curto. Ainda assim, foi um dia de grande aprendizado e gostei muito da experiência.</p><p><strong>Quinto dia – ROUD e apresentação:</strong><br>Participei do ROUD. Na minha apresentação sobre colecistectomia por videolaparoscopia, fiquei bastante nervosa, mas consegui transmitir o conteúdo com clareza. A professora fez perguntas detalhadas e respondi tudo o que sabia. Quando não tinha certeza, deixei claro, demonstrando vontade de aprender. Mesmo nervosa, mantive firmeza, segurança e disposição para evoluir.</p><p>A colecistectomia por videolaparoscopia é um procedimento cirúrgico minimamente invasivo indicado para remoção da vesícula biliar, especialmente em casos de colecistite ou colelitíase sintomática. A técnica utiliza pequenas incisões pelas quais são inseridos uma câmera de alta definição e instrumentos específicos. O procedimento inicia-se com a criação do pneumoperitônio com CO₂, seguida do posicionamento dos trocateres. Após identificação do ducto e da artéria cística, realiza-se a clipagem e secção. A vesícula é descolada e retirada pela incisão umbilical. Trata-se de um método seguro, com menor dor pós-operatória, recuperação mais rápida e melhor resultado estético quando comparado à cirurgia aberta.</p><p>Nesse mesmo dia, passei uma CVD em uma gestante submetida à cesariana, realizando o procedimento corretamente, com apoio da professora. Foi importante para observar a dinâmica e a correria dentro da sala durante o ato cirúrgico.</p><p><strong>Sexto dia:</strong><br>Eu estava bastante cansada emocionalmente. A professora iria abordar o tema dimensionamento e iniciou falando sobre escalas. Logo no início, perguntou sobre a escala 12x36; respondi o que eu sabia, mas ela queria que eu aprofundasse mais. Como realmente não tinha conhecimento, fui sincera. Ela comentou que percebia maior dificuldade em mim e, por isso, me questionava mais.<br>Não me incomodo com perguntas, pois é assim que aprendo, mas naquele momento eu estava visivelmente cansada. Meu grupo ficou me observando enquanto ela falava das minhas dificuldades, o que me deixou desconfortável, como se eu estivesse abaixo dos demais. O cansaço acumulado acabou afetando meu emocional.</p><p>Mais tarde, pedi para conversar com a professora para entender melhor suas observações. Ela apontou que minha principal dificuldade era a concentração, algo que outro professor também já havia mencionado. Entendi e aceitei o feedback, mas acredito que a forma como foi exposto poderia ter sido diferente. Ainda assim, usei tudo isso para refletir e melhorar. Fiz terapia naquele dia e no seguinte já estava mais equilibrada. Pedi desculpas à professora caso algo no meu comportamento tivesse causado desconforto.</p><p><strong>Dia seguinte – apresentação sobre CPRE:</strong><br>No dia da apresentação sobre Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica (CPRE), eu não estava muito motivada, mas cumpri meu compromisso e compareci. Apresentei com tranquilidade, respondi às perguntas com segurança e sem pressão.<br>Depois da apresentação, acompanhei uma cesariana e observei todo o procedimento. Nesse momento, a Letícia realizou a passagem de CVD, ampliando meu aprendizado prático.</p><p>A CPRE é um procedimento endoscópico utilizado para diagnosticar e tratar doenças dos ductos biliares e pancreáticos. Combina endoscopia com radiografia contrastada, permitindo visualizar o colédoco, ducto hepático, ducto pancreático e a papila duodenal. O endoscópio é introduzido pela boca até o duodeno, onde o contraste é injetado para visualização por imagem. Pode ser diagnóstica ou terapêutica, permitindo remoção de cálculos, tratamento de estenoses, drenagem e colocação de próteses. É indicada principalmente para coledocolitíase, icterícia obstrutiva, colangite, pancreatite biliar e outras obstruções das vias biliares ou pancreáticas.</p><p><strong>Último dia:</strong><br>Foi um dia muito especial. Aprendemos sobre Hipodermóclise e, ao mesmo tempo, eu estava ansiosa, pois apresentaria meu TCC. Graças a Deus, tudo deu certo. A aula foi muito dinâmica e gostei de participar junto com minhas colegas.<br>Como precisaria apresentar o TCC, não pude ficar até a despedida final, então deixo aqui o meu agradecimento: professora, muito obrigada pelos ensinamentos. Peço desculpas por qualquer situação e agradeço pela paciência. Ter uma aluna sensível como eu pode ser desafiador (risos), mas também mostra o quanto levo tudo a sério. Sou muito grata por tudo o que aprendi e espero, em breve, me aprofundar ainda mais no centro cirúrgico.</p><p><br/></p><p><strong>CONSIDERAÇÃO FINAL</strong></p><p>O estágio no centro cirúrgico foi uma experiência transformadora, que ampliou meus conhecimentos técnicos, humanos e emocionais. Cada setor — sala cirúrgica, RPA, CME e visitas às cesarianas — contribuiu para minha formação, permitindo que eu desenvolvesse habilidades essenciais, como responsabilidade, observação crítica, trabalho em equipe e comunicação.<br>Também aprendi sobre meus próprios limites e sobre a importância de reconhecer emoções, acolher feedbacks e usar cada situação como oportunidade de crescimento. Saio desse estágio mais madura, mais segura e ainda mais apaixonada pela enfermagem.<br>Levo comigo a certeza de que estou no caminho certo e o desejo de continuar evoluindo, sempre com humildade, dedicação e amor pelo cuidado.</p><p><br/></p><p>Pesquisas</p><p><br/></p><p>A <strong>hipodermóclise</strong> é uma técnica de administração de líquidos e alguns medicamentos no tecido subcutâneo, sendo uma alternativa segura à via intravenosa, especialmente em pacientes com difícil acesso venoso, idosos ou em cuidados paliativos. É indicada para hidratação e para a administração de fármacos compatíveis com a via, porém é contraindicada em casos de edema generalizado, choque, problemas graves de perfusão ou distúrbios de coagulação. Os locais mais utilizados são a face lateral da coxa, abdômen, braço, região infraclavicular, tórax superior e área escapular. O procedimento utiliza scalp ou agulha fina, sendo possível infundir geralmente de 1 a 2 mL por minuto, com limite de cerca de 500 mL por sítio e até 1.500 mL ao dia, conforme protocolos. Entre as vantagens estão o baixo custo, a simplicidade da técnica, menor risco de infecção e maior conforto ao paciente; já as possíveis complicações incluem edema local, vermelhidão, dor leve e infiltração. Os cuidados de enfermagem envolvem avaliação do local, inserção correta do cateter, fixação adequada, monitoramento de sinais de irritação e troca do sítio de punção conforme necessidade, garantindo segurança e eficácia da terapia.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://hcxfmusp.org.br/portal/hipodermoclise-cuidados-prolongados/">Hipodermóclise: saiba tudo sobre a técnica subcutânea</a></p><p><br/></p><p>A colecistectomia videolaparoscópica é uma cirurgia para retirar a vesícula biliar por meio de pequenos cortes no abdome, usando câmera e instrumentos finos. É o método mais usado hoje porque causa menos dor, cicatrizes menores e permite recuperação mais rápida. Durante o procedimento, o cirurgião identifica o ducto cístico e a artéria cística, faz a clipagem e remove a vesícula com segurança. Ela é indicada principalmente para pedras na vesícula e inflamações, e só é evitada em pacientes muito instáveis ou com condições graves que impedem a anestesia. Depois da cirurgia, o paciente costuma ter alta rápida e retorna às atividades em pouco tempo.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sanarmed.com/colecistectomia-videolaparoscopica-colunistas/">Colecistectomia Videolaparoscópica | Colunistas - Sanarmed</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 23:24:25 UTC</pubDate>
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         <title>Duplinha ❤️😊</title>
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