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      <title>migrações na atualidade by NATHAN safira cecilia</title>
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      <description>Turma 8 A Gabriel,natan,daniel,rhuan</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-08-30 13:31:16 UTC</pubDate>
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         <title>Migrações no Brasil</title>
         <author>nicolasmatuezssantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>O termo ”migrações” corresponde à mobilidade espacial da população, ou seja, é o ato de trocar de país, de região, de estado ou até de domicílio. Esse fenômeno pode ser desencadeado por uma série de fatores: religiosos, psicológicos, sociais, econômicos, políticos e ambientais.<br><br>No Brasil, os aspectos econômicos sempre impulsionaram as migrações internas. Durante os séculos XVII e XVIII, a intensa busca por metais preciosos desencadeou grandes fluxos migratórios com destino a Goiás, Mato Grosso e, principalmente, Minas Gerais. Em seguida, a expansão do café nas cidades do interior paulista atraiu milhares de migrantes, em especial mineiros e nordestinos.<br><br>No século XX, o modelo de produção capitalista criou espaços privilegiados para a instalação de indústrias no território brasileiro, fato que promoveu a centralização das atividades industriais na Região Sudeste. Como consequência desse processo, milhares de brasileiros de todas as regiões se deslocaram para as cidades do Sudeste, principalmente para São Paulo.O termo ”migrações” corresponde à mobilidade espacial da população, ou seja, é o ato de trocar de país, de região, de estado ou até de domicílio. Esse fenômeno pode ser desencadeado por uma série de fatores: religiosos, psicológicos, sociais, econômicos, políticos e ambientais.<br><br>No Brasil, os aspectos econômicos sempre impulsionaram as migrações internas. Durante os séculos XVII e XVIII, a intensa busca por metais preciosos desencadeou grandes fluxos migratórios com destino a Goiás, Mato Grosso e, principalmente, Minas Gerais. Em seguida, a expansão do café nas cidades do interior paulista atraiu milhares de migrantes, em especial mineiros e nordestinos.<br><br>No século XX, o modelo de produção capitalista criou espaços privilegiados para a instalação de indústrias no território brasileiro, fato que promoveu a centralização das atividades industriais na Região Sudeste. Como consequência desse processo, milhares de brasileiros de todas as regiões se deslocaram para as cidades do Sudeste, principalmente para São Paulo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-30 13:48:01 UTC</pubDate>
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         <title>Migrações no México</title>
         <author>nicolasmatuezssantos</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Transcrição do discurso proferido pelo presidente do CICV, Peter Maurer, na mesa redonda "Migração e deslocamento interno: desafios nacionais e globais", na Faculdade de Direito da Universidade Autônoma do México.<br></em><br></div><div>A migração e o deslocamento interno figuram hoje entre os assuntos mais prementes da agenda internacional. Durante as reuniões que tenho com muitos líderes de toda a comunidade internacional, governos e empresas, a migração é um dos assuntos mais frequentes.<br><br></div><div>Apesar de que em muitos aspectos a migração e o deslocamento são relativamente pouco controversos, é o aspecto da migração irregular, não controlada e mal administrada, assim como o deslocamento da população, o que gera polêmicas sobre políticas. Embora mais de 250 milhões de pessoas no mundo todo vivem fora dos seu país de origem, é o número estimado de 65 milhões de pessoas deslocadas pela violência e conflitos que preocupa particularmente, assim como a situação das pessoas que são obrigadas outras circunstâncias a escolher caminhos irregulares de migração, quase sempre, fora dos marcos legais previstos para esta.<br><br></div><div>Das 65 milhões de pessoas deslocadas pela violência e pela guerra, cerca de 20 milhões são refugiadas, enquanto que a maioria do restante estão deslocadas nos seus próprios países, com frequência cada vez mais. Esta região, México e América Central, não é uma exceção. Um dos principais fluxos migratórios acontece aqui mesmo e, em particular, nos países do Triângulo Norte. A relação entre as causas, os fatores impulsores básicos e a migração em si é bastante complexa; a migração ocorre devido a uma série de fatores e a migração mista se dá como consequência das desigualdades em termos de bem-estar e segurança, e muitas vezes ocorro de mais de uma maneira<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-30 14:03:11 UTC</pubDate>
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         <title>Migrações na Ucrania </title>
         <author>nicolasmatuezssantos</author>
         <link>https://padlet.com/nicolasmatuezssantos/11tlxytyvcrf1qzy/wish/2678280498</link>
         <description><![CDATA[<div>A OIM realizou sua segunda pesquisa entre 24 de março e 1º de abril para coletar informações sobre mobilidade e deslocamento interno e avaliar as necessidades na Ucrânia a fim de contribuir com a resposta humanitária geral.&nbsp;<br><br></div><div>“As pessoas continuam fugindo de suas casas por causa da guerra e as necessidades humanitárias em campo continuam crescendo”, afirmou o Diretor-Geral da OIM, António Vitorino.&nbsp;<br><br></div><div>“Corredores humanitários são necessários com urgência para permitir a evacuação segura de civis e para garantir o transporte seguro e a entrega da ajuda humanitária para apoiar rapidamente os deslocados internos”.&nbsp;<br><br></div><div>De acordo com a pesquisa, mais de 50% das famílias deslocadas têm filhos, 57% possuem membros idosos, e 30% são compostas por pessoas com doenças crônicas.&nbsp;<br><br></div><div>No primeiro mês da guerra, a renda das famílias deslocadas caiu drasticamente. Enquanto apenas 13% das famílias agora deslocadas relataram ter uma renda mensal inferior a 5 mil grívnias ucranianas (US$ 170) antes de 24 de fevereiro de 2022, atualmente 61% delas indicam que, desde o início da guerra, sua renda familiar é inferior a 5 mil grívnias .&nbsp;<br><br></div><div>Mais de um terço das famílias deslocadas indicam que não tiveram nenhuma renda no último mês.&nbsp;<br><br></div><div>Apoio financeiro, transporte, alimento, abrigamento e itens de higiene estão entre as necessidades mais urgentes das pessoas deslocadas. O acesso a medicamentos e serviços de saúde continua sendo a segunda necessidade mais urgente tanto para os deslocados quanto para os que permanecem em seus locais de residência.&nbsp;<br><br></div><div>As equipes da OIM em campo seguem fornecendo assistência humanitária essencial às pessoas deslocadas internamente e às comunidades de acolhida, mas mais comunidades carentes continuam cercadas.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-30 14:06:32 UTC</pubDate>
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         <title>Migrações no Japão</title>
         <author>nicolasmatuezssantos</author>
         <link>https://padlet.com/nicolasmatuezssantos/11tlxytyvcrf1qzy/wish/2678289441</link>
         <description><![CDATA[<div>Idealizando a natureza temporária dessa emigração, as populações nipônicas saídas do país almejavam, quase sempre, retornar ao Japão depois de acumularem certa importância em dinheiro. Tornando-se um fenômeno de grandes proporções, o governo japonês fundou a Colonization Society. Tal entidade visava ampliar a quantidade de colônias japonesas espalhadas no mundo. Em 1897, tentou-se criar, sem muito sucesso, uma colônia agrícola nipônica no México. A partir de então, observamos o deslocamento dos emigrantes para diferentes regiões do continente americano.<br><br>Atraídos pela prosperidade das economias norte-americanas, cada vez mais japoneses buscavam se fixar nos Estados Unidos e no Canadá. O grande número de estrangeiros nipônicos criou uma situação incômoda, que obrigou as autoridades canadenses e estadunidenses a barrarem a entrada de japoneses em seus territórios. Com isso, os países da América Latina, principalmente o Brasil, se transformaram no destino preferido das populações migrantes do Japão.<br><br>Na década de 1930, a ação imperialista japonesa conquistou a Manchúria, uma porção do território chinês. A partir de então, diversos japoneses das regiões centro-norte foram enviadas sob o subsídio do governo para colonizar a região. Depois da derrota na Segunda Guerra Mundial, o governo japonês deu total incentivo à emigração, pois não tinha condições de sustentar a demanda de consumo de sua própria população. Nesse período diversos acordos bilaterais foram estabelecidos com países latino-americanos.<br><br>Ao longo da década de cinqüenta, países como Brasil, Argentina, Paraguai, Bolívia e República Dominicana abriram suas portas para novas levas de emigrantes japoneses. A partir da década de 1960, a recuperação da economia japonesa propiciou o enfraquecimento do movimento migratório nipônico. Nos anos 80, o movimento se inverteu com a ida de descendentes japoneses, conhecidos como nikkeis, para trabalharem no país de origem de seus pais e avós</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-30 14:12:19 UTC</pubDate>
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         <title>Migrações na China</title>
         <author>nicolasmatuezssantos</author>
         <link>https://padlet.com/nicolasmatuezssantos/11tlxytyvcrf1qzy/wish/2678295159</link>
         <description><![CDATA[<div>No último dia 5 de março, o primeiro ministro da China, Wen Jiabao, anunciou que medidas serão tomadas a fim de alterar o sistema de controle da migração interna, mais conhecido como hukou. Criado no final dos anos 1950, o hukou surgiu para evitar o êxodo rural, obrigando a população do campo a solicitar uma autorização formal do governo central para abandonar a área rural e se dirigir às cidades. No entanto, desde o início dos anos 1980, quando o processo de industrialização do país avançou rapidamente, este sistema começou a ser flexibilizado para atender à demanda crescente de mão de obra para a execução dos projetos industriais.1 A partir dessa mudança, de forma gradual, os camponeses foram deixando de realizar atividades agrícolas para trabalharem nas indústrias, instaladas tanto nas cidades como nas próprias zonas rurais. No entanto, as condições de trabalho e o acesso a serviços sociais dos migrantes do campo, por causa da diferenciação imposta pelo hukou, sempre foram precárias e muito piores que da população urbana. Recentemente, o aumento da disparidade destas condições, que foi parcialmente responsável pelo crescimento da desigualdade social, inaugurou uma série de questionamentos em torno do sistema de regulação da migração. Porém, ainda que a discussão da migração tenha como foco os aspectos sociais envolvidos, o ritmo de minoração das restrições do hukou esteve ligado ao curso das reformas econômicas chinesas, iniciadas em 1978. O caminho dessas reformas começou no campo, onde ocorreu a expansão das empresas industriais coletivas, denominadas Township and Village Enterprises (TVEs). As TVEs foram ampliadas com o intuito de dinamizar a economia rural, acelerando o aumento da renda e da produção, e absorvendo a mão de obra que foi sendo liberada das atividades de plantação e cultivo, em função das transformações praticadas no regime de produção agrícola. Essas transformações buscaram eliminar, de maneira lenta, mas progressiva, as antigas comunas agrícolas – cujos excedentes gerados eram quase todos destinados ao Estado –, permitindo às famílias camponesas realizar a produção. Este processo ocorreu mediante a criação dos contratos de responsabilidade, que, num prazo específico de tempo,2 emprestavam a terra às famílias do campo autorizando a sua livre exploração, ainda que submetida a algumas&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-30 14:16:20 UTC</pubDate>
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