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      <title>Filósofos clássicos da didática  by Jhennyffer Kauanny Pereira Rosa</title>
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      <description>Linha do tempo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-19 18:56:12 UTC</pubDate>
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         <title>Wolfgang Ratke </title>
         <author>kauannypereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluna: jhennyffer kauanny pereira rosa <br><br><br>Nasceu em 18 de outubro de 1571,wilster, Alemanha.<br><br><br>Wolfgang Ratke pertence à história da pedagogia como uma das mais importantes personalidades. Inaugurando a “nova<br>arte de ensinar”, 20 anos antes de Comênio, situa-se naquela demonstração sempre válida que o novo se introduz somente com<br>muitas lutas, dificuldades e abnegações.<br>Algumas citações da vasta obra de Ratke poderão dar uma idéia básica sobre seu pensamento social e educacional. Começamos com<br>a responsabilidade por ele atribuída ao Estado:<br>“O soberano deve ordenar que todas as crianças sejam instruídas principalmente na leitura, na escrita e no cálculo. Estes três<br>ensinamentos formam a base de todo estudo sério e são absolutamente necessários à vida prática” (Tratado sobre as Funções do<br>Soberano, cap. VII).<br>Em 1622, externa a opinião de que a educação da juventude pertence unicamente à autoridade superior política. Ao Estado não<br>compete apenas a iniciativa de criar escolas mas também a responsabilidade da organização administrativa e pedagógica do ensino<br>A universalização do ensino, exposta em vários livros, encontra-se no “Tratado de Administração Escolar” em que Ratke adverte: “A<br>boa educação deve ser dada pelos pais e mestres da escola. Deus o ordena e a autoridade secular há de erigir escolas públicas”.<br>(Cap. XIX e VII). Em “O Regulamento do Ensino de Köthen para o novo Método de Ensino”, reafirma a mesma idéia: “Todas as<br>crianças, sem exceção, devem estar na escola” (Cap. II, art. 17). Em “O Regulamento de Weimar”, um regulamento escolar elaborado<br>em 1619 por Kromayer, à base dos livros de Ratke, está prescrito:<br>“Todas as crianças, todos os jovens, devem com toda a seriedade serem mantidos na escola. Os pastores e os professores devem<br>esforçar-se para que nas aldeias e nas cidades todos aprendam a ler, escrever e contar. É obrigação do Estado e dever de toda a<br>comunidade” (Regulamento de Weimar, art. 16).<br>O compromisso com a escola era partilhado por todos. A chamada à escola era feita com os meios de comunicação mais eficientes da<br>época: “É dever do pastor anunciar do púlpito o início das aulas e citar o nome de todas as crianças em idade escolar” (Regulamento<br>de Weimar, art. 1º).<br>Ratke preocupou-se em dar efetivo encaminhamento à prática escolar, propondo que o soberano nomeasse uma delegação de quatro<br>pessoas para assegurar o caminho regular da escola, pessoas julgadas as melhores, as mais sábias e as mais representativas da<br>burguesia; estas controlavam as atividades escolares em todo o território e inspecionavam os serviços escolares da igreja. Por sua<br>vez, deviam criar um corpo de inspetores, recrutado entre os membros do Conselho ou da burguesia, tementes a Deus, afáveis,<br>experimentados e possuindo senso público (V. Id., cap. IV).<br>Lutou a vida toda para explicar seu método, instalar prédios escolares, preparar professores e implementar sua arte de ensinar nas<br>escolas. Após sua morte em 1635, seu projeto educacional não teve prosseguimento, embora alguns sábios, como Tomasius, Schupp<br>e outros conhecessem a obra pedagógica e a tivessem utilizado em seus projetos de cultura nacional.<br>Na metade do século XVIII, a burguesia, quando entrou na luta pelo poder e quandi, na Alemanha, tornaram-se vivas as forças<br>progressistas, utilizou intensamente as concepções da pedagogia ratiquiana. Basedow foi o principal. Apareceram editadas algumas<br>obras como a de Frank “Sobre Ratke e sua Arte de Ensinar” e a de Lindner “De Methodo Ratiquiana”. Este atribuiu a não utilização da<br>pedagogia de Ratke por muito tempo “aos incompreensíveis laços do conjunto dos homens com o velho”. Quase todas as obras do<br>pedagogo alemão continham na capa a figura da mitologia antiga em que Hércules levanta do chão o gigante Anteu porque este nutria<br>suas forças em contato com o solo. A frase que acompanha a figura é: “Ratio vicit, vetustas cessit” (A razão venceu e o velho<br>desapareceu).<br>Massnann, em 1827, merece atenção com seu livro “Wolgang Ratke e sua Arte de Ensinar”. Para ele, Ratke era um homem do povo,<br>forte e decidido. “Afiou o machado para cravá-lo na raiz do mecanismo da escolástica a fim de fazer nascer a semente das recentes<br>forças livres” (Massnann. Ap. Hohendorf, 1957, p. 10). Niemeyer, de 1850 a 1846, publicou “Comunicações sobre Wolfgang Ratke”.<br>Krause, em 1872, editou “Wolfgang Ratke à luz de suas cartas e como didático em Coethen e Magdeburgo”, um livro tendencioso. Vogt<br>apresenta excelente material de arquivo e torna conhecido o pedagogo entre 1876 e 1881. Nesse período, publica “Wolfgang Ratke, o<br>precursor de Comênio”. Com respeito a esta obra, escreve Hohendorf: “Infelizmente, o autor não relaciona os escritos de Ratke com os<br>movimentos progressistas de seu tempo. As lutas que Ratke susteve com as reações feudais e eclesiásticas também ficaram<br>ausentes” (Hohendorf, 1957, p. 11).<br>Em 1877, Mueller edita as obras que Ratke escreveu em Gotha. Em 1884, Ratke aparece nas páginas da enciclopédia pedagógica de<br>Kehr; em 1894, na de Gressler “Os Clássicos da Pedagogia”. A primeira edição dos “Escritos de Ratke” surge em 1892/93 na<br>“Reimpressão dos Textos Pedagógicos”, em dois pequenos volumes, apresentados por Stoetzner.<br>Como se percebe, a pedagogia de Ratke foi retomada principalmente à época dos sistemas nacionais de ensino que, na Alemanha,<br>coincidiu com a unificação política. No século XX, porém, as edições de suas obras foram escasseando. Seiler editou alguns livros de<br>Ratke, mas Comênio começou a ganhar terreno nas publicações. Israel escreve um tratado, comparando os dois mestres. Tem-se<br>informações sobre alguns seminários que foram realizados na metade do século XX, mas a reedição de livros chama a atenção.<br>Assim, em 1859, Ising edita o livro de 332 páginas, intitulado “Escritos de Wolfgang Ratke para a Gramática Alemã”; Hohendorf, em<br>1857, edita “A Nova Arte de Ensinar. Escritos Pedagógicos de Ratke”. O livro de Rioux “L’Oeuvre Pédagogique de Wolfgang Ratichius”,<br>sai à luz na França, em 1963. Os três livros citados reeditam textos do pedagogo alemão, completando-se quase o conjunto da obra<br>nesses três documentos. Em 1971, Hofmann edita alguns manuais didáticos compostos por Ratke, sob o título “O Texto Escolar de W.<br>R”. Em 1974, Scheibe publica documentos educacionais do século XVI ao século XX, sob o título “Sobre a História da Escola Pública”,<br>em dois volumes, nos quais inclui o “Regulamento de Weimar” e o “Regulamento de Gotha”, este elaborado por discípulos de Ratke,<br>em 1642.<br>Por último, Schmidt reedita em 1994 o livro de Ratke “O Tratado da Ética para as Escolas Cristãs”, apresentado pelo editor:<br>“O padrão ético de Ratke aparece ligado intimamente às atividades mercantis da cidade de Amsterdam. (...) No livro, colocam-se<br>questões urgentes: Como, neste mundo é possível um comércio ético (isto é, livre comércio)? (...) O que se deve fazer para trazer à<br>harmonia a consciência e o comércio exterior? De um lado, comportar-se conforme os desígnios de Deus e, de outro, executar tarefas<br>e obrigações públicas que se desviam de concepções ligadas à tradição? A ética de Ratke é uma tentativa para dar resposta solícita e<br>bem fundada a essas questões” (Schmidt, 1994, Posfácio, p. 398<br>As propostas de reformas pedagógicas e políticas tiveram o objetivo de unificar a nação alemã. Sua vida transcorre em meio às lutas<br>político-religiosas e durante a Guerra dos Trinta Anos, seqüência das lutas camponesas e da Reforma. As causas e, ao mesmo tempo,<br>o fracasso do primeiro grande levante nacional do povo alemão foram a desunião das províncias autônomas. Enquanto se formavam<br>as nações na Europa, o naufrágio das guerras camponesas aprofundou a desunião na Alemanha. A Reforma obteve êxito ao limitar o<br>domínio de poder da igreja católica na Alemanha e ao quebrar sua hegemonia, mas quem colheu os frutos foram apenas os príncipes<br>que aumentaram seu poder político e econômico e, com este aumento de soberania, resistiram às tentativas de criar um estado<br>nacional alemão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-19 19:39:28 UTC</pubDate>
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         <title>Jan Amos Comenius </title>
         <author>kauannypereira</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>Foi um bispo protestante da igreja Morávia, educador, cientista e escritor checo. Como pedagogo,e considerado o fundador da didática moderna.</blockquote><div><br><br><br></div><blockquote>"O que comenius defendia"<br>Jan Amos Komensky defendia uma educação para a vida cotidiana, com sistematização de todos os conhecimentos e o estabelecimento de um sistema universal de educação, com oportunidades para as mulheres. Ele sustentou a ciência ao mesmo tempo que exaltava a majestade divina. Uma de suas principais obras, Didáctica Magna (1628-1632), expõe esses princípios.<br>A Didáctica Magna&nbsp; marca o início da sistematização da pedagogia e da didática no Ocidente. A obra, à qual o autor se dedicou ao longo de sua vida, tinha grande ambição. Comenius chama sua didática de ‘magna’ porque ele não queria uma obra restrita, localizada. No livro, o pensador realiza uma racionalização de todas as ações educativas, indo da teoria didática até as questões do cotidiano da sala de aula. A prática escolar, para ele, deveria imitar os processos da natureza.<br><br>Ele perseguiu desde a juventude a unificação da totalidade do conhecimento humano, porque imaginava que ele era finito e imutável. A construção de uma enciclopédia do saber e sua adaptação às capacidades infantis são o grande tema da pedagogia de Comenius, e para sustentá-la ele criou uma base filosófica que denominou “pansofia”, a procura de um princípio básico que harmonizasse todo o saber. Ao contrário de seu pensamento educacional, que suscitou interesse pela Europa afora, a pansofia não teve seguidores.<br><br>Comenius adotou o método empírico de explorar o mundo, em contraposição às verdades impostas pelo ensino medieval. Pela experimentação, ele acreditava que todos poderiam vir a enxergar a harmonia do universo sob o caos aparente. “Comênio queria mudar a escola com a didática e a sociedade com a educação”, diz Gasparin. “Era um grande idealista.”&nbsp;</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-19 19:59:13 UTC</pubDate>
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         <title>Jean-Jacques Rousseau </title>
         <author>kauannypereira</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>As principais ideias de Jean-Jacques Rousseau influenciaram as monarquias europeias da época, a Revolução Francesa, o pensamento de Karl Marx e ainda basearam grande parte da visão de mundo do pensamento modernista.</blockquote><div><br></div><blockquote>Rousseau, o escritor suíço, foi um dos mais importantes pensadores iluministas. Tratou sobre filosofia, política e foi compositor de música clássica.</blockquote><div><br></div><blockquote>Após a publicação de seu livro “Do Contrato Social”, o mundo nunca mais foi o mesmo<br><br></blockquote><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; "O que Rosseau defendia "</div><blockquote>Jan Amos Komensky defendia uma educação para a vida cotidiana, com sistematização de todos os conhecimentos e o estabelecimento de um sistema universal de educação, com oportunidades para as mulheres. Ele sustentou a ciência ao mesmo tempo que exaltava a majestade divina. Uma de suas principais obras, Didáctica Magna (1628-1632), expõe esses princípios.A Didáctica Magna&nbsp; marca o início da sistematização da pedagogia e da didática no Ocidente. A obra, à qual o autor se dedicou ao longo de sua vida, tinha grande ambição. Comenius chama sua didática de ‘magna’ porque ele não queria uma obra restrita, localizada. No livro, o pensador realiza uma racionalização de todas as ações educativas, indo da teoria didática até as questões do cotidiano da sala de aula. A prática escolar, para ele, deveria imitar os processos da natureza.</blockquote><div><br></div><blockquote>Ele perseguiu desde a juventude a unificação da totalidade do conhecimento humano, porque imaginava que ele era finito e imutável. A construção de uma enciclopédia do saber e sua adaptação às capacidades infantis são o grande tema da pedagogia de Comenius, e para sustentá-la ele criou uma base filosófica que denominou “pansofia”, a procura de um princípio básico que harmonizasse todo o saber. Ao contrário de seu pensamento educacional, que suscitou interesse pela Europa afora, a pansofia não teve seguidores.</blockquote><div>      "As principais ideias de Rosseau "</div><blockquote>Comenius adotou o método empírico de explorar o mundo, em contraposição às verdades impostas pelo ensino medieval. Pela experimentação, ele acreditava que todos poderiam vir a enxergar a harmonia do universo sob o caos aparente. “Comênio queria mudar a escola com a didática e a sociedade com a educação”, diz Gasparin. “Era um grande idealista"<br>•contrato social – Rousseau fez um livro com o mesmo nome, no qual defende a filosofia política do contratualismo, explica mais adiante neste artigo;<br>•estado de natureza – os homens na natureza sem a existência de sociedades;<br>•pacto social – os homens decidiram se unir em povos, criando estruturas que retiram a liberdade individual;<br>a principal frase de Rousseau, que mostra parte de seu pensamento do estado de natureza – “O homem nasce livre, mas por toda parte encontra-se acorrentado”.</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-19 20:11:27 UTC</pubDate>
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         <title>Johann Heinrich Pestalozzi </title>
         <author>kauannypereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Quem foi Johann Heinrich Pestalozzi?"</div><blockquote>Johann Heinrich Pestalozzi foi um grande educador responsável pela reforma educacional da Suíça. Embora seja relativamente desconhecido no Brasil, é possível notar consideráveis paralelos entre os pressupostos da nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e os ideais de educação defendidos e praticados por Pestalozzi.</blockquote><div><br>"O método de aprendizado de Pestalozzi "</div><blockquote>Analogamente, para Pestalozzi, o processo de educação e aprendizagem deve ser centrado na vivência de experiências e atividades pelos educandos: “A vida educa. Mas a vida que educa não é uma questão de palavras, e sim de ação. É atividade.”.</blockquote><div><br></div><blockquote>Pestalozzi foi o idealizador do denominado Método Intuitivo, segundo o qual deveriam estar norteadas as práticas pedagógicas. O Método Intuitivo inicia-se através das percepções sensoriais, incluindo olhar, tocar, ouvir, comparar e analisar. Por meio da observação e da investigação, estimulam-se os processos cognitivos e a mobilização dos recursos mentais do educando na busca da compreensão do fenômeno observado integralmente.</blockquote><div><br><br>"O que Pestalozzi defendia?"</div><blockquote>Dentre suas obras, a principal teoria defendida por Rousseau foi o contrato social. Para ele, a formação das sociedades foi responsável por encerrar o bom tempo da liberdade e soberania individual que existia no estado de “bom selvagem”, o período da felicidade.</blockquote><div><br></div><blockquote>Para Rousseau, a ideia cristã de pecado original, vigente no seu tempo, estava errada. Ele rompeu com a tradição cristã.</blockquote><div><br></div><blockquote>Em sua “Carta a Beaumont”, Rousseau escreveu: “Não há perversidade original no coração humano”.</blockquote><div><br></div><blockquote>Ele fortaleceu o pensamento liberal ao afirmar que tanto a natureza humana quanto as vontades humanas são boas. Sendo assim, cada pessoa deveria viver plenamente a própria subjetividade e cumprir suas vontades sem a interferência de outras pessoas e ideias.</blockquote><div><br></div><blockquote>O escritor suíço afirmava que a natureza não pode se mover sozinha, nem realizar seus processos por si, sendo guiada pelo Criador. Dessa maneira, os sentimentos que surgem na alma humana são todos bons e devem ser vividos.</blockquote><div><br></div><blockquote>A ideia de que todas as vontades humanas devam ser vividas podem levar ao vício. Conheça o que é um vício e como escapar dele.<br><br>Para Rousseau, o ser humano de um passado remoto vivia em estado perfeito de realização pessoal na natureza, livre e sozinho. Então, sem se saber o porquê, o homem decidiu viver em sociedades, realizando contratos entre si.</blockquote><div><br>Com o surgimento da sociedade começou a queda da humanidade, segundo ele. Deste seu pensamento, surgiu sua famosa frase:<br><br>“O homem nasce bom, e a sociedade o corrompe”.<br>Em sua teoria, disse também que a propriedade privada causou a desigualdade e as mazelas da humanidade após a realização do contrato social.<br><br>Ele defendia a igualdade total entre todos os homens como ponto fundamental de uma boa sociedade.<br><br>Junto disso, defendeu a tese igualitarista de que todos deveriam ser tratados da mesma maneira, tanto politicamente quanto socialmente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-19 20:45:14 UTC</pubDate>
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         <title>Johann Friedrich Herbart </title>
         <author>kauannypereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Quem foi Johann Friedrich Herbart ?"&nbsp;</div><blockquote>Foi um filósofo, psicólogo, pedagogista, alemão, fundador da pedagogia como disciplina acadêmica. Dos doze aos dezoito anos cursou o ginásio, e aos dezoito anos foi aluno de Johann Fichte, na Universidade de Jena</blockquote><div><br><br>"Quais foram suas contribuições a educação?"<br><br></div><blockquote>Uma das contribuições mais duradouras de Herbart para a educação é o princípio de que a doutrina pedagógica, para ser realmente científica, precisa comprovar-se experimentalmente - uma idéia do filósofo Immanuel Kant (1724-1804) que ele desenvolveu. Surgiram daí as escolas de aplicação, que conhecemos até hoje. Elas respondem à necessidade de alimentar a teoria com a prática e vice-versa, num processo de atualização e aperfeiçoamento constantes. "Herbart fez um trabalho de grande influência porque aprofundou suas concepções até as últimas conseqüências", diz Maria Nazaré Amaral, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.&nbsp;</blockquote><div><br>"Qual a teoria de Herbart?"&nbsp;<br><br></div><blockquote>Na teoria herbartiana, memória, sentimentos e desejos são apenas modificações das representações mentais. Agir sobre elas, portanto, significa influenciar em todas as esferas da vida de uma pessoa. Desse modo, Herbart criou uma teoria da educação que pretende interferir diretamente nos processos mentais do estudante como meio de orientar sua formação.&nbsp;</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-19 20:57:23 UTC</pubDate>
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