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      <title>Filosofia by Miriam Santos</title>
      <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-09 08:20:41 UTC</pubDate>
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         <title>O conhecimento.</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3762844687</link>
         <description><![CDATA[<p>O conhecimento entende se como o conjunto de informações adquiridas pelo sujeito sobre a realidade a fim de lhes poder conceber algum uso. Envolve , portanto , a compreensão do que é próprio de algo (ser ou objeto).</p><p><br/></p><ul><li><p><strong><em>Tipos de conhecimento: </em></strong></p><ol><li><p>Conhecimento prático</p></li><li><p>Conhecimento por contacto</p></li><li><p>Conhecimento proporcional </p><p><br/></p></li></ol></li></ul><p><strong>A que tipo de conhecimento se dedica a filosofia?</strong></p><ul><li><p>À filosofia, mais do que o conhecimento prático ou por contacto , interessa o conhecimento proposicional , dado que se aplica à explicação de algo , assente em proposições suscetíveis de serem verdadeiras ou falsas. É este tipo de conhecimento que exprime as nossas ideias sobre a realidade e a conceção do mundo e que pode ser transmitido entre pessoas. E também aquele que , estando ligado a juízos , suscita o problema da condição de verdade.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong><em>Definiçao tradicional de conhecimento- segundo Platão: </em></strong></p><ul><li><p><strong><em>Crença Verdadeira Justificada </em></strong></p><ol><li><p><strong><em>Crença:</em> </strong>adesão a uma ideia </p></li><li><p><strong><em>Verdade:</em></strong><em> </em>correspondência com a realidade</p></li><li><p><strong><em>Justificação:</em></strong> argumentos que sustentam essa proposição</p></li></ol></li></ul></li><li><p>Para haver conhecimento são necessárias estas 3 condições , que juntas são necessárias e suficientes , mas separadas são apenas necessárias.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-24 16:19:58 UTC</pubDate>
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         <title>O problema da possibilidade de conhecimento?</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3762853254</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p><strong><em>Ceticismo: </em></strong>Coloca duvidas quanto à possibilidade de se alcançar um conhecimento credível e verdadeiro. Além disso , apresenta suspensão do juízo. Diz ainda que a teoria tradicional do conhecimento não tem condições suficientes. </p></li></ol><ul><li><p><strong><em>Ceticismo radical: </em></strong>Defende que não há qualquer possibilidade de haver conhecimento credível e verdadeiro.</p></li><li><p><strong><em>Ceticismo moderado:</em></strong> Defende que é possível sim haver conhecimento porém pode este não ser credível e verdadeiro.</p></li></ul><p><br/></p><ol start="2"><li><p><strong><em>Dogmatismo:</em></strong> Defende que é possível haver conhecimento credível e verdadeiro. Além disso , é uma crença exagerada no conhecimento , no poder da razão.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-24 16:37:45 UTC</pubDate>
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         <title>Racionalismo - Descartes.</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3762859126</link>
         <description><![CDATA[<p>Atua com uso da razão e do pensamento. </p><p>O conhecimento é a priori , ou seja , antes da experiencia. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-24 16:49:57 UTC</pubDate>
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         <title>Empirismo - Hume. </title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3765086169</link>
         <description><![CDATA[<p>Atua com o uso da experiencia e dos sentidos. </p><p>O conhecimento é a posteriori , ou seja , depois da experiencia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 19:44:24 UTC</pubDate>
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         <title>A resposta racionalista de Descartes.</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3765115615</link>
         <description><![CDATA[<p>Inicialmente , Descartes mostrou se um cético na medida em que existem argumentos que nos levavam a duvidar se existe ou não conhecimento.</p><ul><li><p><strong><em>Argumentos de Descartes:</em></strong></p><ol><li><p>Ilusão dos sentidos </p></li><li><p>Argumento dos sonhos </p></li><li><p>A hipótese do génio maligno </p></li></ol></li></ul><p>Para tentar limpar todas as duvidas relativas ao conhecimento , Descartes submeteu todas as crenças minimamente dubitáveis ao<strong><em> teste da dúvida metódica.</em></strong></p><ul><li><p><strong><em>Características da duvida:</em></strong> </p><ol><li><p>Metódica </p></li><li><p>Provisória</p></li><li><p>Radical </p></li><li><p>Hiperbólica </p></li><li><p>Universal</p></li></ol></li></ul><p>Durante todo o processo , Descartes acabou por chegar a uma grande conclusão considerada a 1º certeza do ciclo cartesiano - <strong><em>o cogito. - "penso logo existo"</em></strong></p><p>A partir daqui , Descartes fica limitado à substancia pensante , mas sabe que na sua mente existem 3 tipos de ideias: </p><ol><li><p>Inatas </p></li><li><p>Factícias </p></li><li><p>Adventícias </p></li></ol><p>Assim sendo , existe na mente do sujeito uma ideia de perfeição e infinito , exatamente porque o Homem tem a noção tem a noção do contrário: a sua limitação e finitude enquanto ser imperfeito. Se existe a ideia , existe o ser , logo Deus existe , e segundo Descartes , é perfeito e é portanto o criador do mundo exterior.</p><p>A partir do momento que chega a ideia de Deus , Descartes abandona a hipótese do génio maligno.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 20:17:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O empirismo de David Hume.</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3765125009</link>
         <description><![CDATA[<p>Hume defende o empirismo , este tipo de conhecimento defende os sentidos como principal fonte de conhecimento , ou seja , são provenientes dos dados dos sentidos.</p><p>Para Hume , o ser humano é mais governado por paixões do que pela razão. Por isso , as ideias que o sujeito tem resultam de perceções da realidade , envolvendo inevitavelmente um pensar , mas também um sentir. Como tal , para haver conhecimento , são necessários os dados empíricos , pelo que se designa a sua filosofia de empirista. </p><p>Inspirado pelas ciências , procurou , em relação aos problemas epistemológicos , determinar a natureza e a possibilidade do conhecimento , reconhecendo na experiencia sensivel a principal fonte de conhecimento, distanciando se , assim , do modelo racionalista de Descartes , que depositava na razão e nas ideias inatas a verdadeira fonte do saber.</p><ul><li><p><strong><em>Critica de Hume a Descartes: </em></strong></p><ol><li><p>Hume considera que Descartes não conseguiu contradizer os céticos nem encontrou qualquer fundamento sólido para o conhecimento.</p></li></ol></li><li><p><strong><em>Impressões:</em></strong> Dados da experiencia imediata "fortes e vividas" </p><ol><li><p><strong><em>Externas-</em></strong> Sensações </p></li><li><p><strong><em>Internas- </em></strong>Sentimentos</p></li></ol></li><li><p><strong><em>Ideias:</em></strong> Representações mentais "cópias das impressões"</p><ol><li><p><strong><em>Simples-</em></strong> Memória </p></li><li><p><strong><em>Complexas-</em></strong> Imaginação </p></li></ol></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 20:26:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ciência e não ciência.</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3765149469</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Ciência:</em></strong> A ciência consiste num conjunto de conhecimentos devidamente estruturados , sistematizados e organizados que procuram responder a problemas concretos do nosso dia a dia. </p><ul><li><p><strong><em>Características do conhecimento científico: </em></strong></p><ol><li><p>Aprofundado </p></li><li><p>Rigoroso </p></li><li><p>Objetivo </p></li><li><p>Valor teórico e prático </p></li><li><p>Metódico </p></li><li><p>Organizado </p></li><li><p>Explicativo </p></li><li><p>Critico </p></li></ol></li></ul><p><br/></p><p><strong><em>Não ciência (senso comum): </em></strong>O senso comum consiste num conjunto de conhecimentos adquiridos no dia a dia , de uma forma prática e subjetiva , herdado de geração em geração dentro de uma determinada cultura. Baseia se muitas vezes em crenças e ditados populares que passam de boca em boca.</p><ul><li><p><strong><em>Características do senso comum: </em></strong></p><ol><li><p>Superficial </p></li><li><p>Impreciso </p></li><li><p>Subjetivo </p></li><li><p>Espontaneamente adquirido </p></li><li><p>Ametódico </p></li><li><p>Pouco organizado </p></li><li><p>Acritico</p></li></ol></li></ul><p><br/></p><p><strong><em>Problema da Demarcação: </em></strong></p><p>Na filosofia da ciência interessa sobretudo distinguir aquilo que é considerado ciência daquilo que não é ciência. Existem 2 critérios fundamentais que nos permitem avaliar teorias: </p><ol><li><p><strong><em>Critério da verificabilidade:</em></strong> uma teoria é cientifica se e só se for impiricamente confirmada , ou seja , se se puder comprovar pela experiencia que ela é verdadeira.</p></li><li><p><strong><em>Critério da falsificabilidade</em></strong>: uma teoria é cientifica se e só se for impiricamente falsificável , ou seja , se puder ser mostrada como falsa através da experiencia. </p></li></ol><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 20:52:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Karl Popper e o método falsificacionista. </title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3765163732</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong><em>Etapas do método falsificacionista:</em></strong></p><ol><li><p><strong><em>O problema</em></strong>: o ponto de partida para a investigação cientifica não é a observação pura e imparcial dos factos , mas sim um problema levantado por uma observação que entra em confronto com as teorias e expectativas de que já dispomos. </p></li><li><p><strong><em>A conjetura: </em></strong>perante o problema, o investigador conjetura uma possível explicação (hipótese ou teoria) para os factos observados, baseado na sua experiencia passada.</p></li><li><p><strong><em>A refutação: </em></strong>no final , resta ao cientista testar a sua hipótese, isto é, recorrer aos testes experimentais , não para confirmar uma hipótese, mas para tentar provar a sua falsidade, ou seja , para tentar refuta la.</p></li></ol></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong><em>Argumento de Popper:</em></strong></p><ol><li><p>Uma teoria que garante só verificações e que ignorada possiveis refutações não pode ser concebida ou mostrada como falsa , logo não é cientifca. </p></li></ol></li></ul><p>O critério de falsificabilidade não é uma condição suficiente para se ter boas teorias , pois também é necessário que estas sejam claras, precisas , audazes e informativas , ou seja , é preciso que tenham um elevado conteúdo impirico.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong><em>Grau de falsificabilidade: </em></strong></p></li></ul><p>Por isso , as boas teorias são as que apresentam um grau de falsificabilidade elevado, ou seja, quanto mais refutada a teoria for melhor será.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 21:13:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Auguste Comte e o método de verificabilidade.</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3765169294</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong><em>Etapas do método de verificabilidade: </em></strong></p><ol><li><p><strong><em>Observação:</em></strong> A ciência começa com a observação , ou seja, os cientistas começam por observar os factos de forma imparcial , rigorosa e isenta de pressupostas teorias.</p></li><li><p><strong><em>Leis/Teorias: </em></strong>os cientistas procuram inferir enunciados gerais (teorias e leis) a partir de enunciados singulares.</p></li><li><p><strong><em>Confirmação:</em></strong> A partir das teorias , os cientistas deduzem previsões e explicações que possam ser confirmadas. </p></li></ol><p><br/></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-26 21:21:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que fez? </title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3900992555</link>
         <description><![CDATA[<p>Thomas Kuhn desafiou a visão de Karl Popper sobre a ciência como uma atividade crítica e lógica, argumentando que esta abordagem ignora o comportamento real dos cientistas ao longo da história. Segundo Kuhn, a ciência desenvolve-se em períodos de estabilidade, a ciência normal, e em períodos críticos, marcados por crises e mudanças de paradigma, a ciência extraordinária, ou seja, para Kuhn, a ciência suficientemente amadurecida estrutura-se e orienta-se por paradigmas. Na ausência de um paradigma, não existe ainda ciência propriamente dita.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong><em>Paradigma:</em></strong> Um paradigma consiste no conjunto de pressupostos teóricos e procedimentos práticos nos quais uma comunidade científica se fundamenta para desenvolver e orientar o trabalho de procura de resposta para os problemas suscitados. Apresenta-se como o modelo que compreende os princípios, as regras, as metodologias e as crenças que regulam toda a atividade científica.</p></li><li><p><strong><em>Ciência Normal:</em></strong> Os períodos de ciência normal caracterizam-se por uma grande&nbsp;estabilidade e consenso, tanto no que diz respeito&nbsp;às crenças e valores partilhados pelos cientistas, como aos métodos adotados e ao tipo de instrumentos usados. Isto significa, na linguagem de&nbsp;Kuhn, que a ciência normal se desenvolve no interior de um dado&nbsp;paradigma&nbsp;que enquadra toda a atividade científica desse período. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-06 22:07:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Objeções á perspetiva de Khun.</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3900996653</link>
         <description><![CDATA[<p>É a tese da incomensurabilidade que recebe a principal crítica que se pode fazer à perspectiva de Kuhn. Kuhn afirma que um paradigma entra em crise quando a acumulação de anomalias coloca em causa os seus fundamentos, quando este já não é capaz de responder aos enigmas colocados pela experiência. O novo paradigma que emergiu é capaz de solucionar os aspectos enigmáticos da experiência que levaram ao abandono do velho paradigma. Assim, a tese da incomensurabilidade parece não fazer sentido. Os paradigmas não são completamente incomensuráveis, uma vez que o novo paradigma parece apresenta-se como superior ao velho e as anomalias que existiam no anterior deixaram de existir no novo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-06 22:15:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teorias</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3900999550</link>
         <description><![CDATA[<p>Diferentes filósofos ofereceram interpretações variadas sobre o que é a arte e qual seu propósito. Com isso, surgiram duas grandes teorias: </p><ul><li><p><strong><em>Teorias Essencialistas:</em></strong> A arte define-se pelas propriedades intrínsecas aos objetos artísticos.</p></li><li><p><strong><em>Teorias Não Essencialistas: </em></strong>Têm por base fatores externos como a história por trás da arte ou uma instituição julga se algo é arte ou não.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-06 22:21:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teorias Essencialistas</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3901006013</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Teoria da arte como forma: </em></strong>Algo é arte se, e só se, tem uma forma significante. Não tem em conta sentimentos/emoções e subjetividade.</p><ul><li><p><strong><em>Objeções: </em></strong>A teoria formalista baseia-se num cálculo circular, pois define forma significativa como aquilo que produz emoção estética e emoção estética como aquilo que a forma significante provoca.</p><p><br/></p></li></ul><p><strong><em>Teoria da arte como expressão: </em></strong>A arte é a expressão da emoção do seu criador, que através da sua obra, contagia a audiência com esses mesmos sentimentos. Algo é arte se, e só se, é a expressão imaginativa de emoções.</p><ul><li><p><strong><em>Objeções: </em></strong>As objeções à teoria da arte como expressão incluem a dificuldade de determinar a qualidade das obras apenas com base nas emoções que as originam, a falta de exemplos de obras que realmente expressam emoções, e a possibilidade de que as emoções sentidas pelo público não refletem as do criador. Essas objeções levantam questões sobre a autenticidade e a intencionalidade das emoções expressas na arte, questionando a capacidade da arte de provocar sentimentos genuínos e autênticos.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong><em>Teoria da arte como Representação: </em></strong>Algo é arte se e só se imitar a realidade. A imitação da realidade é, deste modo a condição necessária para que um dado objeto possa ser considerado artístico.</p><ul><li><p><strong><em>Objeções: </em></strong>É excessivamente restritiva, pois há obras de arte que não tem qualquer intuito representativo, ou seja, exclui várias obras que não têm como objetivo representar a realidade.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-06 22:35:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teorias Não Essencialistas</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3901010368</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Teoria Institucional: </em></strong>Algo é&nbsp;arte&nbsp;se e só se&nbsp;é um&nbsp;artefacto&nbsp;que possui um conjunto de&nbsp;características&nbsp;ao qual foi atribuído o&nbsp;estatuto&nbsp;de&nbsp;candidato&nbsp;a&nbsp;apreciação, por uma ou várias pessoas da&nbsp;instituição&nbsp;do&nbsp;mundo da arte.</p><ul><li><p><strong><em>Objeções: </em></strong>Consideremos os artistas que não tiveram intenção de que as suas obras fossem vistas como obras de arte, sendo que só depois da morte do artista é que as mesmas foram dadas a conhecer ao público e consideradas obras de arte.</p><p>Uma obra para se considerar uma obra de arte, necessita de que existam obras de arte anteriores, e isto levanta um problema ao considerar a primeira obra de arte a surgir no mundo.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong><em>Teoria Histórica da Arte: </em></strong>Segundo as teorias históricas,&nbsp;o que define a arte é o facto de todas as obras de arte se relacionarem com as anteriores. Algo é arte se, e só se, alguém com direitos de propriedade sobre uma obra tem a intenção não passageira de que esta seja perspetivada como outras obras de arte anteriores.</p><ul><li><p><strong><em>Objeções: </em></strong>Algumas formas de perspetivar a arte no passado já <strong>não</strong> são válidas atualmente.</p><p>Esta teoria não explica a <strong>razão</strong> por que a primeira obra de arte é considerada arte.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-06 22:45:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Em que consiste a Filosofia da Religião?</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3901014929</link>
         <description><![CDATA[<p>É um dos ramos da Filosofia que examina criticamente os conceitos religiosos e as crenças religiosas fundamentais.</p><p>O que aqui nos interessa é Deus da conceção TEÍSTA.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>O que é o DEUS Teísta?</strong></p><p>Parte da crença num único Deus, distinto do mundo , Monoteísmo. É a tradição dominante no Cristianismo, Judaismo e Islamismo.</p><p>O Teísmo é uma forma de Monoteísmo, e</p><p>estas religiões defendem o Deus Taista.</p><p><br/></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-06 22:54:54 UTC</pubDate>
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         <title>Teísmo e Argumentos.</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3901018493</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Teismo: </em></strong>Doutrina filosófica que afirma a existência de um Deus único, transcendente, sumamente bom, criador e governador do mundo mas distinto deste, omnipotente, omnisciente,eterno etc…e defende que é possível provar racionalmente a sua existência.</p><p><br/></p><p><strong><em>Argumento ontológico (á priori): </em></strong>O argumento ontológico é um argumento a priori, formulado por Santo Anselmo, que parte da ideia de que Deus é, por definição, um ser absolutamente perfeito, não havendo nada mais perfeito do que Deus.</p><ul><li><p><strong><em>Objeções: </em></strong>Este permite provar, com a mesma estrutura lógica, coisas que não existem (ilhas perfeitas). Para Kant, pode-se defender que a existência não é uma perfeição, e dessa forma, existir na realidade não é mais perfeito do que não existir.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong><em>Argumento cosmológico (a posteriori): </em></strong>É um argumento a posteriori, formulado por Tomás de Aquino, que parte da ideia que no mundo há uma cadeia causal (isto é, as</p><p>coisas que existem no mundo são causadas por outras coisas) Deus criou o universo.</p><ul><li><p><strong><em>Objeções: </em></strong>Cadeia causal infinita, pois existem várias primeiras causas, dado que existem mais hipóteses.</p><p>Se Deus criou o universo, quem criou Deus?</p></li></ul><p><br/></p><p><strong><em>Argumento teológico (a posteriori): </em></strong>É um argumento a posteriori, formulado por Tomás de Aquino e Platão, que parte da ideia de que os processos naturais que carecem de cognição têm um propósito ou finalidade. </p><ul><li><p><strong><em>Objeções: </em></strong>O darwinismo dá uma explicação natural sobre como algo pode agir para um fim ou propósito, dispensando a hipótese de Deus.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-06 23:02:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Outras conceções de Deus.</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3901022732</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Panteísmo: </em></strong>Deus e o Mundo são a mesma realidade formando uma unidade. Deus é imanente ao mundo e não se distingue dele.</p><p><br></p><p><strong><em>Agnosticismo: </em></strong>A razão humana é incapaz de justificar a existência ou não existência de Deus.</p><p><br></p><p><strong><em>Fideísmo: </em></strong>Bastar ter fé em Deus para ele existir. A ideia central do fideísmo é que, mesmo não havendo bons argumentos que provem que Deus existe, a crença de Deus é prudencialmente racional, uma vez que essa crença ou fé tem benefícios práticos.</p><p><br></p><p><strong><em>Ateísmo: </em></strong>O Deus teísta não existe. Opõe-se ao Teísmo.</p><p><br></p><p><strong><em>Deísmo: </em></strong>Deus criou o Universo e as leis da Natureza, mas não intervém no Mundo. E relativamente à crença na existência de Deus?</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-06 23:09:30 UTC</pubDate>
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         <title>Aposta de Pascal.</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3901025894</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Conclusão de Pascal: </em></strong>A aposta racional é crer em Deus. Pois, mesmo que a chance de Deus existir seja pequena, o ganho é infinito (vida eterna), enquanto o que se perde é finito. </p><p><br/></p><p><strong><em>Criticas: </em></strong></p><ul><li><p>“Qual Deus?” (Crítica da pluralidade religiosa)</p></li><li><p>Crença não é voluntária</p></li><li><p>Valor da vida presente</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-06 23:15:20 UTC</pubDate>
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         <title>Respostas ao problema do mal.</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3901029429</link>
         <description><![CDATA[<p>Se Deus existe, porque existe mal no mundo?</p><p><br/></p><p>1. <strong>Livre-arbítrio (Agostinho, Plantinga)</strong></p><ul><li><p>Deus nos deu liberdade moral.</p></li><li><p>O mal é resultado do mau uso da liberdade humana.</p></li><li><p>Sem liberdade, não haveria amor ou moralidade verdadeira.</p></li></ul><p>🔸 <strong>Crítica</strong>: e os males naturais? Terremotos e doenças não resultam de escolhas humanas.</p><p><br/></p><p>2. <strong>Mal como ausência de bem (Agostinho)</strong></p><ul><li><p>O mal <strong>não é uma substância</strong>, mas a <strong>privação do bem</strong>, como a escuridão é ausência de luz.</p></li></ul><p>🔸 <strong>Crítica</strong>: isso parece mais uma explicação conceitual do que uma justificativa moral.</p><p><br/></p><p>3. <strong>Teodiceia da alma em desenvolvimento (John Hick)</strong></p><ul><li><p>O mundo é um "vale de construção de almas".</p></li><li><p>O sofrimento serve para desenvolver virtudes como coragem, compaixão e paciência.</p></li></ul><p>🔸 <strong>Crítica</strong>: algumas dores parecem excessivas ou inúteis (sofrimento infantil, genocídios).</p><p><br/></p><p>4. <strong>Deus além da compreensão humana (Kierkegaard, mistérios de Deus)</strong></p><ul><li><p>Deus pode ter razões que não compreendemos.</p></li><li><p>Nossa visão é limitada.</p></li></ul><p>🔸 <strong>Crítica</strong>: isso pode parecer uma forma de evitar o debate racional.</p><p><br/></p><p>5. <strong>Deus não existe (Resposta ateísta)</strong></p><ul><li><p>A existência do mal é uma forte evidência contra um Deus bom e todo-poderoso.</p></li><li><p>Deus, como tradicionalmente concebido, é incompatível com o mundo real.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-06 23:20:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Leibniz e o problema do mal.</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3901034072</link>
         <description><![CDATA[<p>Leibniz acreditava em um Deus perfeito: onisciente, onipotente e onibenevolente. O problema é: se Deus é assim, por que existe mal no mundo?</p><p><br></p><p><strong><em>A tese de Leibniz: "Vivemos no melhor dos mundos possíveis”</em></strong></p><p>Leibniz argumenta que:</p><p><br></p><p>“Deus, sendo perfeito, escolheu criar o melhor mundo possível entre todas as alternativas lógicas que poderia ter criado.”</p><p>Isso não significa que o mundo é perfeito, mas que é o melhor equilíbrio possível entre bem e mal, dadas as leis lógicas e a liberdade das criaturas.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong><em>Os 3 tipos de mal: </em></strong></p><ul><li><p><strong><em>Mal metafísico:</em></strong> imperfeição inerente a tudo que é criado.</p></li><li><p><strong><em>Mal físico (natural): </em></strong>dor, sofrimento, catástrofes naturais.</p></li></ul><p><strong><em>Mal moral:</em></strong> o mal causado por escolhas livres dos seres humanos.</p><p><br></p><p>Para Leibniz, esses males são necessários para que certos bens maiores existam:</p><ul><li><p>Sem mal moral, não há liberdade.</p></li><li><p>Sem dor, não há compaixão ou crescimento moral.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-06 23:27:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Justificativas e Criticas.</title>
         <author>miriam18964</author>
         <link>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3901035811</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Justificativas:</em></strong></p><ul><li><p>Limitações lógicas: Mesmo Deus não pode criar um mundo logicamente impossível.</p></li><li><p>Males são meios para bens maiores.</p></li><li><p>O todo é harmonioso, mesmo que </p><p>partes individuais pareçam más (como uma nota dissonante em uma música que, no contexto, faz sentido).</p></li></ul><p><br></p><p><strong><em>Criticas:</em></strong></p><p>Voltaire satiriza Leibniz com a frase:</p><p><br></p><p>“Tudo vai pelo melhor no melhor dos mundos possíveis.”</p><p>1. Num mundo cheio de guerras, terremotos e miséria, isso soa irônico e absurdo.</p><p><br></p><p>2. Problema da quantidade e intensidade do mal</p><p>Mesmo que algum mal seja necessário, por que tanto sofrimento?</p><p><br></p><p>Por que genocídios, crianças com câncer, desastres naturais em massa?</p><p><br></p><p>3. Sofrimento aparentemente inútil</p><p>Alguns males parecem não gerar nenhum bem compensatório.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-05-06 23:30:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miriam18964/108y7qj24uhm2rx7/wish/3901035811</guid>
      </item>
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